Sonia Palhares Marinho | 1 Jun 2007 18:18
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Almir Guineto abre o projeto Gente do Samba no Feitiço Mineiro


Fonte: http://www2.correioweb.com.br/cbonline/fimdesemana/sup_fim_34.htm

Música

Dois meses de samba

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Irlam Rocha Lima
Da equipe do Correio
Dario Zalis/Divulgação

Almir Guineto abre projeto Gente do Samba, no Feitiço Mineiro, com shows 
hoje e amanhã

Carioca do Morro do Salgueiro, Almir Guineto é conhecido como um grande 
partideiro. O ofício ele aprendeu em casa, com o pai, Iraci, respeitado 
violonista e compositor do grupo Fina Flor do Samba, e com a mãe, Dona Flor, 
costureira e figura ancestral da escola de samba da Tijuca. Mas, foi na 
famosa roda de pagode do bloco carnavalesco Cacique de Ramos, no final dos 
anos 1970, que ele exercitou e aperfeiçoou sua arte.

Por 15 anos, Guineto conduziu a bateria da Acadêmicos do Salgueiro, deixando 
o posto para o irmão mais novo, o lendário Mestre Louro. Em 1980, já 
conhecido como mestre do partido-alto, o cantor e compositor se juntou a 
Neoci, Jorge Aragão, Sombrinha, Bira, Ubirany e Sereno para fundar o grupo 
Fundo de Quintal. Um ano depois, deixou o conjunto e iniciou carreira solo, 
e, de cara, ganhou o MPB-Shell, festival promovido pela TV Globo, com o 
samba Mordomia.

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Marcelo Neder | 1 Jun 2007 19:02
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Re: Enc: Res: Duvidas tecnicas para comprar um violao

João, desculpe a demora, mas ultimamente não tenho tido muito tempo para internet. Basicamente, eu
aconselharia a vc a ver o estado de conservação dos dois. Se ambos estiverem nivelados nesse quesito, o
próximo passo seria observar a ergonomia dos instrumentos, ou seja, o conforto que cada um deles oferece
ao tocar o estilo que lhe interessa. Não adianta muito vc comprar um violão excelente e ele simplesmente
ser desconfortável para o estudo. Quanto a sonoridade do instrumento, a lógica de timbre das madeiras
é a seguinte: Quanto mais dura a madeira, mais agudo é o timbre; quanto mais leve, mais grave. Isso tem a
ver com física. O som se propaga mais rápido em um material mais denso e mais devagar em um mais poroso.
Pela velocidade do som é definida a frequencia do timbre e pela mistura de madeiras o timbre do
instrumento. Esse raciocinio de que com o tempo  o som do instrumento amadurece, não deve ser tomada como
critério de escolha visto que, a medida que o tempo passa, a
 umidade natural das madeiras vai diminuindo em todos os instrumentos (não apenas em um específico).
Portanto ambos os violões vão ter o som amadurecido com o tempo. Quanto mais seca a madeira melhor o timbre.
  Segundo o livro "Avaliação das Madeiras da Amazônia para manufatura de instrumentos musicais" do
Instituto de Pesquisas da Amazônia - INPA, a melhor relação de madeiras para construção do violão
é a seguinte:

  Tampo: Abeto Europeu (muitas vezes sustituído pelo Canadense)
  Laterais e Fundos: Jacarandá-da-Bahia
  Braço: Mogno ou Cedro
  Escala: Ébano

  Traduzindo a relação de madeiras que vc mandou:

  Rodriguez C1

Finish: Gloss / não tenho certeza mas acredito que seja o acabamento do verniz: Gloss (deve ser brilhante -
meu inglês macarrônico nunca se deparou com esse termo em Luthieria rsrsrs...

  Tampo: Cedro Canadense (É uma madeira de timbre grave, não conheço o canadense, mas o tampo do meu
cavaquinho é de cedro - acredito eu, brasileiro - e tem um timbre excelente, por sinal o cavaquinho todo é
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Marcelo Neder | 1 Jun 2007 19:08
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Re: Opinião X Fatos

Bicho,
  Sinceramente...
Se vc enxergou na frase abaixo, uma deturpação das suas idéias seguido de um ataque demolidor, quem
está dando uma de espantalho aqui não sou eu.

   
  José Luis Vivas Frontana <jlvivas@...> escreveu:

Transcrevo:

Não se pode tomar como absoluto quaisquer critérios estéticos.

JLV

Marcelo Neder wrote:

> Por favor,
> transcreva os trechos do meu texto onde eu deturpo suas idéias e as 
> ataco demolidoramente. Se vc não percebeu, esse tipo de "combate" não 
> faz o meu feitio.
>
>

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Marcelo Neder | 1 Jun 2007 19:19
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Re: positivismo musical (que p* é essa?)

