Cyrano . | 1 Nov 2005 04:47
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Re: colaboracoes apropriativas - metapapo

Não entendi pra quê diferenciar níveis de reciclagens possíveis.

Beleza, classe mérdia falando complicado e sendo tachado de playboy,
coisa-ruim, etc. Coisa tão útil e normal quanto cara da periferia ser
tachado de favelado porque fala de um jeito qualquer. Tem que tomar
cuidado pra não tomar postura de "nós" e "eles", "nós" nos adaptando a
"eles", que isso é coisa de colonizador arrependido. Cê quer intervir
numa comunidade tem que segurar sua onda pra ser bem vindo ali. Mas
sendo bem vindo tem que se afirmar também, a dinâmica não é de
prestação de serviços, mas de diálogo e construção de coisa nova. Mais
importante é conseguir que gente use net, imeio, essas coisa de
playboy enquanto outros ficando torcendo o nariz. O potencial tá em
quem larga mão de torcer nariz, e não o contrário. Colaboração é
largar o osso.

E sei que vou discordar do ff nisso: tem que ter linguagem própria pra
metarec. Inevitavelmente ela existe, já. É um classe mérdia
belorizontino imitando ao memo tempo o tupi, o feju, o fff, o hdhd, o
dalton, os aleatórios que, como esse classe mérdia, aparecem de quando
em vez nessa lista... Tudo a ver com a convivência. Tô falando de mim
mesmo, que já colo coisa docês faz tempo nas minhas conversas por aí.
Plágio total (dane-se). Convivência recria linguagem, e se alguém
quiser pesquisar vai ver um conversê delineando suas próprias
expressões, ditados, gírias. A linguagem metarec é própria e acho que
aí que entra a importância da iniciativa de fundação de uma igreja,
que se não me engano o duende deslanxou aqui. Aquela papagaiada linda
sobre mitos e tals. Não tô sacaneando não, viu? Gostei daquilo mesmo.

E bato pé que essa história de nível pode virar pedagogia
desnecessária. Pode ser bonito começar Metarec apresentando carrinho,
(Continue reading)

Hernani Dimantas | 1 Nov 2005 10:27
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Re: colaboracoes apropriativas - metapapo

Gil... é isso, mas na verdade não importa o que realmente somos, e
sim, o que os outros veem o que somos. Para o garoto somos playboys e
temos que conviver com isso... hehehehhe

O problema não está na cisão nós e eles. Embora tenhamos que
reconhecer que há algumas concepções culturais diferentes, as vezes
opostas... temos que saber lidar com isso (ou não!)

E se depender de nós, colaborativamente falando vamos hackear esses conceitos...

Braz... o calhamaço vale a pena. Se vc le em espanhol baixe o imperio
antes. Tá disponivel na rede. E é bem legal

abs

hdhd
On 10/31/05, GIL Araujo <gil_bv@...> wrote:
> Mano pra mim a concepçao de palyboy, num é simplesmente, ter carro
> importado, ser de classe a b ou c, ela vai pelas atitudes, realmente as
> linguagens tecnicas as vezes nao sao entendidas pelo nosso povo, mai snos
> temos que dominar essa porra mermo, tinha os cara da area que moro que
> diziam que i-mail e net é coisa de boy, e hj amargam o gosto amargo de olhar
> varios maninhos da favela aqui perto do MHHOB, navegando na net, fazendo
> meta, fazendo um monte de coisa que pra muitos era coisa de Boy, acho que
> depender de nois, muitos conceitos vao ser mudados;;; e tamo juntos ai.....
>
> GIL BV
> MHHOB
>
> Hernani Dimantas <hdimantas@...> escreveu:
(Continue reading)

Rafael Santana | 1 Nov 2005 11:29
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Re: proximo semanario...

Tá osso...

60 mango é caro bagaraio....Eu me inscrevi quando era 40 ainda e paguei 20tão. Mas conversem com os caras da organização porque eu acho que eles vão precisar de uma força pra monta o evento, se não me engano amanhã.

Colaboração = entrada free !

Conversem lá, vou ver se pego o tel e passo pro 6

Falow

On 10/29/05, fernando henrique <xsl4v3-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> wrote:
Willians Pedroso wrote:

> caraio é muito caro.....
>
>feju
>
>

Eu normalmente não vou no conisli por que é muito caro....

--
See Ya

"USB is for mice, FireWire is for men!"

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Linux User #257752 Samurai Champloo Pro
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Rafael Santana | 1 Nov 2005 11:34
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Re: Dobradinhas - Recicla + Cinecélula

To afim tambem...

