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Re: site claro

Rafael Evangelista escreveu:

> povo,
> o site da claro (ex-bcp, ex-tess) n√£o funciona em 2 m√°quinas linux q 
> tentei (konqueror e firefox, em máquinas com kurumim e rh9). alguém 
> tem o mesmo pblema? é incompatibilidade com o lin?
>
> []
> rafael
> _______________________________________________
> P√°gina da lista:
> http://www.quilombodigital.org/mailman/listinfo/quilombodigital
> Publique seu evento de Software Livre:
> http://agenda.imprensalivre.org Quilombo Digital:
> http://www.quilombodigital.org
>
>
>
Acho q o problema n√£o tem haver diretamente com o Linux, pois na empresa 
onde trabalho(supervisor de inform√°tica) algumas das esta√ß√Ķes win2k roda 
mozilla, e tambem n√£o abre. O unico problema que pode ser notado talvez 
seja a m√°quina java, quando abri sites com tecnologia flash tive que 
carregar o plugin da macromedia no firefox pois mesmo no windows ele nao 
dava suporte.
Um javascript nao funciona...

[]z
Cleyton
PSL-PE
_______________________________________________
(Continue reading)

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Pernambuco luta contra exclus√£o digital

Fragmento da entrevista de Rodrigo Baggio criador do CDI veja http://www.jb.com.br/jb/papel/cadernos/internet/2004/02/29/jorinf20040229010.html

"Assistimos à vinculação da inclusão digital ao software livre, como forma de baratear o acesso à informática e pela liberdade de uso que o código aberto possibilita. Como o CDI vê o software livre?

– Prezamos a liberdade de escolha do usuário. O CDI não pode decidir de cima para baixo, escolhendo quais são as necessidades das pessoas. A demanda das empresas por funcionários capacitados em software proprietário é muito maior e não podemos deixar de levar isso em conta. E é conhecendo essa situação que podemos eventualmente mudar para uma realidade inversa. O CDI tem várias Escolas de Informática e Cidadania com ambiente Linux."

Me desculpe, mais não acredito na total eficiencia deste trabalho do CDI (Comitê para Democratização da Informática), posso até esta falando bobagem.
Primeiro: "Prezamos a liberdade de escolha do usuário." X "A demanda das empresas por funcionários capacitados em software proprietário", a meu ver uma coisa contradiz a outra.
Segundo: "O CDI tem várias Escolas de Informática e Cidadania com ambiente Linux", grande coisa, a questão não é a tecnologia utilizada, mas como ela é utilizada.

DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMÁTICA
Independente da plataforma que seja utilizada, proprietária ou não, temos que mostrar como se utiliza tecnologia e não treinar pessoas para trabalhar com computadores, acredito que a luta contra a exclusão digital, é bem maior que, criar experts em office ou openoffice ou qualquer outro tipo de aplicação que seja, temos que criar penssadores, pessoas capases de se alto desenvolver dentro da tecnologia.
O processo de exclusão digital não se da em 6 meses, mais sim num processo continuo de desenvolvimento, o falto de achar que o CDI não é tão eficiente, não quer dizer que eu o condene, ao contrario, a iniciativa é valida, mas acredito que tem que ser reavaliada, mais é pedir demais afinal quem é o seu mantenedor nada mais nada menos que MICR$OFT, como a brincadeira com o $ dis tudo que interessa a empresa, então pra que ensinar se podem vender mais para aqueles que não penssam, ao contrário do que falam que o SL incentiva a piratária(frase vinda de pessoas que não penssam) é a propria micr$oft que gera a pirataria, pois dar treinamento de suas ferramentas para quem não tem como comprar é insentivar a pirataria.

Quero aprender cada vez mais e não me importo em passar meus poucos conhecimento para outras pessoas, baseado nesta ideia vejam esta iniciativa http://www.dotlinux.net/pelivre/objetivo.php o Projeto Pernambuco Livre visa unicamente o processo de inclusão digital da seguinte forma:

Objetivo Principal

Objetivando Principalmente a Inclusão Digital, a geração de emprego e renda e um desenvolvimento social estável e real, estamos desenvolvendo um trabalho vonluntários a longo prazo, e de um elevado grau de importância.

Alguns dos nossos principais objetivos resumen-se a:

Primeiro passo: A implantação de escolas de informática e tecnologia, principalmente em Escolas e/ou Creches Publicas e/ou Municipais ou em locais cedidos por qualquer empresa que queira ajudar, capacitando Professores / Voluntários ao uso do Software Livre, sendo que estes serão os futuros monitores.

Segundo passo: Abrindo a escola para a comunidade. Crianças e Adolecentes serão o principal publico alvo, onde receberão gratuitamente treinamento sobre a utilização e as politicas do Software Livre, principalmente voltados ao uso domestico, utilizado acesso a internet, edição de textos, confecção de planilhas de calculos, apresentações em slids, como utilizar uma impressora, alem de conhecer alguns jogos / entertrerimento.

Terceiro passo: Com a evolução das turmas, iremos passar para um estágio mais avançado, ou seja um treinamento proficionalisante, refentes a Administração de Sistema(GNU/Linux), Administração/Montagem de Redes. É importante salietar que este estágio será direcionado para Adolecentes, com exeção de Crianças indicadas pelos seus Monitores, por um melhor aproveitamento nas etapas anteriores.

Quarto passo: Aulas de programação em Ambiente Linux, BSD, UNIX, utilizando linguagens que estejam sob licenças livres ou em domínio público tais como(PHP, C, C++, Python, Pearl entre outras).

Quinto passo: A criação de uma empresa emcubada dentro do Projeto PE Livre, para vender os serviços dos futuros proficionais, gerando assim Emprego e Renda.

A principio ao que se ver parece fácil, mais não é, afinal este projeto ainda não foi iniciado, por vários motivos. Isto não é uma propaganda, e sim um apelo a qualquer pessoa que tenha interesse em ajudar. A ajuda, é qualquer tipo de manifestação, queromos dicas, novas ideias, pois novos problemas foram surgindo, como a necessidade de criar um Guia de Software Livre Infantil(Revista Software Livre Crianças), que será apresentado em forma de uma revista ilustrada, que possa prender a atenção das crianças. Se você possui algum conteúdo infantil ou sabe desenhar(caricaturas, bichinhos ou criar seus proprios personagens, charges), com textos referentes ao Software Livre, entre eles "politica e sistemas" mande para revistaslcriancas <at> psl-pe.softwarelivre.org e se gostaria de saber mais sobre nossas ideias escreva para pelivre <at> softwarelivre.org, que teremos o maior prazer em responder.