O que eu quis dizer, é que são contextos diferentes.
No primeiro, o ponto-de-vista, não é o meu. Ou seja a ótica é a do macaco.
  No segundo é a minha opinião pessoal como músico. Mas veja vc que se houve uma contradição na redação
do texto, eu assumo sem o menor problema. Muitas vezes não somos claros ao redigir nossas idéias.
Independente disso, não tenho a menor pretensão de "ter razão" ou de vencer uma discussão pessoal.
Ainda mas sobre um tema tão insignificante quanto esse. Algumas pessoas por alguma razão têm uma
necessidade muito grande de auto-afirmação e de provar que estão certas. Cara, eu, não tô nem aí...
  É como eu já disse anteriormente, não vou tentar provar nada pra ninguém.
  E sinceramente acho que esse tema em si, já está completamente fora do propósito dessa lista. Amo Marisa
Monte. Respeito o Brega. Respiro samba. Transpiro choro e de vez em quando requebro um axezinho que
ninguém é de ferro. No mais, vivo feliz e em paz com meus oponentes de discussão.

  Abs

  Marcelo Neder

  
José Luis Vivas Frontana <jlvivas@...> escreveu:
  Marcelo Neder wrote:

> Tenha certeza que o macaco vai perceber uma diferença entre o que ele 
> criou ao pular no piano e a Sonata do Luar de Beethoven, 
> principalmente se interpretada pelo próprio Beethoven.

Então você acha que há diferença.

> Acredito eu, que não exista diferença alguma entre os sons do macaco 
> no piano, para a Sonata do Luar de Beethoven.

Agora você acha que não há diferença.
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gabrielg | 1 Jun 2007 21:44
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RES: RES: [S-C] RES: Acústico MTV !!!

Pois é, estava conversando com um amigo outro dia mais ou menos isso aí. A gente passa anos estudando,
pesquisando, catando informação onde pode, rodando de sebo em sebo pra conseguir um disco pra no fim das
contas nego vir chamar a gente de pagodeiro. 

Uma vez, em um churrasco de uns familiares, cheguei com um pessoal pra fazer uma boquinha antes de ir pra uma
roda de choro. O detalhe é que eu estava com o cavaco a tiracolo e logo vieram pedir pra eu tocar alguma
coisa. Comecei a tocar Inesquecível (justamente do Paulinho) e logo gritou um infeliz lá do fundo "Pô,
essa aí ninguém conhece. Toca a nova do revelação!!!"

Depois o povo reclama que eu só vou nos churrascos deles pra comer. Kkkkkkkkkkkkkk.

Obs.: Arrocha é apelação!!! E olha que você foi extremamente bonzinho na sua descrição.

Aquele abraço,

Gabriel Gomes

De: Wagner Freitas [mailto:freitas1f@...] 
Enviada em: sexta-feira, 1 de junho de 2007 16:03
Para: Gabriel Gomes
Assunto: Re: RES: [S-C] RES: Acústico MTV !!!

Tocar Katinguelê é foda...vc me lembrou um cantor da noite que estava tocando num barzinho aqui de
Aracaju, num dado momento alguem começou a pedir para ele tocar canções que não estavam no
repertório religiosamente escolhido e arduamente ensaiado, musica de gostos duvidosos, o cantor não
aguentando mais tanta solicitação, enfiou o violão embaixo do braço e abandonou o barzinho deixando
os clientes e o dono do bar estarrecido. Esse músico depois me confidenciou : Freitas eu tenho um
repertório de mais de mil músicas escolhidas a dedo, e uns f.d.p. me pedem para tocar  "arrocha" !

Para quem não sabe: arrocha é um ritmo musical nascido de uma derivação do bolero, muito difundida e
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Re: positivismo musical (que p* é essa?)

Eram dois conetxtos diferentes: em um contexto eu dizia que o macaco não 
ia perceber nenhuma diferença. Pra contradizer isso você tinha que 
afirmar que o macaco ia perceber diferença sim. No outro contexto eu 
dizia que havia diferença entre o que o macaco produzia e a sonata do 
luar. Pra  contradizer isso você tinha que dizer que não havia  
diferença não. Não deixa de ser uma forma de coerencia, ao menos na atitude.

JLV

Marcelo Neder wrote:

> O que eu quis dizer, é que são contextos diferentes.
> No primeiro, o ponto-de-vista, não é o meu. Ou seja a ótica é a do macaco.
> No segundo é a minha opinião pessoal como músico. Mas veja vc que se 
> houve uma contradição na redação do texto, eu assumo sem o menor 
> problema. Muitas vezes não somos claros ao redigir nossas idéias. 
> Independente disso, não tenho a menor pretensão de "ter razão" ou de 
> vencer uma discussão pessoal. Ainda mas sobre um tema tão 
> insignificante quanto esse. Algumas pessoas por alguma razão têm uma 
> necessidade muito grande de auto-afirmação e de provar que estão 
> certas. Cara, eu, não tô nem aí...
> É como eu já disse anteriormente, não vou tentar provar nada pra ninguém.
> E sinceramente acho que esse tema em si, já está completamente fora do 
> propósito dessa lista. Amo Marisa Monte. Respeito o Brega. Respiro 
> samba. Transpiro choro e de vez em quando requebro um axezinho que 
> ninguém é de ferro. No mais, vivo feliz e em paz com meus oponentes de 
> discussão.
>  
> Abs
>  
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Re: Opinião X Fatos

Quem disse que você está dando uma de estampalho? De novo voê está 
deturpando o que eu disse. Eu disse que a sua forma de argumentar é a 
clássica do homem de palha: você inventa as coisas que o seu 
interlocutor diz, geralmente coisas sem sentido, e depois você rebate. 
Ese intelocutor ficticio é quem é o homem de palha, ou seja, o 
interlocutor não existe na verdade, você inventa, por isso é um homem de 
palha, mas ao mesmo tempo faz de conta que é o interlocutor real quem 
está disse isso, é aí que está a enganação.