Qualquer curso é bem vindo....Põe eu na encrenca....

fui

On 10/31/05, Willians Pedroso <willianspedroso-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> wrote:
uepa....
eu pedi para o joe perguntar essas coisas pois temos que escrever um
mini projeto para o chefe aqui do espaço... então precisamos saber
pois eles querem numeros.... é só isso que importa para eles...
uahuahu
bom deixa essa disscussão para lá.
vamos tentar fazer o melhor possivel para poder atender á todos
ehheheh vamo que vamo...

feju

On 10/31/05, Djair Guilherme < djair.jr-y7mWNqJcIDpfJ/NunPodnw@public.gmane.org> wrote:
> Beleza Joe
>
> Vou avisar a galera no local, e ver.
> Nesta sexta devo me encontrar com a galera da Zona Oeste e aí vou ter
> certeza do número exato.
> Talvez umas dez pessoas, no máximo.
>
> Abraço
>
> Djair
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Dalton Martins | 1 Nov 2005 11:58
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Re: colaboracoes apropriativas - metapapo


 pois é.
 é isso, gil.
 chegar junto, de virada mesmo. 
 tecnologia pode ser classista, mas apropriação não.
 subverte daquele jeito.
 é nessa que e tantas outras estamos juntos.

abs,
dalton

--- GIL Araujo <gil_bv@...> escreveu:

> Mano pra mim a concepçao de palyboy, num é simplesmente, ter carro
> importado, ser de classe a b ou c, ela vai pelas atitudes, realmente
> as linguagens tecnicas as vezes nao sao entendidas pelo nosso povo,
> mai snos temos que dominar essa porra mermo, tinha os cara da area
> que moro que diziam que i-mail e net é coisa de boy, e hj amargam o
> gosto amargo de olhar varios maninhos da favela aqui perto do MHHOB,
> navegando na net, fazendo meta, fazendo um monte de coisa que pra
> muitos era coisa de Boy, acho que depender de nois, muitos conceitos
> vao ser mudados;;; e tamo juntos ai.....
>  
> GIL BV
> MHHOB
> 
> Hernani Dimantas <hdimantas@...> escreveu:
> cara... é lógico que o cara é playboy. alias... somos todos playboys,
> classe mérdia e etc etc etc
> creio que a aprpriação só é possivel quando a tecnologia vem intervir
> nas comunidades
> 
> escrevi isso lá na buzzine.info
> 
> Submidiologia
> enviado por hdhd / Segunda, 2005-10-31 21:34 Linkania |
> MetaReciclagem
> 
> Aprendi com a Mônica Narula, do Sarai, a entender a colaboração sob
> uma ótica mais espiritualista, os seja, uma visão do oriente.
> Colaboração tem a ver com o tempo, pois cloaboramos com as gerações
> passadas, dando continuidade, modificando, melhorando ou piorando os
> projetos civilizatórios (os sei lá... apenas uns projetinhos..heheh).
> Bem como, colaboramos também com as próximas gerações. Uma visão de
> um
> processo. Isso é instigante.
> 
> Outro insight que tive lá no Submidiologia foi perceber que a
> apropriação da tecnologia se faz como uma intervenção, pois a
> tecnologia só é boa quando interfere na sociedade como um todo.
> 
> Tags: linkania multitude
> 
> btw estive nesse fim de semana falando com o Toni Negri... e consegui
> passar adiante os conceitos hackers que temos trabalhado. acho que
> foi
> apenas uma palhinha que pode ir longe... hehehe
> 
> abs
> hdhd
> 
> On 10/31/05, Marcelo Braz wrote:
> > Se é para morder ...lá vai:
> >
> > este termo reapropriação já me deixou ensimesmado
> > também nesta questão da posse, propriedade, de toaml
> > algo para si.
> >
> > ok, podemos pensar como ocupação de um espaço, invasão
> > pirata, remix e etc. mas...mas... e a autonomia como
> > se coloca aih? quem ocupa pode carregar a cultura do
> > colonizador, ávido por reproduzir a sua lógica, não?
> >
> > O Romano no submidialogia disse algo que me marcou
> > bastante. Quando questionou um menino da favela porque
> > ele, Romano, era visto como playboy pelo garoto,
> > apesar de se vestir e usar materiais simples. E o
> > menino respondeu: pelo jeito que você fala!
> >
> > taih a questão: como ocupar sem impor uma lógica
> > pré-concebida?
> >
> > então proponho um outro termo não-excludente:
> > reassimilação, no sentido de transformar convertendo
> > em sua própria substância. Indicaria então
> > reincorporação, como criação de um corpo autônomo.
> > Mastigar(interpretar), deglutir(adaptar) e cuspir
> > (reinventar).
> >
> > ou não?
> >
> > no caso das tecnologias (que são muitas e não só
> > técnicas para se re-montar computadores) penso que a
> > função prática da coisa também pode estar ligada a
> > questão da auto-sustentabilidade. mas sem deixar de
> > lado a questão conceitual sobre o que são ferramentas,
> > instrumentos, técnicas e tecnologia, repensando
> > constantemente a prática.
> >
> > dizendo de outro modo, conceitos são pedras e o modo
> > artesão de modificá-los permite criar beleza a partir
> > da matéria bruta. como flores azuis nascendo do chão
> > árido, sem ninguém tê-las plantado. pura magia
> > xamanística.
> >
> > no real: nem tanto ao sonho, nem tanto à dura
> > concretude.
> >
> > agora, quanto ao cheiro no cangote... não vou nem
> > comentar (rsrsrsrs).
> >
> > m.braz
> >
> > --- Dalton Martins escreveu:
> >
> > >
> > > palm,
> > >
> > > que email bacana, hein!
> > > gostei. valeu muito a provocação que te fiz antes
> > > da palestra...
> > >
> > > bom, aqui vão meus 2 cents....
> > >
> > > penso, como eu estava falando na conferência, que
> > > apropriação
> > > tecnológica tem 3 níveis de possibilidade:
> > > 1. reinterpretação de uma dada tecnologia;
> > > 2. adaptação de uma dada tecnologia;
> > > 3. reinvenção de uma dada tecnologia.
> > >
> > > no metareciclagem, ao meu ver, fazemos as 3 coisas
> > > em níveis
> > > completamente caórdicos e interessantes do ponto de
> > > vista tecnológico,
> > > social e estético. vejamos exemplos mais práticos do
> > > que estou falando.
> > >
> > > nível 1: pegamos nosso amigo Glauco, que ao pintar
> > > computadores,
> > > reinterpreta a tecnologia dos computadores a partir
> > > de uma dimensão
> > > estética própria. essa reinterpretação ainda foi
> > > tacanha em relação ao
> > > que veio depois, com a criação de um VideoWall ou
> > > mesmo os Dom Quixote
> > > da mostra de artes do SEsc. Aquilo tudo foi
> > > reinterpretar a tecnologia
> > > de uma forma mais ampla, criando condições
> > > arquiteturais (sim, isso é
> > > uma provocação direta e reta) para repensar a
> > > disposição espacial de
> > > computadores, mas ainda realizando funções de
> > > computadores para aquilo
> > > que foram projetados (com algumas exceções que
> > > explicarei no nível 2).
> > > Buenas, a questão é que se pode ir além. Pq. o
> > > Glauco reinterpretou? Pq
> > > era um nível, num primeiro momento, de aproximação
> > > da tecnologia,
> > > evidenciando o conhecimento ainda parco de um
> > > artista plástico a
> > > respeito do universo de 0s e 1s.
> > >
> > > nível 2: num segundo momento, os técnicos percebem
> > > que podem ir além
> > > de seus limites conceituais, onde ficam apenas
> > > trocando peças e
> > > configurando softwares para funcionarem em acentos