Obrigado pela atenção,

Cleyton Fábio
Coordenador do Projeto Pernambuco Livre - http://pelivre.dotlinux.net
Projeto Software Livre Pernambuco - http://psl-pe.softwarelivre.org
Comunidade DotLinux.Net - http://dotlinux.net

Alexandre Pesserl | 1 Mar 16:34 2004
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Re: Responsabilidade Civil

A linha de raciocínio apresentada pelo Omar me parece absolutamente correta.
Se utiliza o Código de Defesa do Consumidor e o Código Civil na análise da
quest√£o. Assim, complemento de forma pontual:

> > Quem é o licenciado no caso do software livre: a empresa B que usa ou a
> > empresa A que presta suporte ou as duas ? E se houver um contrato de
> suporte
> > da empresa B para com a a empresa A ?

As duas, independente da existência de contrato de suporte. Tanto A como B,
em algum momento, usaram, modificaram, copiaram ou distribuiram o software.
O contrato de suporte cria apenas obriga√ß√Ķes entre as duas empresas, n√£o
gerando efeitos diretos contra terceiros.

> > (1)Se n√£o h√° contrato escrito de suporte, enquanto a empresa B est√°
> > instalando o SL, a responsabilidade é dela ?

De acordo com seu enunciado, "a empresa A contrata os serviços da empresa B
para instalação e configuração de serviços". Não foi contratado o suporte.
"Enquanto a empresa B est√° instalando" est√° previsto no escopo do contrato;
portanto, é dela a responsabilidade. Terminada a instalação e configuração,
acaba o contrato com a empresa B.

A responsabilidade que subsiste, para o prestador de serviços, é aquela
prevista na Lei de Software, ou seja, o "prazo de validade técnica", que é
um termo abominável, péssimo exemplo de redação legal. Tanto a doutrina
quanto a jurisprudência estão discutindo até hoje o que o legislador quis
dizer com isso. Na pr√°tica, sem um contrato de suporte, a empresa A est√°
descoberta. Aliás, tal situação não é privilégio do software livre; o
software proprietário também é comercializado "as is".

> > (2)Se a empresa B sai de cena, passa a ser responsabilidade a empresa A
> > cuidar do parque instalado ?

Correto.

> > (3) a responsabilidade varia com a presença da empresa B ? (Quando ela
> está, a responsabilidade é dela; quando não está, a responsabilidade é da
empresa A) ?

Esta frase est√° meio confusa, mas pode se dizer que sim. A doutrina ainda
não é pacífica, mas há entendimentos de que o SL é bem *de uso coletivo*,
ainda que sua propriedade seja privada. Quem quiser utilizar aceita o risco.
Se entendo as vantagens do SL mas n√£o tenho a expertise necess√°ria para me
proteger, vou contratar terceiros para que estes assumam o risco.

[]s

Alexandre

----- Original Message -----
From: "Omar Kaminski" <omar@...>
To: <lista@...>
Sent: Saturday, February 28, 2004 3:55 PM
Subject: Re: [QuilomboDigital] Responsabilidade Civil

> Caro Marcos Vinícius,
>
> Em linhas gerais, o software livre comercializado em "caixinhas" pode ser
> visto como produto, mas para fins fiscais, de acordo com a legislação
> tributária, vem sendo entendido como serviço, cabí­vel o recolhimento de
> ISS.
>
> Porém, o software que necessita de garantia é aquele que é comercializado,
e
> o software livre geralmente é disponibilizado "as is" (da forma em que se
> encontra).
>
> Também, tendo em vista o novo Código Civil e a função social dos
contratos,
> entendemos que o desenvolvedor que disponibiliza o código, a título
gratuito
> e de forma aberta, na rede Internet, encontra-se isento de
responsabilidade
> de garantia junto ao consumidor final, considerando-se a n√£o-onerosidade
> (com ressalvas) e a disseminação do conhecimento. Porém, este caso só se
> aplica quando não há a comercialização do software.
>
> Se se trata de prestação de serviços de customização, suporte, etc, é
> aplic√°vel o C√≥digo de Defesa do Consumidor (Lei n¬ļ 8078/90) e Lei de
> Software, mesmo que se trate de software livre. Deverá também haver a
> prestação de suporte durante o prazo de validade técnica do programa, que
é
> um requisito legal.
>
> No caso de software livre "adquirido", é caso de relação de consumo,
> obedecendo ao Código de Defesa do Consumidor, que prevê a obrigatoriedade
de
> informa√ß√Ķes adequadas, veda as pr√°ticas e cl√°usulas abusivas, e prev√™ a
> responsabilidade por defeitos e casos de reparação de danos.
>
> Portanto, entende-se que h√° a necessidade de contrato de licenciamento (no
> caso citado, GPL) e de mais um contrato, que pode ser de prestação de
> serviços.
>
> √Č dispens√°vel dizer, mas caso pretenda utilizar estes argumentos em sua
> dissertação, por favor cite a fonte :)
>
> Omar
>
>
> ----- Original Message -----
> From: "Mvbsoares" <mvbsoares@...>
> To: <"lista@..." <at> smtp.wnetrj.com.br>
> Sent: Thursday, February 26, 2004 10:40 AM
> Subject: [QuilomboDigital] Responsabilidade Civil
>
>
> > Caros amigos causídicos,
> >
> > A empresa A contrata os serviços da empresa B para instalação e
> conifguração
> > de serviços de software livre (squid, netfilter, SAMBA).
> >
> > A empresa A nada entende de software livre. Só sabe que é grátis e que o
> > serviço é muito mais barato que de um firewall de "caixinha".
> >
> > Pergunto-lhes, com base na GPL:

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Mauricio Piacentini | 1 Mar 17:13 2004

Re: site claro (Christiano Anderson)

> Se editar o frame onde aparece a combo para selecionar a cidade, tem
> como pegar a URL completa e acessar o site (mesmo cheio de flash
> nojento). 
> 
> Ja mandei tres emails para eles (Fale com a Tim), mas nenhuma resposta
> ate agora.

Muitas vezes nao eh nem questao de discrimacao, eh falta de capacitacao 
de quem fez o site mesmo... Muitos web designers nao entendem exatamente 
como funciona aquela funcaozinha de JavaScript ou aquela tagzinha de CSS 
que foi copiada de algum outro lugar. Como o site 'funciona' no IE eles 
acabam nunca testando em outro navegador. A maioria destes erros nao 
precisa nem usar Linux ou Mac para detectar, eh soh rodar o Mozilla no 
Windows mesmo. A estrategia de mandar um email para a empresa as vezes 
funciona, eles acabam pressionando o fornecedor (muitas vezes 
contratado) para consertar o site.

Ate,
Mauricio

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F√°bio Emilio Costa | 1 Mar 19:28 2004
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Apresentação e algumas outras cositas

Almar√ę, valentes do Quilombo Digital: 

Bem, queria primeiro  de tudo me apresentar, antes  de chegar dando os
meus pitacos. 