E você não somente deforma o que o ele diz, mas até inventa o que ele 
vai dizer, como nisto que você escreveu:

É praticamente impossível delimitar a diferença entre um som musical e 
um ruído. Mesmo um som com frequencia característica de um ruído, pode 
virar música, se bem aproveitado. Aí vc vai me dizer:
" - Mais quem vai aproveitar esse som é um músico, etc e tal..."
E eu replico:
 - E aquele passarinho que inferniza a vizinhança de um bairro e (com o 
mesmo canto) encanta o outro lado da vila?

Você sabe até o que ele vai dizer, e já tem a réplica pronta. Assim você 
ganha qualquer parada.

Exemplo mais evidente da falácia do homem de palha que este não se vê 
nem no gibi.

JLV

Marcelo Neder wrote:

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Marcelo Neder | 2 Jun 2007 03:54
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Re: positivismo musical (que p* é essa?)

        Sim, é verdade! Vc tem razão.

   
  Abs

  Marcelo Neder

José Luis Vivas Frontana <jlvivas@...> escreveu:   Eram dois conetxtos
diferentes: em um contexto eu dizia que o macaco não 
ia perceber nenhuma diferença. Pra contradizer isso você tinha que 
afirmar que o macaco ia perceber diferença sim. No outro contexto eu 
dizia que havia diferença entre o que o macaco produzia e a sonata do 
luar. Pra contradizer isso você tinha que dizer que não havia 
diferença não. Não deixa de ser uma forma de coerencia, ao menos na atitude.

JLV

Marcelo Neder wrote:

> O que eu quis dizer, é que são contextos diferentes.
> No primeiro, o ponto-de-vista, não é o meu. Ou seja a ótica é a do macaco.
> No segundo é a minha opinião pessoal como músico. Mas veja vc que se 
> houve uma contradição na redação do texto, eu assumo sem o menor 
> problema. Muitas vezes não somos claros ao redigir nossas idéias. 
> Independente disso, não tenho a menor pretensão de "ter razão" ou de 
> vencer uma discussão pessoal. Ainda mas sobre um tema tão 
> insignificante quanto esse. Algumas pessoas por alguma razão têm uma 
> necessidade muito grande de auto-afirmação e de provar que estão 
> certas. Cara, eu, não tô nem aí...
> É como eu já disse anteriormente, não vou tentar provar nada pra ninguém.
(Continue reading)

Marcelo Neder | 2 Jun 2007 03:56
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Re: Opinião X Fatos

        Sim, é verdade! Vc tem razão.

  Abs

  Marcelo Neder

José Luis Vivas Frontana <jlvivas@...> escreveu:   Quem disse que você
está dando uma de estampalho? De novo voê está 
deturpando o que eu disse. Eu disse que a sua forma de argumentar é a 
clássica do homem de palha: você inventa as coisas que o seu 
interlocutor diz, geralmente coisas sem sentido, e depois você rebate. 
Ese intelocutor ficticio é quem é o homem de palha, ou seja, o 
interlocutor não existe na verdade, você inventa, por isso é um homem de 
palha, mas ao mesmo tempo faz de conta que é o interlocutor real quem 
está disse isso, é aí que está a enganação.

E você não somente deforma o que o ele diz, mas até inventa o que ele 
vai dizer, como nisto que você escreveu:

É praticamente impossível delimitar a diferença entre um som musical e 
um ruído. Mesmo um som com frequencia característica de um ruído, pode 
virar música, se bem aproveitado. Aí vc vai me dizer:
" - Mais quem vai aproveitar esse som é um músico, etc e tal..."
E eu replico:
- E aquele passarinho que inferniza a vizinhança de um bairro e (com o 
mesmo canto) encanta o outro lado da vila?

Você sabe até o que ele vai dizer, e já tem a réplica pronta. Assim você 
ganha qualquer parada.

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David Rumpler | 2 Jun 2007 08:16

"Alo" de Boston (from David Rumpler)

Faz tempo que eu quiz mandar um abraco para todas os musicos e amigos que eu conheci durante os seis meses que
morei no Rio. Quero agradecer Galoti para o cd que eu recebi (faz dois anos ja!) atravez de um amigo que
estava visitando Rio em 2005. Continuo aqui em Boston, tocando cavaquinho (e jazz piano tambem.)
Na epoca (1998!), meu lugar predileto era um antiqario na Rua Lavradio que virou casa de musica a noite. Eu
acho que era chamado de "Coisa da Antiga".  Se voce lebra de mim e quer escrever, o melhor endereco e' 

quik ponto com (e' so colocar meu sobrenome em frente)

David Rumpler
http://www.swingbrazilmusic.com


Gmane