eiabel lelex | 1 Jun 02:02 2010
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Fwd: [comcompas] porque vou a gaza -carta da brasileira na missao de solidariedade que foi atacada por israel [1 Anexo]

com todo respeito,  mas esse estado de israel é mesmo um desaforo, prá dizer o mínimo, e eu não estou "atacando" o povo judeu, por que uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa e nem sempre é a mesma coisa...

segue a rima com com email do ministro das relações exteriores, sempre é bom ter em mãos... até porque o governo Lula só acaba em 2011,com grandes chances de seguir adelante

besos

lelex

Mensagem original
De: igor fuser < igorfuser-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org >
Para: celsoamorim-2sqUKZ8mNYRfyO9Q7EP/yw@public.gmane.org,Valter Pomar < pomar.valter-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org >
Assunto: [Sindicato é pra lutar] porque vou a gaza -carta da brasileira na missao de solidariedade que foi atacada por israel
Enviada: 31/05/2010 08:53

Caros
Para conhecimento de todos, estou  enviando em anexo carta de Iara Lee, brasileira que participava da missão de solidariedade a Gaza atacada ontem à noite por Israel. É importante que essa carta seja amplamente divulgada. Até hoje de manhã, seus amigos no Brasil não tinham notícias dela. É urgente uma manifestação enérgica do governo brasileiro em repúdio a este crime -- o assassinato covarde de ao menos 19 pessoas, cometido em águas internacionais. É urgente que os movimentos sociais tomem a iniciativa de expressar o seu repúdio nas ruas.
Abraços, Igor Fuser 

 

--
Para ver mais opções, visite este grupo em
http://groups.google.com/group/sindicatopralutar?hl=pt-BR?hl=pt-BR

__._,_.___

--
Se você não concordar, não posso me desculpar...

"isso você não pode evitar por aqui - disse o gato - todos somos malucos, eu sou, você é."

Com todo o perdão da palavra, eu sou um mistério pra mim. E eu suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. E nem eu me entendo, pois sou infinitamente maior que eu mesma, eu não me alcanço. Mas eu fui obrigada a me respeitar, pelo fato de não me entender. Qual palavra me representa? Uma coisa eu sei: eu não sou o meu nome. Meu nome pertence aos que me chamam.
(Clarice Lispector)
eiabel lelex | 1 Jun 02:06 2010
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Fwd: Caso Ford. Báh! Que bomba!



---------- Forwarded message ----------
From: CEL3UMA <26846953-243143-593-355888-vdJTH0ZjJ4Do/aT1qbTpMr2FzjpcPM4YQQ4Iyu8u01E@public.gmane.org>
Date: 2010/5/31
Subject: Caso Ford. Báh! Que bomba!
To: eiabel.lelex-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org


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 Caso Ford

 Justiça condena montadora a indenizar o Estado do RS
 A ação ordinária ajuizada pelo Estado do Rio Grande do Sul contra a Ford Brasil Ltda recebeu sentença favorável, condenando a empresa a indenizar o Estado e reconhecendo o rom...

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Com todo o perdão da palavra, eu sou um mistério pra mim. E eu suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. E nem eu me entendo, pois sou infinitamente maior que eu mesma, eu não me alcanço. Mas eu fui obrigada a me respeitar, pelo fato de não me entender. Qual palavra me representa? Uma coisa eu sei: eu não sou o meu nome. Meu nome pertence aos que me chamam.
(Clarice Lispector)
eiabel lelex | 1 Jun 02:34 2010
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Re: subarraial?

pois o Fabri gravou a entrevista que eu e drica participamos na rádio de arraial... quero uma copia... foi interessante...a radio fica, prá mim, do outro lado do arraial... sei la´, me desculpem, mas esse mundo de facilidade e conforto que vivem os turistas foi, de novo, muito bom pro sub fazer o contraponto, nos fazer refletir, pensar...



2010/5/27 Felipe Fonseca <felipefonseca <at> gmail.com>
tem stream?

senão, pelo menos...

DOCUMENTAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!

;)

eu,
no meu papel



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Se você não concordar, não posso me desculpar...

"isso você não pode evitar por aqui - disse o gato - todos somos malucos, eu sou, você é."

Com todo o perdão da palavra, eu sou um mistério pra mim. E eu suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. E nem eu me entendo, pois sou infinitamente maior que eu mesma, eu não me alcanço. Mas eu fui obrigada a me respeitar, pelo fato de não me entender. Qual palavra me representa? Uma coisa eu sei: eu não sou o meu nome. Meu nome pertence aos que me chamam.
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Marcus Colacino | 1 Jun 11:09 2010
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amigo enviou de Israel

http://ecommunity.org.il/site/index.asp?depart_id=108495&lat=en

abracao

MR

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mbraz | 1 Jun 16:10 2010
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Re: amigo enviou de Israel

huuum...: "“Ecology for the Sheltered Community” is a unique project
that combines good intentions and blessed activity by optimistic
people."