Meu nome é  Fábio Emilio Costa, 25 anos,  estudante de Desenvolvimento
de Software  nas faculdades ASMEC  de Ouro Fino, usu√°rio  de GNU/Linux
(melhor colocar assim  para os xiitas não avançarem  na minha garganta
8-) )  convicto a  mais ou  menos 4 anos.  J√° usei  Slackware, RedHat,
Conectiva  e  atualmente  uso   Definity,  mas  pretendo  retornar  ao
Slackware. 

Já conhecia  o trabalho do pessoal  do Quilombo através  da Revista do
Linux,  mas foi  depois  de ler  o  livro "Software  Livre e  Inclus√£o
Digital" é que realmente senti que precisava entrar no Quilombo. 

Queria dizer algumas coisas antes de passarmos ao que interessa: 

1-) Eu  costumo responder emails  a cada 15  dias, j√° que  (ainda) n√£o
   tenho acesso à Internet da minha casa. Por isso, espero que tenham
   paciência com as respostas antigas que eu vou dar. 

2-)  Não sou  do  tipo "hacker"  ainda.  Estou começando  a trilhar  o
   caminho para chegar no porte de  caras como o Oliva, o Tosatti e o
   Kojima.  Espero  chegar  lá.  Até  lá,  peço  que  tenham  *MUITA*
   paciência comigo. ;-) 

Bem, apresenta√ß√Ķes feitas, vamos ao que interessa:
======================================================================
Sobre: Migração Proprietário/Livre
======================================================================
"Diversos estudos  têm indicado que em  geral o melhor  caminho para a
migração é trocar primeiro a  aplicação por uma livre, depois trocar o
sistema operacional  por baixo.  Ent√£o  rodar Oracle em  GNU/Linux n√£o
ajuda muito: melhor adotar um  SGDB livre no SO propriet√°rio primeiro,
e depois migrar o SGDB pra um SO livre." (Alexandre Oliva) 

Concordo com você: minha irmã de 14 anos está começando a usar o Linux
(posso  colocar assim  mesmo  sem ninguém  tentar  me matar?  ;-) )  e
começou usando o OpenOffice.org no  Win98 que (por causa da faculdade)
ainda mantenho na minha m√°quina. 

"Deve ter alguns  que dão problema, sim, mas a  maioria que eu conheço
funciona direitinho." (Alexandre Oliva) 

Bem,   concordo   com  você.   Ao   menos   o   PostgreSQL  nunca   me
decepcionou. O Linux só travou  comigo quando fiz meu projeto final de
curso  técnico com o  PostgreSQL por  causa de  uma instrução  SQL mal
feita (leia-se: problema na peça entre a cadeira e o teclado).
======================================================================
Sobre: Um apelo (MUITO, MUITO LONGO MESMO!!!)
======================================================================
Não sei  se esse é o  melhor lugar para  mandar isso, mas já  que essa
minha  amiga pediu,  resolvi  que era  por  bem mandar  para cá.  Peço
desculpas àqueles a quem este assunto não interessar. 

Queria aproveitar  e questionar  se existe algum  projeto interessante
que envolva o uso do SL para acessibilidade para deficientes visuais. 

Obrigado por  tudo e aí  vai o texto,  apenas formatado para  tornar a
leitura mais agradável a "videntes", como a pessoa abaixo se refere às
pessoas que enxergam: 

"O sistema Dosvox, um conjunto de softwares que possibilitam aos cegos
utilizarem a Internet, está em vias de instinção por falta de verbas. 

A instinção  deste projeto  seria um caos  para os  cegos brasileiros,
devida a enorme import√Ęncia que  ele tem para n√≥s, dado √†s facilidades
que introduziu em nossas vidas, nosmais variados aspectos. 

medidas estão sendo tomadas, e nós, usuários do projeto, estamos sendo
insentivados  a  escrever  e  divulgar  textos  sobre  o  Dosvox  e  a
import√Ęncia dele. 

N√£o temos um plano trassado com exatid√£o, mas cada um faz o que pode. 

Por enquanto,  o que eu pude  fazer foi escrever este  texto e, agora,
pedir  que vocês  o  repassem. Apenas  isto:  repassem-no. Todo  mundo
repassa piadas, mensagens sobre  vírus inexistentes, né? Então, apenas
repassem este texto. 

O máximo que lhes acontecerá é que os apaguem sem dar-lhes a mínima. 

Divulgar  o Dosvox e  sua import√Ęncia  √© tudo  que podemos  fazer, por
enquanto, é é o que faremos. 

Est√° sendo desenvolvido um site  com relatos de v√°rios usu√°rios e mais
algumas coisinhas. 

Enquanto o Sitenão vem,  divulgamos os textos isoladamente.  Se alguém
puder ajudar, divulgando-o também, eu ficarei muito feliz. 

Muito obrigada! 

Afetuosamente, 

Jobis, a descabelada feliz 

A import√Ęncia do dosvox 

(Joyce Fernanda - Jobis) 

1 - O cego 

Sabe-se  que o  Dosvox  é um  sistema  que permite  que  cegos usem  o
computador. Supondo que este  texto deva destinar-se às pessoas comuns
que,  normalmente,  pouco  ou  quase  nada  sabem  sobre  nós,  cegos,
mistrando  eus achismos  com mitos  seculares sobre  nós,  achei mlhor
falar um  pouco sobre  o cego, sobre  o que  é não enxergar,  para que
possam entender com mais exatidão o que o Dosvox significa para nós.

Antes, porém,  gostaria de deixar claro  que o que vou  escrever não é
regra. Vou falar  do que eu sinto, do que eu  vivenciei, com as minhas
possibilidades de entendimento, que n√£o s√£o das mais amplas. 

Os  relatos  que  farei   sobre  condi√ß√Ķes  de  estudo,  por  exemplo,
aplicavam-se ao Instituto dos Cegos  da Paraíba, na década de noventa.
Isto  significa  que, agora,  pode  ser  diferente,  e que  em  outros
estados, ainda, pode ser diferente. 

Quero dizer, com isto, que o  que quer que eu diga representar√°a minha
vis√£o de mundo, n√£o uma lei imut√°vel. 

Ser cego n√£o  √©, de maneira alguma, o supl√≠cio  que os videntes sup√Ķe,
quando tentam  caminhar com os  olhos fechados. Se você  nasceu assim,
não é algo tão terrível. Você não fica com vontade de chorar quando vê
pessoas em  volta de um aparelho de  TV, nem de se  matar quando dizem
que o Sol est√° se pondo de uma maneira linda ou quando as pessoas usam
o  verbo "ver" na  suafrente. Na  verdade, nunca  conheci um  cego que
tivesse preconceito contra este verbo  e seus afins, mas isto n√£o quer
dizer que ser cego seja fácil. Não é. 