> > > ABNT2. nesso ponto,
> > > acontece a mutação de um simples técnico para um
> > > metarecicleiro. é
> > > quando ele se percebe extrapolando os limites de sua
> > > tecnologia e
> > > quando vem em sua mente a primeira adaptação
> > > tecnológica para a
> > > resolução de um problema específico de seu
> > > interesse. Boom!!! Sim,
> > > estamos aqui invadindo a psiquê de um técnico na
> > > fronteira entre a
> > > economia de escala e o artesanato das redes. O
> > > técnico olha para o
> > > nível 1, percebe os limites do artista de
> > > manipulação de sua própria
> > > criação. Então, ele decide adaptar a tecnologia, ele
> > > decide que pode
> > > customizar aquele PC Pentium 200MHz, para rodar 4
> > > placas de vídeo e
> > > virar um vídeo Wall. O artista entorta os postes de
> > > ferro e constroe-se
> > > um vídeoWall. Constroem um Dom Quixote a partir da
> > > mesma tecnologia.
> > > Eles adaptaram.
> > >
> > > nível 3: reinventar é recriar a partir de uma
> > > tecnologia existente. é
> > > o que está sendo feito no caso da construção do robô
> > > de um floppy.
> > > certamente, o engenheiro que projetou um floppy,
> > > jamais pensou que ele
> > > poderia ser usado para a criação de um carrinho.
> > > sim, mas a mente
> > > humana reinterpreta, adapta e, no limite, recria.
> > > instrumentos musicais
> > > feitos de cuba de monitores de vídeo, motores de
> > > impressora nivelando
> > > tonalidades e modulando nossos ouvidos vibracionais
> > > simplificando sons
> > > e tecnologias. os metarecicleiros invadem
> > > tecnologias exponencialmente,
> > > revelando seus limites cognitivos em redes
> > > semânticas.
> > >
> > > apropriação tecnológica é, sim, se apropriar do
> > > conhecimento.
> > > é transformar esse conhecimento através de conexões
> > > mentais.
> > > esse é um dos motivos pelos quais estou aqui.
> > > o outro, certamente é dar um cheiro no cangote do
> > > Feju toda segunda de
> > > manhã.
> > >
> > > deixa eu ir, que o B-45 tá saindo e já estou
> > > atrasado...
> > >
> > > abs,
> > > dalton
> > >
> > >
> > >
> > --- ricardo palmieri 
> > escreveu:
> >
> > > ola a tod <at> s!
> > >
> > > estou escrevendo daqui de campinas, no
> > submidialogia.
> > > a razao deste mail eh bem simples: ontem, antes do
> > papo sobre o meta
> > > aqui no
> > > evento, meu querido dalton chegou ate a mim, junto
> > com a bia, e fez
> > > uma
> > > perguntinha um tanto quanto batuta: o que, para mim,
> > significava o
> > > termo
> > > "apropriacao tecnologica"?
> > >
> > > na hora, a resposta obvia: tomar algo para si, e
> > refaze-lo do seu
> > > jeito.
> > > e a resposta de dalton: entao, se eu roubar uma
> > camera de video de
> > > alguem, e
> > > produzir com ela, eh fazer esta tal apropriacao tb?
> > >
> > > e a obviedade da minha resposta e a avidez do rapaz
> > dalton, acabou
> > > por
> > > ativar um cantinho do meu cerebro q nao estava muito
> > ativo. me fez
> > > pensar
> > > durante a palestra toda e escrever alguns devaneios
> > sobre as palavras
> > > "apropriacao" e "tecnologica"
> > >
> > > segue abaixo o q escrevi na palestra. vou tentar
> > explicar um pouco
> > > este
> > > monte de pensamento fragmentado, mas a principal
> > razao de mandar isto
> > > para a
> > > lista, eh poder entender melhor algumas palavras
> > chaves q estamos
> > > usando, e
> > > saber se realmente eh isso q estamos fazendo. e
> > gostari muito q vcs
> > > me
> > > ajudassem a entender tudo isso.
> > >
> > > x-----------------x inicio
> > >
> > > apropriacoes
> > >
> > > proprias acoes
> > >
> > > apropriar no sentido de tornar proprio, tomar,
> > apoderar, tornar-se
> > > proprietario.
> > > tomar o q? de quem? para que?
> > > se eu me aproprio, me aproprio de algo, q pode ser
> > de alguem. um
> > > alguem
> > > coletivo (?)
> > >
> > > tomar um bem permanente - tornar um bem permanente
> > > tomar um bem instavel - tornar um bem instavel
> > > tomar um bem impermanente - tornar um bem
> > impermanente
> > >
> > >
> > > reapropriacao: tornar-se proprio novamente.
> > re-tornar-se
> > > proprietario. (?)
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > tecnologias
> > >
> > > modos de fazer.
> > > formas do fazer.
> > > techne.
> > >
> > > reapropriacao de materiais - apoderamento de
> > materiais permanentes
> > > (funcao
> > > pratica e nao conceitual), utilizando um processo de
> > reflexao,
> > > re-invencao
> > > de novos usos para esta permanencia. mas estes
> > materiais foram
> > > contruidos a
> > > partir de conhecimentos de processos que podemos
> > aprender.
> > >
> > > reapropriacao de fazeres - apoderamento do techne,
> > utilizando
> > > processos de
> > > reflexao, re-invencao e experimentacao para gerar
> > novos processos
> > >
> > >
> > > vejo tb um caminho/estrutura do processo de
> > pensamento nas acoes do
> > > meta.
> > > gostaria de saber de vcs ate onde ele acontece, ou
> > onde a ordem dos
> > > tratores
> > > podem modificar o viaduto.
> > >
> > > desejar algo - aprender o processo de confeccao -
> > diagnosticar
> > > alternativas
> > > viaveis - captar a infra necessaria para execucao -
> > executar
> > >
> > >
> > > bem, eh isso. sao meus devaneios imersivos,
> > esperando ansiosamente
> > > por
> > > respostas!!!
> > >
> > > abracao proceis.
> > >
> > >
> > > p!
> > >
> > > --
> > > ricardo palmieri
> > > # 1181770077
> > > [msn: ricardopalmieri@...]
> > > [linux user # 392484]
> > > [www.bloglines.com/blog/vjpalm
> > > ]
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> > http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec
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> --
> hernani dimantas
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> 