Infelizmente nao posso deixar de lembrar que enquanto isso na Faixa de
Gaza e no mar so' ha' tambem 'boas' intencoes.

Logo aqui no Brasil havera' tambem muitas empresas com 'boas
intencoes' em relacao aos processos de reciclagem.

sub_absss
mbraz

2010/6/1 Marcus Colacino <marcus.colacino@...>:
> http://ecommunity.org.il/site/index.asp?depart_id=108495&lat=en
>
> abracao
>
> MR
>
>

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ava ñe'ë mβռăʒ
Ñandeva ekuéry
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A civilização inventa os seus outros e, assim, os silencia.
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eiabel lelex | 1 Jun 16:17 2010
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Re: amigo enviou de Israel

podicrê...

aliás, me lembrei da solução encontrada para tapar o furo da empresa petrolifera no desastre ambiental: cabelo.

e mais interessante foi saber que megas salões de beleza brasileiros fizeram campanha pra elite doar pedaços de cabelo paraconter o vazamento... cabelos foi o que tapou o furo asei lá qtos metros deprofundidade.

mas, essa covardia com gaza é uma tremenda falta de tudo desse estado de israel... os cara dura estãodizendo que trata-se de legitima defesa... só falta dizer legitima defesa da honra como faziam os machistas que matavam suas esposas e eram absolvidos por conta disso..


Em 1 de junho de 2010 11:10, mbraz <marcbraz-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:
huuum...: "“Ecology for the Sheltered Community” is a unique project
that combines good intentions and blessed activity by optimistic
people."

Infelizmente nao posso deixar de lembrar que enquanto isso na Faixa de
Gaza e no mar so' ha' tambem 'boas' intencoes.

Logo aqui no Brasil havera' tambem muitas empresas com 'boas
intencoes' em relacao aos processos de reciclagem.

sub_absss
mbraz

2010/6/1 Marcus Colacino <marcus.colacino-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>:
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Se você não concordar, não posso me desculpar...

"isso você não pode evitar por aqui - disse o gato - todos somos malucos, eu sou, você é."

Com todo o perdão da palavra, eu sou um mistério pra mim. E eu suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. E nem eu me entendo, pois sou infinitamente maior que eu mesma, eu não me alcanço. Mas eu fui obrigada a me respeitar, pelo fato de não me entender. Qual palavra me representa? Uma coisa eu sei: eu não sou o meu nome. Meu nome pertence aos que me chamam.
(Clarice Lispector)
eiabel lelex | 1 Jun 16:26 2010
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com o meu $ a ford não faz fiesta (adesivo campanha realizada em 1998)

Clarissa Pont

clarissapont-gZGgdK3AvnZfJ/NunPodnw@public.gmane.org

A ação ordinária ajuizada pelo Estado do Rio Grande do Sul contra a Ford Brasil Ltda recebeu sentença favorável, condenando a empresa a indenizar o Estado e  reconhecendo o rompimento contratual por parte da montadora. O maior imbróglio vivido pelo mandato de Olívio Dutra como governador toma, a partir da decisão judicial, de dezembro de 2009, nuances distintas em relação à época da saída da Ford do estado e sua instalação na Bahia. Já houve apelação por parte da empresa e a decisão, portanto, não é definitiva. 

No documento ao qual Sul 21 teve acesso, o Estado alega que havia celebrado com a Ford um contrato de implantação de indústria, acompanhado de 49 anexos, em data de 21/03/1998. Havia também um contrato de financiamento com o Banrisul, disponibilizando à empresa a quantia de R$ 210.000.000,00, liberado em três parcelas, de acordo com cronograma acordado entre as partes.

Na época, o governo noticiou que a primeira parcela havia sido liberada, ficando o acesso às demais condicionada à comprovação da vinculação dos gastos das parcelas anteriores à execução do projeto. Diz a ação que o Estado, no início de 1999, frente ao conjunto de obrigações assumidas no contrato, procurara, amigavelmente, rever algumas cláusulas que considerava nulas e prejudiciais ao patrimônio público.  