As pessoas esperam  sempre que sejamos inferiores, e  enxergam o menor
avanço como mostras de superioridade inequívocas, o que acaba sendo um
tanto quanto  exagerado, provindo mais  da falta de informação  que de
qualquer outro fator. 

Entretanto, não é raro cegos terem um mundo próprio,um mundo, de certa
maneira, um bocado  alienado. Por n√£o entenderem parte  do mundo a seu
redor  e por, muitas  vezes, n√£o  serem estimulados  devidamente pelas
suas  famílias por  fatores quenão  nos  cabe discutir  aqui, eles  se
isolam,  vivendo sempre  de cabeça  baixa ou  balançando-se  ao falar.
Alguns há que adquirem um jeito próprio de falar e se comunicar, cheio
de maneirismos que  os tornam ainda mais esquisitos  aos olhos de quem
enxerga. 

Sobretudo, existe a alienação. Alguns  não se sentem estimulados a ver
televisão, porque muita coisa é  visual, e então vivem fazendo a mesma
coisa todo o tempo, ou sem saber do que acontece a seu redor. 

Talvez o  "cego da  capital" que me  ouça dizendo essas  coisas, fique
furioso  comigo, dizendo  que eu  estou desmoralizando  a  classe.  Na
verdade, isso  tudo parece  absurdo sevisto sob  o ponto de  vista das
grandes cidades.  Eu, porém,  como aluna seme-interna do Instituto dos
Cegos da Paraíba, vi muitos cegos vindos do interior, e posso garantir
que o quadro não é muito  diferente, não apenas por serem do interior,
mas  por terem  contribuído fortemente  para  que eles  sejam assim  a
desinforma√ß√£o das  pessoas com que conviviam e  as condi√ß√Ķes prec√°rias
de que dispunham, algumas vezes. 

Muitos  deles,   entretanto,  após  receberem   os  estímulos  certos,
tornam-se   sagazes  e   totalmente   √°ptos  a   participar  ativa   e
produtivamente da  nossa sociedade. Mais  que isso e  mais importante:
tornam-se pessoas mais felizes e satisfeitas consigo mesmas. 

O que  acontecerá se pegarmos um  deficiente físico de  nascença e não
lhe dermos o  menor estímulo?  Não precisa ser  muito inteligente para
deduzir  que ele  não conhecerá  os limites  da sua  limitação,  e lhe
atribuir√° poderes excessivos; 

se  você  pegar  um  deficiente  auditivo e  não  lhe  proporcionar  o
aprendizado  da linguagem  de  sinais  ou da  leitura  de l√°bios,  ele
crescer√° isolado do mundo que o serca, ou com fracos vislumbres dele; 

Se pegarmos  um deficiente  mental e n√£o  o estimularmos,  n√£o veremos
quadro muito melhor. 

Ent√£o, por que n√£o supor que com o cego acontece o mesmo? 

O cego,  como todo  deficiente, precisa de  estímulos, para  que possa
florescer e conhecer os limites exatos da sua deficiência. 

A independência  que um  cego pode  adquirir, seja para  o que  for, é
relativa, mas  cada conquista  é um passoa  mais para  sua emansipação
como ser humano e sua auto-estima. 

2 - O estudo 

Em 1994,  eu ingressei  em uma Escola  Normal.  Isto significa  que eu
deixei de estudar em uma escola própria para cegos e passei a estudar,
junto com outros cegos, em uma escola comum, composta majoritariamente
por alunos e professores que enxergavam. 

Isto foi  super positivo em  termos de integração, mas  trouxe algumas
dificuldades pr√°ticas, no tocante aos estudos. 

Nós  não tínhamos  os  livros.  Então,  precisávamos  copiar todos  os
exercícios,  perguntas e  respostas a  mão, utilizando-nos  das nossas
regletes  e  pun√ß√Ķes. Quando  o  conte√ļdo  era  muito grande,  pessoas
batiam-no à Máquina Braille para nós,  método mais rápido que o uso da
reglete.   Entretanto, como  o material  era grande,  os  alunos cegos
estudando  em  escolas normais  muitos  e  os  escreventes e  m√°quinas
disponíveis poucos,  não era raro  não recebermos o material  há tempo
para estudarmos  paraa prova, ou recebê-lo na  anti-véspera ou véspera
da  avaliação.   Isto significava  que  acabávamos  ficando atrás,  no
tocante  √†   oportunidade  de  ler  e  memorizar   o  conte√ļdo.   Como
solidariedade  n√£o cai no  vestibular, n√£o  era raro  n√£o conseguirmos
acompanhar a  aula dada  pelo professor, o  que seria  nossa esperança
enquanto  o material  n√£o chegasse,  porque os  alunos  n√£o conseguiam
fechar a boca enquanto o mestre explicava. 

Dessa maneira, enquanto o material datilografado n√£o chegava, os cegos
que tinham  sorte gravavam as aulas  e tentavam, em  meio às conversas
dos alunos, entender o que o professor dizia. 

Com as matérias de cáuculos, isto era ainda mais trágico. 

O  professor n√£o  podia  nos  ajudar. Se  tentasse  nos explicar,  por
exemplo,  equação  do segundo  grau  até  que  entendêssemos, a  turma
ficaria  para trás, e  nós tínhamos  muito para  copiar para  darmos a
atenção devida às matérias de cáuculo. Além disso, no Instituto, havia
poucos  itinerantes para  muitos  alunos cegos,  de  escolas e  séries
diferentes.  N√£o foram raras as vezes em que vi nossa itinerante ditar
exercícios de histórias para algumas pessoas, de português para outras
e, de quebra, tentar nos ensinar matemática ou química. 

Só  tínhamos contato  com os  gráficos na  véspera da  prova,  isso se
tivéssemos sorte. 

Não tenho medo de dizer que muitos professores de matérias de cáuculos
nos passavam por gentileza, pois sentiam nosso interesse em aprender e
nossa impossibilidade de fazê-lo à contento. 

O que o advento do dosvox fez por nós? 

Por mim,  em termos  escolares naquela época,  muito pouco,  porque só
comecei a usar o dosvox  quando estava no terceiro ano científico, mas
posso falar do que vi e do que creio ser vi√°vel. 

Existe o Desenvox, um programa que  faz gr√°ficos em braille. Com ele e
uma impressora braille,  pode-se ensinar aos alunos cegos  a lidar com
os gr√°ficos muito antes das provas. 

Com  um  scanner e  uma  impressora  braille,  consegue-se o  material
necess√°rio com muito  mais agilidade, isto para n√£o  falar nos Centros
de  Apoio  Pedagógicos que  podem  nos  fornecer  capítulos de  livros
inteiros em um tempo muito curto. 