www.metareciclagem.org

	

	
		
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Dalton Martins | 1 Nov 2005 12:19
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Compatibilidade de hardware com SO abertos


 segue link importante para metarecicleiros da gema:
 http://bsdlinuxhardware.com.br

 
abs,
dalton

ps.: já no scuttle...

www.metareciclagem.org

	

	
		
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Willians Pedroso | 1 Nov 2005 12:49
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Re: Dobradinhas - Recicla + Cinecélula

 opa é só colar aqui no olidão/mesanino e é nois...
 coloquemos na lista o que acontece no desemrolar dessa história....

feju

On 11/1/05, Rafael Santana <rafaelsantana@...> wrote:
> To afim tambem...
>
>  Qualquer curso é bem vindo....Põe eu na encrenca....
>
>  fui
>
>
> On 10/31/05, Willians Pedroso <willianspedroso@...> wrote:
> >
> > uepa....
> > eu pedi para o joe perguntar essas coisas pois temos que escrever um
> > mini projeto para o chefe aqui do espaço... então precisamos saber
> > pois eles querem numeros.... é só isso que importa para eles...
> > uahuahu
> > bom deixa essa disscussão para lá.
> > vamos tentar fazer o melhor possivel para poder atender á todos
> > ehheheh vamo que vamo...
> >
> > feju
> >
> > On 10/31/05, Djair Guilherme < djair.jr@...> wrote:
> > > Beleza Joe
> > >
> > > Vou avisar a galera no local, e ver.
> > > Nesta sexta devo me encontrar com a galera da Zona Oeste e aí vou ter
> > > certeza do número exato.
> > > Talvez umas dez pessoas, no máximo.
> > >
> > > Abraço
> > >
> > > Djair
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>
Rafael Santana | 1 Nov 2005 13:05
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FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA

Meu da uma olhada que loko....

Achei esse evento
http://www.file.org.br

Fiquei puto pq a palestra mais legal foi ontem e eu só vi o e-mail desse negocio hoje...
Vou tentar ir...
Bem interessante né ???

--
Rafael Santana

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Metarec@...
http://www.colab.info/cgi-bin/mailman/listinfo/metarec
Hernani Dimantas | 1 Nov 2005 13:20
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Re: FESTIVAL INTERNACIONAL DE LINGUAGEM ELETRÔNICA

cara... a melhor palestra será amahnã... hehehehehehhe

On 11/1/05, Rafael Santana <rafaelsantana@...> wrote:
> Meu da uma olhada que loko....
>
>  Achei esse evento
>  http://www.file.org.br
>
>  Fiquei puto pq a palestra mais legal foi ontem e eu só vi o e-mail desse
> negocio hoje...
>  Vou tentar ir...
>  Bem interessante né ???
>
> --
> Rafael Santana
> _______________________________________________
> Metarec mailing list
> Metarec@...
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>
>
>

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hernani dimantas
http://buzzine.info
Willians Pedroso | 1 Nov 2005 13:28
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Re: colaboracoes apropriativas - metapapo

 vixe deixa eu dar uma contribuição com um pitaco meu...
 1º de tudo ninguém cheira meu cangote não... para com essa histórinha
em... dexa a senhora sua esposa saber disso que vc vai ver... hehehhe
:-)

 2º  palm acho que ficou claro aqui na lista o que vc perguntou. é
isso mesmo, essa papo de tecnologia e reapropriação acho que tem de
tudo um pouco ai... :)

 3º  vamos inventar até não podermos mais ehheheheh, para poder
inventar temos que usar conceitos, e algumas vezes quebra-los... não
que isso seja ruim, só adaptarmos á nossa realidade como queremos que
seja não como o sistema quer que seja o sistema não é livre mas o
softaware é... vamos fazer o que podemos com o que temos de mais
importante que é o conhecimento e como aprendemos as coisas  hehehehe

 é essa a intenção de poder aprender, ensinar e aprender... esse é o
loop galera que eu vejo, e é o que eu faço como metarecicleiro...