Ainda segundo o documento, no final de março de 1999, a montadora estava ciente de que deveria prestar contas, e apresentou grande quantidade de documentos e um rol de alegados gastos com o programa Amazon, relativos ao período de julho de 1997 a março de 1999, os quais foram remetidos à contadoria da Auditoria Geral do Estado (CAGE), que concluiu que a comprovação era insuficiente. Antes mesmo da conclusão dos trabalhos da CAGE, a Ford já havia se retirado do empreendimento por iniciativa própria, anunciando a ida para a Bahia, sem encerrar tratativas oficiais com os representantes do Poder Público Estadual no RS.

“A Ford, consoante supramencionado, quando notificou o Estado de que estava desocupando a área onde seria implantada a indústria e sustentou, equivocadamente, o descumprimento do contrato pelo Estado que negava-se a repassar a segunda parcela do financiamento, indiscutivelmente tornou-se a responsável pela rescisão contratual. Diz-se equivocadamente, porque estava o Estado amparado nas disposições contratuais quando negou o repasse da segunda parcela do financiamento, em face da já mencionada pendência da prestação de contas pela FORD, daqueles valores repassados, concernente à primeira parcela do financiamento”, diz o documento.

Segundo matéria do jornalista Fredi Vasconcelos publicada na Revista Fórum em 2008, o custo da disputa para tirar a fábrica do Rio Grande do Sul vinha sendo revelado aos poucos, já que as negociações foram secretas, sem nenhuma participação da sociedade. O contrato original fechado pela Ford com o então governador Antonio Britto para a construção da fábrica previa o repasse de 419 milhões de reais (234 milhões em obras de infra-estrutura, 185 milhões em financiamento de capital de giro e concessão de créditos de ICMS). Algo parecido com os incentivos dados para a fábrica da General Motors, que acabou sendo construída no Rio Grande do Sul.

 

Quem levou a Ford para a Bahia?

O prazo do Regime Automotivo Especial para serem concedidos novos incentivos fiscais às montadoras no Nordeste havia terminado em maio de 1997. O Jornal Gazeta Mercantil, de 21 de outubro de 2001, afirmou: "O fato porém, é que a Bahia não mais contava, naquele momento, com condições de atrair uma montadora de automóveis"; e: "para viabilizar a instalação da Ford na Bahia, o deputado federal Jose Carlos Aleluia (PFL-BA), relator da MP 1740, que tratava de ajustes no sistema automotivo brasileiro, incluiu no documento a prorrogação, por alguns meses, da vigência do Regime Especial do Nordeste". Foi aprovado o projeto por voto simbólico das bancadas, transformando-se em lei, no dia 29 de junho de 1999.  

O jornal Gazeta Mercantil também revelou que o então secretário executivo do Ministério da Fazenda, Pedro Parente, outro tucano, foi decisivo para garantir a Ford na Bahia. A versão, repetida à exaustão na época pela oposição ao governo de Olívio Dutra, de que ele era o responsável pela perda da montadora não resiste a uma mínima pesquisa histórica a respeito do fato.

O então secretário de governo José Luis Moraes, que participou das negociações de revisão dos contratos, disse na época que desde o início a Ford foi intransigente. “No primeiro encontro, o negociador designado já chegou dizendo que não estava autorizado e não tinha delegação para conversar”, declarou à época em entrevista ao jornal Extra Classe. Moraes, que faleceu em março de 2009, revelou que na proposta final do Rio Grande ficavam mantidos os incentivos fiscais e investimento de 70 milhões de reais em recursos, mais 85 milhões em obras, o que daria cerca de 255 milhões de reais. Além de 75 milhões que seriam investidos no porto de Rio Grande. Moraes afirmava também que o desinteresse da Ford se deveu muito à mudança do mercado brasileiro, em que havia a perspectiva de produzir e vender de 3,5 milhões a 4 milhões de carros, o que não aconteceu.

Leia abaixo trecho do documento:

Ante o exposto, JULGO PARCIALMENTE PROCEDENTE a Ação Ordinária ajuizada pelo Estado do Rio Grande do Sul contra a FORD Brasil Ltda. para o efeito de DECLARAR RESCINDIDO o contrato celebrado entre as partes objeto da presente demanda, por inadimplemento contratual da ré e CONDENAR a ré na restituição ao autor dos seguintes valores:

R$ 42.000.000,00 ( quarenta e dois milhões de reais), que deve ser corrigido pelo IGPM a contar de 23/03/1998 e acrescido de juros legais de 6% ao ano a contar da citação até a entrada em vigor do novo Código Civil, em 10/01/2003, e de 12% ao ano a contar de tal data, do qual deve ser abatido o valor de  R$ 6.349.768,96 ( seis milhões, trezentos e quarenta e nove mil, setecentos e sessenta e oito reais e noventa e seis centavos), atualizado pelo IGPM a contar de 1º/11/2001;