As  pessoas que ficariam  ocupadas usando  a m√°quina  (s√£o necess√°rias
duas: uma  que enxerga,  para ditar, e  uma cega,  para datilografar),
poem nos ajudar a entender os  conte√ļdos. N√£o foram poucas as vezes em
que eu e meus amigos ficamos sem assistência em alguma matéria, porque
o  professor tinha  que datilografar  ou ajudar  a  datilografar algum
assunto  importante  para nós  mesmos  ou  para  algum companheiro  de
escola.

A  quem lê,  pode soar  como irresponsabilidade,  mas não  era, mesmo!
Acreditem: aquelas  pessoas faziam o  que era possível. A  diferença é
que, com o dosvox, é possível que façam muito, muito mais. 

3 - O Dosvox e eu 

Comecei a usar o Dosvox em 1999,  e, pouco a pouco, entendi do que ele
é capaz. 

Um computador √© muito mais √ļtil a uma pessoa que n√£o enxerga que a uma
pessoa  que enxerga.   Você,  que  está lendo  este  texto agora,  não
precisa de um computador para ler  um jornal, uma revista, o resumo da
sua novela  favorita, um  romance, uma receita  de bolo,  escrever uma
carta com  privacidade para um  amigo e, muitas das  vezes, conversar.
Provavelmente você tem seus jornais e  seus livros longe do PC, e pode
ler  suas  receitas  na  cozinha, perto  dos  utencilhos  necess√°rios.
Provavelmente  você nunca  precisou ditar  uma carta  para  alguém, ou
escrevê-la  em Braille  e pedir  para que  alguém escrevesse  em tinta
entre as  linhas (chamamos transcrever  a isto), ficando sem  jeito de
abrir seu  coração para o  destinatário, porque alguém leria  a carta,
além dele. 

Fica difícil para  explicar a você, caro leitor,  o que isto significa
para uma pessoa que nunca p√īde disfrutar esses prazeres simples. 

Sei  de cegos  que  choraram  quando puderam  acessar  um jornal  pela
primeira vez  e ler  o que quisessem,  sem depender da  boa-vontade de
alguém, sendo eu mesma uma delas. 

Eu tive um aluno que escreveu um texto qualquer no Dosvox e pediu para
imprimí-lo. depois, levou-o para uma pessoa que enxergava e pediu para
que ela  o lesse. Ela  o leu, e  ele se emocionou. Sempre  houvera uma
barreira entre as coisas que ele  queria escrever e o fato das pessoas
que enxergam n√£o poderem ler. 

Embora o Braille  seja muito √ļtil quando somos  adolescentes e podemos
deixar nossos diários secretíssimos à toa, por aí, a brincadeira acaba
quando  percebemos que,  por mais  que  saibamos, √©  como se  f√īssemos
analfabetos,  porque n√£o  podemos  escreverpara o  mundo. N√£o  podemos
anotar nosso telefone para ninguém, não podemos ler nada. 

eu fiquei felissíssima quando  pude imprimir minhas poesias e ouví-las
sendo lidas pelas  pessoas de minha família, quando  pude escrever uma
carta para  uma correspondente  sem depender umbilicalmente  de alguém
que a copiasse  ou transcrevesse para mim, quando  pude escolher o que
queria ler  do jornal,  e n√£o  ficar torcendo para  que o  vidente que
lesse a minha frente tivesse a inspiração de dividir comigo o que lia,
fiquei exultante quando  descobri que podia ler sobre  o que quisese e
tudo que quisesse. 

muitos  cegos s√£o  alienados  por n√£o  poderem  ler sobre  atualidade,
ficando irremediavelmente  restritos √†s publica√ß√Ķes em  Braille e ecos
do que as  pessoas videntes leem para eles. A  consciência que se toma
da sociedade e  do mundo à sua  volta a partir do momento  que se pode
acompanhar a história pelos jornais e revistas é algo tão maravilhoso,
que estranha-me  muito que  as pessoas que  enxergam não o  façam mais
seguidamente. 

4 - Aspectos Emocionais do dosvox em minha vida - Utilizando a Internet 

Com a  Internet e o dosvox, entretanto,  eu pude muito mais  que ler o
quequeria do jornal ou saber o  que aconteceria na novela das oito. Eu
pude conhecer pessoas e interagir  com videntes e cegos, ampliando meu
leque de amizades e de experiências. 

Pela  primeira  vez, um  vidente  pode  conversar  comigo sem  prestar
atenção mais  à deformidade  dos meus olhos  que a mim;  pela primeira
vez, o  fato de  eu ser  cega n√£o era  respons√°vel umbilical  pela sua
aproximação;  pela primeira  vez, eu  podia ter  a certeza  de  que as
minhas idéias valiam mais que a minha aparência. 

Partilhar  experiências, sair  do  meu casulinho,  descobrir que  cada
pessoa era um mundo e que  o tratamento ao cego variava de regi√£o para
região, só não  foi mais mágico que a  possibilidade de fazer amizades
s√≥lidas e duradouras atrav√©s destas ferramentas t√£o √ļteis. 

As salas de  chats exercem um encanto ainda maior  quando a pessoa que
est√° do outro lado da  telinha tem restritas possibilidades de sair de
casa - por fatores que n√£o  cabem serem discutidos aqui - e, muita das
vezes, tem uma vis√£o restrita do universo a sua volta. 

Quando você se sente sozinho por qualquer motivo, entra em uma sala de
bate-papo  e descobre  que, do  outro lado,  existe uma  pessoinha t√£o
ávida de comunicar-se quanto você, então a vida fica mais cor-de-rosa,
e por  mais realistas que  tenhamos que ser,  um pouco de  colorido em
nossas vidas só faz o ato de existir ser ainda mais prazeroso. 

Fiz in√ļmeros  amigos atrav√©s da Internet. Amigos  que sobreviveram aos
anos e às minhas três  mudanças de estados; amigos que sobreviveram às
minhas imperfei√ß√Ķes e √†s deles pr√≥prios, e que sempre estiveram ao meu
lado. Amigos cegos  e não cegos, com quem eu pude  abrir meu coração e
permitir  que  o  coração  deles   se  derramasse  no  meu,  seja  por
declara√ß√Ķes fervorosas  de amizade "Voc√™ √© minha  melhor amiga!", seja
por momentos alegres, aparentemente in√ļteis, para quem vise de fora. √Č
da simplicidade  e da  delicadeza que nosso  coração se alimenta,  e a
Internet, juntamente com o dosvox, ampliou esta possibilidade. 

Quando eu tinha onze anos, assim que entrei para a escola regular, meu
pai faleceu de cancer. Foi algo terrível! 