 o metareciclagem está ai para poder quebrar qualquer conceito e
recriá-lo, reapropriar, desenvolver..... auhuahua

 esse foi a minha contribuição, se falei merda foi mal mais já foi ehhehhhe :)

feju

On 11/1/05, Dalton Martins <dmartins_br@...> wrote:
>
>  pois é.
>  é isso, gil.
>  chegar junto, de virada mesmo.
>  tecnologia pode ser classista, mas apropriação não.
>  subverte daquele jeito.
>  é nessa que e tantas outras estamos juntos.
>
> abs,
> dalton
>
> --- GIL Araujo <gil_bv@...> escreveu:
>
> > Mano pra mim a concepçao de palyboy, num é simplesmente, ter carro
> > importado, ser de classe a b ou c, ela vai pelas atitudes, realmente
> > as linguagens tecnicas as vezes nao sao entendidas pelo nosso povo,
> > mai snos temos que dominar essa porra mermo, tinha os cara da area
> > que moro que diziam que i-mail e net é coisa de boy, e hj amargam o
> > gosto amargo de olhar varios maninhos da favela aqui perto do MHHOB,
> > navegando na net, fazendo meta, fazendo um monte de coisa que pra
> > muitos era coisa de Boy, acho que depender de nois, muitos conceitos
> > vao ser mudados;;; e tamo juntos ai.....
> >
> > GIL BV
> > MHHOB
> >
> > Hernani Dimantas <hdimantas@...> escreveu:
> > cara... é lógico que o cara é playboy. alias... somos todos playboys,
> > classe mérdia e etc etc etc
> > creio que a aprpriação só é possivel quando a tecnologia vem intervir
> > nas comunidades
> >
> > escrevi isso lá na buzzine.info
> >
> > Submidiologia
> > enviado por hdhd / Segunda, 2005-10-31 21:34 Linkania |
> > MetaReciclagem
> >
> > Aprendi com a Mônica Narula, do Sarai, a entender a colaboração sob
> > uma ótica mais espiritualista, os seja, uma visão do oriente.
> > Colaboração tem a ver com o tempo, pois cloaboramos com as gerações
> > passadas, dando continuidade, modificando, melhorando ou piorando os
> > projetos civilizatórios (os sei lá... apenas uns projetinhos..heheh).
> > Bem como, colaboramos também com as próximas gerações. Uma visão de
> > um
> > processo. Isso é instigante.
> >
> > Outro insight que tive lá no Submidiologia foi perceber que a
> > apropriação da tecnologia se faz como uma intervenção, pois a
> > tecnologia só é boa quando interfere na sociedade como um todo.
> >
> > Tags: linkania multitude
> >
> > btw estive nesse fim de semana falando com o Toni Negri... e consegui
> > passar adiante os conceitos hackers que temos trabalhado. acho que
> > foi
> > apenas uma palhinha que pode ir longe... hehehe
> >
> > abs
> > hdhd
> >
> > On 10/31/05, Marcelo Braz wrote:
> > > Se é para morder ...lá vai:
> > >
> > > este termo reapropriação já me deixou ensimesmado
> > > também nesta questão da posse, propriedade, de toaml
> > > algo para si.
> > >
> > > ok, podemos pensar como ocupação de um espaço, invasão
> > > pirata, remix e etc. mas...mas... e a autonomia como
> > > se coloca aih? quem ocupa pode carregar a cultura do
> > > colonizador, ávido por reproduzir a sua lógica, não?
> > >
> > > O Romano no submidialogia disse algo que me marcou
> > > bastante. Quando questionou um menino da favela porque
> > > ele, Romano, era visto como playboy pelo garoto,
> > > apesar de se vestir e usar materiais simples. E o
> > > menino respondeu: pelo jeito que você fala!
> > >
> > > taih a questão: como ocupar sem impor uma lógica
> > > pré-concebida?
> > >
> > > então proponho um outro termo não-excludente:
> > > reassimilação, no sentido de transformar convertendo
> > > em sua própria substância. Indicaria então
> > > reincorporação, como criação de um corpo autônomo.
> > > Mastigar(interpretar), deglutir(adaptar) e cuspir
> > > (reinventar).
> > >
> > > ou não?
> > >
> > > no caso das tecnologias (que são muitas e não só
> > > técnicas para se re-montar computadores) penso que a
> > > função prática da coisa também pode estar ligada a
> > > questão da auto-sustentabilidade. mas sem deixar de
> > > lado a questão conceitual sobre o que são ferramentas,
> > > instrumentos, técnicas e tecnologia, repensando
> > > constantemente a prática.
> > >
> > > dizendo de outro modo, conceitos são pedras e o modo
> > > artesão de modificá-los permite criar beleza a partir