R$ 92.100.949,58 ( noventa e dois milhões, cem mil, novecentos e quarenta e nove reais e cinquenta e oito centavos), a ser corrigido pelo IGPM a contar da data de cada apropriação conforme planilha apresentada pelo perito contábil na fl. 2089, e acrescido de juros legais de 6% ao ano a contar da citação até a entrada em vigor do novo Código Civil, em 10/01/2003, e de 12% ao ano a contar de tal data; e R$ 32.989,60 ( trinta e dois mil, novecentos e oitenta e nove reais e sessenta centavos), atualizado pelo IPGM a contar da data do ajuizamento do pedido e acrescido de juros legais de de 6% ao ano a contar da citação até a entrada em vigor do novo Código Civil, em 10/01/2003, e de 12% ao ano a contar de tal data.

Considerando a sucumbência recíproca, arcará o autor com as custas no percentual de 10% e a ré, com o restante.

Condeno, ainda, o autor, no pagamento de honorários advocatícios em favor do procurador da ré, que fixo em R$ 5.000,00 ( cinco mil reais), e a ré, no pagamento de honorários advocatícios ao procurador do autor, que arbitro em R$ 35.000,00 ( trinta e cinco mil reais), observada a natureza da causa, o tempo que tramita o feito e o trabalho desenvolvido, com compensação.

Publique-se. Registre-se. Intimem-se.

Porto Alegre, 15 de dezembro de 2009.

Lílian Cristiane Siman,

Juíza de Direito

 



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Com todo o perdão da palavra, eu sou um mistério pra mim. E eu suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. E nem eu me entendo, pois sou infinitamente maior que eu mesma, eu não me alcanço. Mas eu fui obrigada a me respeitar, pelo fato de não me entender. Qual palavra me representa? Uma coisa eu sei: eu não sou o meu nome. Meu nome pertence aos que me chamam.
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eiabel lelex | 1 Jun 17:00 2010
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Re: amigo enviou de Israel

esse é o  poder do império, até bala de tinta é mortal... essa covardia desse estadinho de israel é declaração de guerra descarada ao mundo árabe... o navio era turco e os turcos não são tolos... o mundo árabe até faz certa vista grossa pra palestino, mas prá turco a conversa é outra, os turcos fazem o mundo árabe... e esse ataque covarde do estado de israel pode ser também uma resposta ao acordo de paz que lula ajudou a promover junto ao Irã... quem diz que pode não ser? são uns covardes esse estado de israel,  uns pernósticos dissimulados.



Em 1 de junho de 2010 11:49, Kenji Yamakoshi <kenji_yamakoshi-/E1597aS9LRfJ/NunPodnw@public.gmane.org> escreveu:
E os caras de pau ainda disseram que estavam armados com balas de tinta e ainda conseguiram matar cerca de 10 pessoas. é muita cara de pau não?
 



De: eiabel lelex <eiabel.lelex-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>
Para: metareciclagem-3hfIC0tI0F/SE64LkKe66A@public.gmane.orgp.net
Enviadas: Terça-feira, 1 de Junho de 2010 11:17:18
Assunto: Re: [metareciclagem] amigo enviou de Israel

podicrê...

aliás, me lembrei da solução encontrada para tapar o furo da empresa petrolifera no desastre ambiental: cabelo.

e mais interessante foi saber que megas salões de beleza brasileiros fizeram campanha pra elite doar pedaços de cabelo paraconter o vazamento... cabelos foi o que tapou o furo asei lá qtos metros deprofundidade.

mas, essa covardia com gaza é uma tremenda falta de tudo desse estado de israel... os cara dura estãodizendo que trata-se de legitima defesa... só falta dizer legitima defesa da honra como faziam os machistas que matavam suas esposas e eram absolvidos por conta disso..


Em 1 de junho de 2010 11:10, mbraz <marcbraz-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:
huuum...: "“Ecology for the Sheltered Community” is a unique project
that combines good intentions and blessed activity by optimistic
people."

Infelizmente nao posso deixar de lembrar que enquanto isso na Faixa de
Gaza e no mar so' ha' tambem 'boas' intencoes.

Logo aqui no Brasil havera' tambem muitas empresas com 'boas
intencoes' em relacao aos processos de reciclagem.

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2010/6/1 Marcus Colacino <marcus.colacino-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>:
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Se você não concordar, não posso me desculpar...

"isso você não pode evitar por aqui - disse o gato - todos somos malucos, eu sou, você é."