Quando comecei a participar das salas de Chats, acabei ganhando um pai
virtual. N√£o,  nada a  ver pensar que  ele substituiu meu  pai. Idiota
seria até  cogitar isso! Mas  era gratificante poder chamar  alguém de
pai e ser  chamada de filha por alguém,  e o fato de eu  estar no Rio,
Minas  ou Paraíba  e ele  no Rio  grande do  Sul, não  fazia  a mínima
import√Ęncia.  Pod√≠amos  passar meses sem  nos falar, mas eu  sabia que
ele estava l√° e, estou certa, ele sabia que eu me importava com ele. E
quando telefonei-lhe  para comunicar  sobre o meu  casamento iminente,
ouvi  alegria sincera  nas  suas  palavras, quase  como  se sua  filha
estivesse se  casando.  O  fato de nunca  termos partilhado  um abraço
f√≠sico parecia de muito pouca relev√Ęncia naquele momento. 

Ganhei, ainda, dois irmãos maravilhosos (Um de Minas e outro também do
rio  Grande), e  é sincero  o afeto  que nos  une.  Embora  nem sempre
estejamos nos  comunicando, n√£o restam d√ļvidas de  que nossos cora√ß√Ķes
estão sempre  sintonizados em  uma só faixa  de harmonia e  querer bem
recíprocos. 

5 - Amor 

Eu conheço várias  histórias de amor nascidas entre  os cegos da nossa
comunidade virtual,  o dosvox,  mas como só  sei os detalhes  da minha
própria, gostaria de falar, muito brevemente, sobre ela. 

Eu morava em João Pessoa, na Paraíba, e tinha dezesseis anos. 

Trocava  cartas com  um  moço de  Guaxupé,  em Minas,  e fiquei  muito
contente quando consegui usar a Internet porque sabia que ele j√° tinha
E-mail. 

Acabamos nos  encontrando no bate-papo  e a nossa amizade  foi tomando
forma,  tomando forma,  até que,  em  fevereiro de  2000, começamos  a
namorar. 

N√£o vou  descrever os quase  quatro anos que passamos  namorando quase
que apenas pela Internet, j√° que os encontros eram esparsos, por causa
da dist√Ęncia entre nossos estados. N√£o direi que foi f√°cil. Foi muito,
muito difícil.  Entretanto,  se não fosse o Projeto  Dosvox, nós nunca
teríamos nos conhecido, e embora nosso relacionamento seja humano, com
altos  e  baixos como  convem  a  todo  relacionamento, n√£o  gosto  de
imaginar como seria minha vida sem ele. 

Vamos  nos  casar  no  dia   23  de  janeiro.  (N.R.:  Jobis  casou-se
recentemente para alegria de todos aqueles que a conhecem) 

6 -  Conclus√£o 

A  minha história  de vida  é apenas  a minha  história de  vida.  Não
significaria  nada,  se fosse  um  caso  isolado,  se fosse  apenas  a
história de uma cega nascida na  paraíba e indo casar em Minas gerais.
Seria um caso interessante, mas, ainda assim, isolado, sem import√Ęncia
social nenhuma. 

Acontece  que os  agentes que  protaconizaram minha  história  de vida
protagonizaram milhares de histórias, por  todo o país.  O dosvox tem,
atualmente,  serca de  dez mil  usu√°rios espalhados  pelo  Brasil. S√£o
cegos que  tem suas  vidas melhoradas em  diversos aspéctos  porque um
professor  formado em Computação  Gráfica decidiu  se importar  com um
aluno  cego da sua  sala de  aula, e  acabou, direta  e indiretamente,
importando-se com os cegos do país inteiro. 

O dosvox n√£o tem uma import√£ncia isolada, restrita a mim, ao diniz, ao
M√°rcio  ou a  Miau.  O  dosvox alfabetiza  cegos,  instrui, socializa,
estimula,  imprega,  ajuda a  formar  e  a  dar mais  independência  e
felicidade a  cegos . Antes deles,  nosso campo de  trabalho era super
restrito; com ele, quase tudo pode ser possível ou viabilizado. 

O objetivo deste texto √©  explicar porque o Dosvox tem uma import√Ęncia
Social imensa e deve ser estimulado e preservado a todo custo. Ele n√£o
serve  apenas para  permitir que  cegos  façam amigos;  ele não  serve
apenas para  permitir que cegos tenham mais  oportunidades de emprego;
ele não serve apenas para permitir que cegos possam ler seus jornais à
vontade; ele n√£o  serve apenas para que cegos  possam estudar com mais
facilidade; ele  n√£o serve apenas  para que cegos possam  se comunicar
com mais rapidez; ele n√£o serve apenas para nos auxiliar, com as falas
Sape, a  estudar e ler  em outros idiomas;  ele n√£o serve  apenas para
auxiliar na alfabetização  de cegos. Ele serve para  tudo isso e muito
mais, por  isto é importante, por  isto merece que  todos saibam dele,
mesmo que n√£o  tenham nenhum amigo sem vis√£o, mesmo  que todos os seus
parentes enxerguem perfeitamente. 

Somos  muito hábeis  em publicar  injustiças por  aí, mas  somos muito
morosos para falar sobre coisas boas que acontecem. 

Jobis
HP:
http://www.lerparaver.com/nossomundo
MSN: jobis_jp@..." 

Bem, o  que eu penso da  Jobis? Ela é uma  pessoa intelectualmente tão
capaz quanto  qualquer outra,  a cegueira (que  ela assume ter)  n√£o a
tornou mental  ou psicologicamente menos capaz do  que qualquer pessoa
no mundo. Eu a conheci em  listas de discussão sobre a série de livros
de Harry Potter para adultos (No caso, o Clube Harry Potter Seniors do
Yahoo!  Grupos)  e nunca tinha notado que  ela era cega, até  o dia em
que uma mensagem  dela escapou o DOSVOX. Mesmo  assim, continuamos nos
falando e ela  é uma pessoa simpática e muito  querida dentro do grupo
de discuss√£o do qual fazemos parte. 

Por isso mesmo estou repassando  esse email para vocês... Não acredito
que ela  me sacanearia,  e acho importante  que todos aqui  saibam que
devem  haver outras  pessoas como  ela  no Brasil,  dependentes de  um
software propriet√°rio que pode ser extinto a qualquer momento. 

Não coloquei os  erros de português... Creio que  eles estão aí porque
ela usou um Software de reconhecimento de Voz para redigir o email. 

Espero  que vocês  repassem isso  a pessoas  que tenham  esse espírito
cristão de ajudar o próximo. 

Ah, e antes  que me perguntem: eu  já disse para ela o  que é Software
Livre ;-) 

Obrigado pela atenção, amigos quilombolas, e peço muitas desculpas por
ter mandado algo t√£o longo logo no meu primeiro post. 