> > > da matéria bruta. como flores azuis nascendo do chão
> > > árido, sem ninguém tê-las plantado. pura magia
> > > xamanística.
> > >
> > > no real: nem tanto ao sonho, nem tanto à dura
> > > concretude.
> > >
> > > agora, quanto ao cheiro no cangote... não vou nem
> > > comentar (rsrsrsrs).
> > >
> > > m.braz
> > >
> > > --- Dalton Martins escreveu:
> > >
> > > >
> > > > palm,
> > > >
> > > > que email bacana, hein!
> > > > gostei. valeu muito a provocação que te fiz antes
> > > > da palestra...
> > > >
> > > > bom, aqui vão meus 2 cents....
> > > >
> > > > penso, como eu estava falando na conferência, que
> > > > apropriação
> > > > tecnológica tem 3 níveis de possibilidade:
> > > > 1. reinterpretação de uma dada tecnologia;
> > > > 2. adaptação de uma dada tecnologia;
> > > > 3. reinvenção de uma dada tecnologia.
> > > >
> > > > no metareciclagem, ao meu ver, fazemos as 3 coisas
> > > > em níveis
> > > > completamente caórdicos e interessantes do ponto de
> > > > vista tecnológico,
> > > > social e estético. vejamos exemplos mais práticos do
> > > > que estou falando.
> > > >
> > > > nível 1: pegamos nosso amigo Glauco, que ao pintar
> > > > computadores,
> > > > reinterpreta a tecnologia dos computadores a partir
> > > > de uma dimensão
> > > > estética própria. essa reinterpretação ainda foi
> > > > tacanha em relação ao
> > > > que veio depois, com a criação de um VideoWall ou
> > > > mesmo os Dom Quixote
> > > > da mostra de artes do SEsc. Aquilo tudo foi
> > > > reinterpretar a tecnologia
> > > > de uma forma mais ampla, criando condições
> > > > arquiteturais (sim, isso é
> > > > uma provocação direta e reta) para repensar a
> > > > disposição espacial de
> > > > computadores, mas ainda realizando funções de
> > > > computadores para aquilo
> > > > que foram projetados (com algumas exceções que
> > > > explicarei no nível 2).
> > > > Buenas, a questão é que se pode ir além. Pq. o
> > > > Glauco reinterpretou? Pq
> > > > era um nível, num primeiro momento, de aproximação
> > > > da tecnologia,
> > > > evidenciando o conhecimento ainda parco de um
> > > > artista plástico a
> > > > respeito do universo de 0s e 1s.
> > > >
> > > > nível 2: num segundo momento, os técnicos percebem
> > > > que podem ir além
> > > > de seus limites conceituais, onde ficam apenas
> > > > trocando peças e
> > > > configurando softwares para funcionarem em acentos
> > > > ABNT2. nesso ponto,
> > > > acontece a mutação de um simples técnico para um
> > > > metarecicleiro. é
> > > > quando ele se percebe extrapolando os limites de sua
> > > > tecnologia e
> > > > quando vem em sua mente a primeira adaptação
> > > > tecnológica para a
> > > > resolução de um problema específico de seu
> > > > interesse. Boom!!! Sim,
> > > > estamos aqui invadindo a psiquê de um técnico na
> > > > fronteira entre a
> > > > economia de escala e o artesanato das redes. O
> > > > técnico olha para o
> > > > nível 1, percebe os limites do artista de
> > > > manipulação de sua própria
> > > > criação. Então, ele decide adaptar a tecnologia, ele
> > > > decide que pode
> > > > customizar aquele PC Pentium 200MHz, para rodar 4
> > > > placas de vídeo e
> > > > virar um vídeo Wall. O artista entorta os postes de
> > > > ferro e constroe-se
> > > > um vídeoWall. Constroem um Dom Quixote a partir da
> > > > mesma tecnologia.
> > > > Eles adaptaram.
> > > >
> > > > nível 3: reinventar é recriar a partir de uma
> > > > tecnologia existente. é
> > > > o que está sendo feito no caso da construção do robô
> > > > de um floppy.
> > > > certamente, o engenheiro que projetou um floppy,
> > > > jamais pensou que ele
> > > > poderia ser usado para a criação de um carrinho.
> > > > sim, mas a mente
> > > > humana reinterpreta, adapta e, no limite, recria.
> > > > instrumentos musicais
> > > > feitos de cuba de monitores de vídeo, motores de
> > > > impressora nivelando
> > > > tonalidades e modulando nossos ouvidos vibracionais
> > > > simplificando sons
> > > > e tecnologias. os metarecicleiros invadem
> > > > tecnologias exponencialmente,
> > > > revelando seus limites cognitivos em redes