Com todo o perdão da palavra, eu sou um mistério pra mim. E eu suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. E nem eu me entendo, pois sou infinitamente maior que eu mesma, eu não me alcanço. Mas eu fui obrigada a me respeitar, pelo fato de não me entender. Qual palavra me representa? Uma coisa eu sei: eu não sou o meu nome. Meu nome pertence aos que me chamam.
(Clarice Lispector)

 



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Se você não concordar, não posso me desculpar...

"isso você não pode evitar por aqui - disse o gato - todos somos malucos, eu sou, você é."

Com todo o perdão da palavra, eu sou um mistério pra mim. E eu suponho que me entender não seja uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. E nem eu me entendo, pois sou infinitamente maior que eu mesma, eu não me alcanço. Mas eu fui obrigada a me respeitar, pelo fato de não me entender. Qual palavra me representa? Uma coisa eu sei: eu não sou o meu nome. Meu nome pertence aos que me chamam.
(Clarice Lispector)
Orlando da Silva | 1 Jun 17:12 2010
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Re: [submidialogia] Re: o futuro do casa brasil...

Grande Dalton,

Como evitamos sair dos efeitos tradicionais de nossa capacidade de olhar pra isso?

Não entendi a pergunta. Evitar sair dos efeitos tradicionais? A idéia não seria tentar sair dos efeitos tradicionais?

:)


Em 31 de maio de 2010 15:39, Dalton Martins <dmartins-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:
Orlando,

Em 28 de maio de 2010 16:46, Orlando da Silva <orlandosilva-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

    Sim, acho que foco no como, mas também no quando,  porque e, e, e, e...

Bora sim. Aliás,  acho que já estamos. Algum pensamento mais específico?

:)

Sim, tem idéias mais específicas sim.

  1. como estamos operando a partir do reconhecimento da estrutura da linguagem em nossas ações de ativação, agregação e colaboração em rede;
  2. como deixamos isso visível e ampliamos os espaços de reflexão sobre os fundamentos do que estamos fazendo.
ao meu ver, tem alguns eixos que estruturam essa pesquisa e que nos apresentam algumas respostas interessante sobre o que estamos fazendo em rede:
  1. a maneira que abrimos nossos dados em rede e criamos processos de apropriação desses dados;
  2. a maneira que criamos espaços de conversação nos projetos que atuamos e como realmente abrimos espaços de colaboração num campo de escuta ativa dos efeitos de multidão.
  3. a maneira que refletimos sobre as nossas ações em rede, considerando a complexidade envolvida na própria diversidade de estar rede. Como evitamos sair dos efeitos tradicionais de nossa capacidade de olhar pra isso?
 é por aí que to olhando...

abs,
dalton




--
----
WebLab | LIDEC | Escola do Futuro - USP
3091 6366 | 3091 9107
http://daltonmartins.blogspot.com/
http://weblab.futuro.usp.br



--
<at> dasilvaorg
http://reacesso.webnos.org


Dalton Martins | 1 Jun 17:33 2010
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Re: [submidialogia] Re: o futuro do casa brasil...

uops!
é isso aí!

abs,
dalton

Em 1 de junho de 2010 12:12, Orlando da Silva <orlandosilva-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:
Grande Dalton,


Como evitamos sair dos efeitos tradicionais de nossa capacidade de olhar pra isso?

Não entendi a pergunta. Evitar sair dos efeitos tradicionais? A idéia não seria tentar sair dos efeitos tradicionais?

:)


Em 31 de maio de 2010 15:39, Dalton Martins <dmartins-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

Orlando,

Em 28 de maio de 2010 16:46, Orlando da Silva <orlandosilva-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

    Sim, acho que foco no como, mas também no quando,  porque e, e, e, e...

Bora sim. Aliás,  acho que já estamos. Algum pensamento mais específico?

:)

Sim, tem idéias mais específicas sim.

  1. como estamos operando a partir do reconhecimento da estrutura da linguagem em nossas ações de ativação, agregação e colaboração em rede;
  2. como deixamos isso visível e ampliamos os espaços de reflexão sobre os fundamentos do que estamos fazendo.
ao meu ver, tem alguns eixos que estruturam essa pesquisa e que nos apresentam algumas respostas interessante sobre o que estamos fazendo em rede:
  1. a maneira que abrimos nossos dados em rede e criamos processos de apropriação desses dados;
  2. a maneira que criamos espaços de conversação nos projetos que atuamos e como realmente abrimos espaços de colaboração num campo de escuta ativa dos efeitos de multidão.
  3. a maneira que refletimos sobre as nossas ações em rede, considerando a complexidade envolvida na própria diversidade de estar rede. Como evitamos sair dos efeitos tradicionais de nossa capacidade de olhar pra isso?
 é por aí que to olhando...

abs,
dalton




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