======================================================================
Fabio Emilio Costa                         Borda da Mata - MG - Brazil
hogwartslinux@...		               ICQ #:173799674
Linux User #328087 (counter.li.org)		     Nick: Sam_Weasley
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"Copie. Seja Legal. N√£o seja trouxa! Use GNU/Linux!"
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Visitem o Lar do Fotógrafo Psíquico:
www.fotografopsiquico.hpg.com.br 

Com v√°rios temas para KDE, WindowMaker e Blackbox. 

--

-- 
POP. Nem parece internet gr√°tis. 

Seja POP você também!
Acesse: http://www.pop.com.br/discador.html e baixe o POPdiscador.
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Ricardo Andere de Mello | 1 Mar 20:09 2004

Re: Apresentação e algumas outras cositas

F√°bio Emilio Costa wrote:

> Almar√ę, valentes do Quilombo Digital:
> Bem, queria primeiro  de tudo me apresentar, antes  de chegar dando os
> meus pitacos.

opa, seja bemvindo.

> ======================================================================
> Sobre: Um apelo (MUITO, MUITO LONGO MESMO!!!)
> ======================================================================

bota longo nisto. ;-)

> "O sistema Dosvox, um conjunto de softwares que possibilitam aos cegos
> utilizarem a Internet, está em vias de instinção por falta de verbas.

bom,  o patrocínio realmente  é um problema. mesmo que você mude o 
dosvox para uma solução gnu/linux, ainda seria necessário um pequeno 
trabalho para a  tradução de certos sistemas para o português.
links interessantes:
http://www.linuxkiosken.dk/index.php
http://www.brlspeak.net/#index.nl.html
http://www.ipsis.hr/gls/index.html
http://www.linux-speakup.org/ftp/disks/slackware/zipspeak/index.html
http://leb.net/blinux/
existem outros....

Note que a maioria deles depende de um TTS (text-to speech) como o 
FESTIVAL (http://www.cstr.ed.ac.uk/projects/festival/) , que é em 
inglês. O festival, utilizando o MBROLA 
(http://tcts.fpms.ac.be/synthesis/mbrola.html) , possui uma voz em 
português, é só questão de configurar. Eu já testei e funciona tranquilo.

[]s, gandhi
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Rafael Evangelista | 1 Mar 21:39 2004
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isso que dá não ver o código...

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/elpais/ult581u814.jhtm

CIA transferiu programas de inform√°tica defeituosos para a URSS nos anos 
80 para sabotar sua economia

*Isabel Piquer
DE NOVA YORK*

A Guerra Fria teve muitas frentes. A CIA empregou todos os meios para 
lutar contra o "império do mal". Segundo publicou ontem o jornal "The 
Washington Post", o presidente Ronald Reagan aprovou no início dos anos 
80 um plano para sabotar a economia soviética transferindo tecnologia 
defeituosa, um projeto ultra-secreto que conseguiu até provocar, graças 
a um simples programa de inform√°tica fraudulento, uma grave explos√£o em 
um gasoduto siberiano.

Segundo conta em seu livro Thomas Reed, que foi secretário da força 
aérea e membro do Conselho de Segurança Nacional durante a presidência 
Reagan (1981-1989), a explos√£o do gasoduto foi apenas um exemplo da 
"guerra econ√īmica" que a CIA realizou durante os √ļltimos anos da Guerra 
Fria. Naquela época, Washington tentava frear os esforços europeus para 
importar gás soviético e lutar contra a onda de espionagem industrial 
lançada por Moscou.

A CIA soube das opera√ß√Ķes sovi√©ticas depois de obter dos franceses o 
chamado Dossiê de despedida. Assim descobriu que a KGB tinha criado em 
1970 uma nova divis√£o, chamada Divis√£o T, cuja miss√£o era roubar 
tecnologia ocidental. O braço operativo desta chamava-se Linha X. Seus 
agentes estavam muitas vezes dispersos pelas representa√ß√Ķes sovi√©ticas 
nos Estados Unidos.

Em 1981 o presidente francês François Mitterrand informou a Reagan que 
seus serviços secretos tinham descoberto os planos da Divisão T e os 
nomes dos agentes da Linha X. "O Dossiê de despedida chegou à CIA em 
1981. Causou um vendaval", conta Reed em seu livro, "At the Abyss: An 
insider¬īs history of the Cold War". "Os arquivos eram muito precisos. 
Descreviam o alcance da penetração soviética nos Estados Unidos e em 
outros laboratórios ocidentais. Os russos "estavam construindo sua 
defesa nacional com nossa tecnologia", afirma Reed.

A CIA decidiu contra-atacar e começou a criar arquivos defeituosos 
especialmente atraentes para os agentes da Linha X, agora que Washington 
conhecia suas prioridades.

"Com o propósito de interromper o abastecimento de gás soviético, sua 
maior fonte de renda procedente dos países ocidentais, e a própria 
economia russa", os serviços secretos americanos conseguiram transferir 
um programa defeituoso. "O programa que acionava as turbinas e as 
válvulas devia, depois de um intervalo de normalidade, começar a criar 
uma press√£o que produziria defeitos no mecanismo", descreve Reed. "O 
resultado foi uma explos√£o n√£o-nuclear monumental e um inc√™ndio que p√īde 
ser visto do espaço", durante o verão de 1982. Não houve vítimas, mas a 
explos√£o cumpriu seu objetivo e prejudicou consideravelmente a economia 
soviética.
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Nelson Ferraz | 2 Mar 00:56 2004
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Re: Apresentação e algumas outras cositas

Ricardo Andere de Mello wrote:
>> "O sistema Dosvox, um conjunto de softwares que possibilitam aos cegos
>> utilizarem a Internet, está em vias de instinção por falta de verbas.
> 
> bom,  o patrocínio realmente  é um problema. mesmo que você mude o 
> dosvox para uma solução gnu/linux, ainda seria necessário um pequeno 
> trabalho para a  tradução de certos sistemas para o português.
> links interessantes:
> http://www.linuxkiosken.dk/index.php
> http://www.brlspeak.net/#index.nl.html
> http://www.ipsis.hr/gls/index.html
> http://www.linux-speakup.org/ftp/disks/slackware/zipspeak/index.html
> http://leb.net/blinux/
> existem outros....

Dê uma olhada no Morphix-NLP, que é uma distribuição especializada em 
Natural Language Processing (NLP), incluindo síntese e reconhecimento de 
voz.

http://www.nlplab.cn/zhangle/morphix-nlp/

-- 
[]s

Nelson

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GNU BIS: http://www.gnubis.com.br
PhPerl:  http://www.phperl.com

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Marcus Vinicius- WNETRJ | 2 Mar 03:02 2004
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Re: Responsabilidade Civil

Ol√° Omar,

Desculpe-me se estou sendo chato, mas se a empresa instala software 
livre e emite nota fiscal de serviço após a instalação, o software vai 
estar licenciado para quem: para a empresa que instalou, para a empresa 
onde foi instalado ou para os dois ?