> > > > semânticas.
> > > >
> > > > apropriação tecnológica é, sim, se apropriar do
> > > > conhecimento.
> > > > é transformar esse conhecimento através de conexões
> > > > mentais.
> > > > esse é um dos motivos pelos quais estou aqui.
> > > > o outro, certamente é dar um cheiro no cangote do
> > > > Feju toda segunda de
> > > > manhã.
> > > >
> > > > deixa eu ir, que o B-45 tá saindo e já estou
> > > > atrasado...
> > > >
> > > > abs,
> > > > dalton
> > > >
> > > >
> > > >
> > > --- ricardo palmieri
> > > escreveu:
> > >
> > > > ola a tod <at> s!
> > > >
> > > > estou escrevendo daqui de campinas, no
> > > submidialogia.
> > > > a razao deste mail eh bem simples: ontem, antes do
> > > papo sobre o meta
> > > > aqui no
> > > > evento, meu querido dalton chegou ate a mim, junto
> > > com a bia, e fez
> > > > uma
> > > > perguntinha um tanto quanto batuta: o que, para mim,
> > > significava o
> > > > termo
> > > > "apropriacao tecnologica"?
> > > >
> > > > na hora, a resposta obvia: tomar algo para si, e
> > > refaze-lo do seu
> > > > jeito.
> > > > e a resposta de dalton: entao, se eu roubar uma
> > > camera de video de
> > > > alguem, e
> > > > produzir com ela, eh fazer esta tal apropriacao tb?
> > > >
> > > > e a obviedade da minha resposta e a avidez do rapaz
> > > dalton, acabou
> > > > por
> > > > ativar um cantinho do meu cerebro q nao estava muito
> > > ativo. me fez
> > > > pensar
> > > > durante a palestra toda e escrever alguns devaneios
> > > sobre as palavras
> > > > "apropriacao" e "tecnologica"
> > > >
> > > > segue abaixo o q escrevi na palestra. vou tentar
> > > explicar um pouco
> > > > este
> > > > monte de pensamento fragmentado, mas a principal
> > > razao de mandar isto
> > > > para a
> > > > lista, eh poder entender melhor algumas palavras
> > > chaves q estamos
> > > > usando, e
> > > > saber se realmente eh isso q estamos fazendo. e
> > > gostari muito q vcs
> > > > me
> > > > ajudassem a entender tudo isso.
> > > >
> > > > x-----------------x inicio
> > > >
> > > > apropriacoes
> > > >
> > > > proprias acoes
> > > >
> > > > apropriar no sentido de tornar proprio, tomar,
> > > apoderar, tornar-se
> > > > proprietario.
> > > > tomar o q? de quem? para que?
> > > > se eu me aproprio, me aproprio de algo, q pode ser
> > > de alguem. um
> > > > alguem
> > > > coletivo (?)
> > > >
> > > > tomar um bem permanente - tornar um bem permanente
> > > > tomar um bem instavel - tornar um bem instavel
> > > > tomar um bem impermanente - tornar um bem
> > > impermanente
> > > >
> > > >
> > > > reapropriacao: tornar-se proprio novamente.
> > > re-tornar-se
> > > > proprietario. (?)
> > > >
> > > >
> > > >
> > > >
> > > > tecnologias
> > > >
> > > > modos de fazer.
> > > > formas do fazer.
> > > > techne.
> > > >
> > > > reapropriacao de materiais - apoderamento de
> > > materiais permanentes
> > > > (funcao
> > > > pratica e nao conceitual), utilizando um processo de
> > > reflexao,
> > > > re-invencao
> > > > de novos usos para esta permanencia. mas estes
> > > materiais foram
> > > > contruidos a
> > > > partir de conhecimentos de processos que podemos
> > > aprender.
> > > >
> > > > reapropriacao de fazeres - apoderamento do techne,
> > > utilizando
> > > > processos de
> > > > reflexao, re-invencao e experimentacao para gerar
> > > novos processos
> > > >
> > > >
> > > > vejo tb um caminho/estrutura do processo de
> > > pensamento nas acoes do
> > > > meta.
> > > > gostaria de saber de vcs ate onde ele acontece, ou
> > > onde a ordem dos
> > > > tratores
> > > > podem modificar o viaduto.
> > > >
> > > > desejar algo - aprender o processo de confeccao -
> > > diagnosticar
> > > > alternativas
> > > > viaveis - captar a infra necessaria para execucao -
> > > executar
> > > >
> > > >
> > > > bem, eh isso. sao meus devaneios imersivos,
> > > esperando ansiosamente
> > > > por
> > > > respostas!!!
> > > >
> > > > abracao proceis.
> > > >
> > > >
> > > > p!
> > > >
> > > > --
> > > > ricardo palmieri
> > > > # 1181770077
> > > > [msn: ricardopalmieri@...]
> > > > [linux user # 392484]
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