Omar Kaminski wrote:

> Caro Marcos Vinícius,
> 
> Em linhas gerais, o software livre comercializado em "caixinhas" pode ser
> visto como produto, mas para fins fiscais, de acordo com a legislação
> tributária, vem sendo entendido como serviço, cabí­vel o recolhimento de
> ISS.
> 
> Porém, o software que necessita de garantia é aquele que é comercializado, e
> o software livre geralmente é disponibilizado "as is" (da forma em que se
> encontra).
> 
> Também, tendo em vista o novo Código Civil e a função social dos contratos,
> entendemos que o desenvolvedor que disponibiliza o código, a título gratuito
> e de forma aberta, na rede Internet, encontra-se isento de responsabilidade
> de garantia junto ao consumidor final, considerando-se a n√£o-onerosidade
> (com ressalvas) e a disseminação do conhecimento. Porém, este caso só se
> aplica quando não há a comercialização do software.
> 
> Se se trata de prestação de serviços de customização, suporte, etc, é
> aplic√°vel o C√≥digo de Defesa do Consumidor (Lei n¬ļ 8078/90) e Lei de
> Software, mesmo que se trate de software livre. Deverá também haver a
> prestação de suporte durante o prazo de validade técnica do programa, que é
> um requisito legal.
> 
> No caso de software livre "adquirido", é caso de relação de consumo,
> obedecendo ao Código de Defesa do Consumidor, que prevê a obrigatoriedade de
> informa√ß√Ķes adequadas, veda as pr√°ticas e cl√°usulas abusivas, e prev√™ a
> responsabilidade por defeitos e casos de reparação de danos.
> 
> Portanto, entende-se que h√° a necessidade de contrato de licenciamento (no
> caso citado, GPL) e de mais um contrato, que pode ser de prestação de
> serviços.
> 
> √Č dispens√°vel dizer, mas caso pretenda utilizar estes argumentos em sua
> dissertação, por favor cite a fonte :)
> 
> Omar
> 
> 
> ----- Original Message -----
> From: "Mvbsoares" <mvbsoares@...>
> To: <"lista@..." <at> smtp.wnetrj.com.br>
> Sent: Thursday, February 26, 2004 10:40 AM
> Subject: [QuilomboDigital] Responsabilidade Civil
> 
> 
> 
>>Caros amigos causídicos,
>>
>>A empresa A contrata os serviços da empresa B para instalação e
> 
> conifguração
> 
>>de serviços de software livre (squid, netfilter, SAMBA).
>>
>>A empresa A nada entende de software livre. Só sabe que é grátis e que o
>>serviço é muito mais barato que de um firewall de "caixinha".
>>
>>Pergunto-lhes, com base na GPL:
>>
>>(1)Se n√£o h√° contrato escrito de suporte, enquanto a empresa B est√°
>>instalando o SL, a responsabilidade é dela ?
>>
>>(2)Se a empresa B sai de cena, passa a ser responsabilidade a empresa A
>>cuidar do parque instalado ?
>>
>>(3) a responsabilidade varia com a presença da empresa B ? (Quando ela
> 
> est√°,
> 
>>a responsabilidade é dela; quando não está, a responsabilidade é da
> 
> empresa
> 
>>A) ?
>>
>>Quem é o licenciado no caso do software livre: a empresa B que usa ou a
>>empresa A que presta suporte ou as duas ? E se houver um contrato de
> 
> suporte
> 
>>da empresa B para com a a empresa A ?
>>
>>Minhas d√ļvidas existem por que nas licen√ßas comuns de software
> 
> propriet√°rio
> 
>>o licenciado é sempre o comprador ou a pessoa contra quem a nota fiscal é
>>emitida. No caso do software livre a √ļnica nota fiscal vai ser a da
>>prestação do serviço.
>>
>>Agradeço pela ajuda e peço que respondam com fundamentação, pois vou usar
>>esta informa√ß√Ķes em minha disserta√ß√£o de mestrado.
>>
>>Abraços a todos.
>>
>>Marcus Vinicius - Mestrando COPPE/UFRJ
>>Inform√°tica e Sociedade
>>Estudos de Ciência e Tecnologia/Antropologia da Tecnociência
>>--
>>
>>"Havendo suficientes parceiros
>>Qualquer problema é passível de solução"
>>Eric S. Raymond
>>A Catedral e o Bazar
>>
>>‚ÄúFreq√ľentemente, as solu√ß√Ķes mais impressionantes e inovadoras
>>Surgem da percep√ß√£o de que o seu conceito do problema estava errado.‚ÄĚ
>>Idem
>>
>>“A inspiração chega
>>Mas ela tem que te encontrar trabalhando.‚ÄĚ
>>Pablo Picasso
>>
> 
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> 

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\nowidctlpar\widctlpar\adjustright \fs20\lang1046\cgrid {\fs24 --
\par }{\b\fs24 Marcus Vinicius - Mestrando COPPE/UFRJ
\par Antropologia da Tecnoci\'eancia
\par }{\fs24
\par "In a world without fences, who needs Gates ?"
\par Paulino Michelazzio ONG Quilombo Digital
\par
\par "Havendo suficientes parceiros
\par Qualquer problema \'e9 pass\'edvel de solu\'e7\'e3o
\par Eric S. Raymond A Catedral e o Bazar
\par
\par "A inspira\'e7\'e3o chega,
\par Mas tem que te encontrar trabalhando"
\par Pablo Picasso}{\fs24
\par }}

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Ricardo Macari | 2 Mar 03:55 2004
Picon

Re: site claro


Relatei o problema √† Claro e obtive a resposta padr√Ęo:

"Estamos verificando o caso"

No entanto nao fui feliz em navegar no site da Claro com qualquer navegador 
web (konqueror,mozilla e/ou opera).

Somente via Windows+IE foi possivel navegar no site deles.

Então como disse pra Claro: "Quando eu puder navegar no site de vocês eu penso 
em ser cliente, até lá eu navego bem no site da Vivo."

Abraços

Ricardo Macari

Em S√°b 28 Fev 2004 16:40, Rafael Evangelista escreveu:
> povo,
> o site da claro (ex-bcp, ex-tess) n√£o funciona em 2 m√°quinas linux q
> tentei (konqueror e firefox, em máquinas com kurumim e rh9). alguém tem
> o mesmo pblema? é incompatibilidade com o lin?
>
> []
> rafael
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Ricardo Macari
Criciuma/SC/Brasil

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