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IDEEC - Curso - Implantação de Sistemas de Gestão Ambiental (ISO 14000) - 19/05 - sábado

IDEEC - CURSO - Implantação de Sistemas de Gestão Ambiental, segundo a ISO 14.000 - 19/05 - sábado
 
(Último dia de inscrição com desconto - sexta-feira - 04/05)
 
Objetivo
Prover aos participantes conhecimentos básicos sobre o Gerenciamento  das etapas na implantação do SGA (Sistema de Gestão Ambiental) nas Organizações, possibilitando a adequação do ambiente aos requisitos da norma NBR ISO 14.001:2004, bem como formar bases para o futuro processo de integração com os demais sistema de gestão.
 
Público-alvo
Gestores e técnicos Empreendedores de organizações de diferentes portes, além de profissionais que estejam envolvidos com o processo de implantação do SGA. Estudantes de diferentes áreas interessados nesse campo do conhecimento.
 
Programa:
·Sucesso do SGA: Canal de Comunicação;
·Panorama da NBR ISO 14001:2004 – Análise dos itens normativos;
·Etapas da Implantação - Detalhamento;
·Estudos dos elementos chave da implantação;
·Preparação para a Integração.
 
Local: Hotel Novo Mundo - RJ - Praia do Flamengo, nº 20 - Rio de Janeiro - RJ
 
Data: 19/05/2007 - Sábado
 
Horário: 8:30 h à 17:00 h.
 
Valor: R$ 245,00 para inscrições até 04/05.
         R$ 315,00 para inscrições após 05/05.
 
Vagas limitadas, preenchidas pela ordem de pagamento do boleto bancário.
 
O valor da inscrição inclui almoço, material didático e certificado.
 
Esse curso pode ser realizado in company.
 
Instrutor
Ricardo França Nunes da Rocha, químico (UERJ) com MBA em Planejamento e Gestão Ambiental (Cândido Mendes/ CRQ) , sendo atualmente Coordenador de Meio Ambiente de indústria do segmento de Petróleo e Gás, possuindo mais de 20 anos de atuação  nesse segmento. Professor da Universidade Estácio de Sá, Instituto Ecológico Aqualung e Universidade Veiga de Almeida em cursos de graduação e pós-graduação.
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ENC: Participe do Saturday Night Code

 

 

 

De: Microsoft [mailto:Microsoft <at> newsletters.microsoft.com]
Enviada em: quarta-feira, 2 de maio de 2007 08:07
Para: marcelo.silva <at> thescience.org
Assunto: Participe do Saturday Night Code

 

Dia 5/5/2007 - 21:00 h (Brasília)
Criando Aplicações Web Ricas com Expression, WPF/E e Windows Live

Palestrantes:
Marcelo Negrini e Guilherme Gomes.

Resumo:
Este Webcast mostrará o processo de desenvolvimento de uma aplicação Web com alta qualidade visual e interatividade usando as ferramentas do Microsoft Expression, o WPF/E e serviços do Windows Live. O Webcast mostrará como manipular desenhos criados originalmente no Adobe Illustrator, utilizando o Microsoft Expression Design para otimizá-los e exportá-los no formato XAML, como usar o Expression Media para selecionar e preparar grandes quantidades de arquivos, como usar o Expression Web para criar páginas Web complexas e como usar o Expression Blend e o Visual Studio na criação de interfaces 3D.

Inscrição:
Clique aqui para fazer sua inscrição.

 


 

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Jorge Eduardo | 4 May 2007 13:10
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Telefone do Millan

Olá desculpe-me está enviando este email para este grupo.
 
Mas como eu sei que o Claudio e o Rossi acessam esta lista direto....entao vai...
 
Galera podem me passar o email do Millan?
 
abraço,
 
Jorge Eduardo

Veja só alguns dos novos serviços online no Windows Live Ideas — são tão novos que ainda não foram disponibilizados oficialmente. Experimente!
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Henrique Tavares | 6 May 2007 00:46
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Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD)

Pessoal,

isso eu vi no discovery channel....espantoso.....nao tinha ouvido
falar nisso ainda...

Trata-se de uma arma de guerra que emite "som canalizado"....assim
como o laser eh luz concentrada, o lrad eh som concentrado...

Quem estiver ao lado do dispositivo nao o ouve, mas que estiver a
frente dele consegue ouvir um som super violento, mesmo a uma
distancia de quilometros....

http://casa.hsw.com.br/dispositivo-acustico-de-longo-alcance-lrad.htm

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Ugo Lombardi | 6 May 2007 02:10
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Re: Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD)

Tb assisti isso..."ARMAS DO FUTURO"...hehe
mt doido!

Henrique Tavares <hn_tavares <at> yahoo.com.br> escreveu:
Pessoal,

isso eu vi no discovery channel....espantoso.....nao tinha ouvido
falar nisso ainda...

Trata-se de uma arma de guerra que emite "som canalizado"....assim
como o laser eh luz concentrada, o lrad eh som concentrado...

Quem estiver ao lado do dispositivo nao o ouve, mas que estiver a
frente dele consegue ouvir um som super violento, mesmo a uma
distancia de quilometros....

http://casa.hsw.com.br/dispositivo-acustico-de-longo-alcance-lrad.htm


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RES: [infoestaciocf] Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD)

Professor Henrique,

 

 

Falando sobre tecnologia,

 

 

Eu tenho um artigo que saiu na Scientific American do ano passado... (se quiser, levo para você)... transmissão de dados por LUZ... (polarizada... vertical=1, horizontal=0)... os caras fizeram um link de 80 km com dados passando a velocidade da luz... UAU! Os testes continuam... outro detalhe... a segurança seria quase infinita... (utilização de filtros de luz).

 

Abraços

 

 

 

De: infoestaciocf <at> yahoogrupos.com.br [mailto:infoestaciocf <at> yahoogrupos.com.br] Em nome de Henrique Tavares
Enviada em: sábado, 5 de maio de 2007 19:47
Para: infoestaciocf <at> yahoogrupos.com.br
Assunto: [infoestaciocf] Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD)

 

Pessoal,

isso eu vi no discovery channel....espantoso.....nao tinha ouvido
falar nisso ainda...

Trata-se de uma arma de guerra que emite "som canalizado"....assim
como o laser eh luz concentrada, o lrad eh som concentrado...

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Henrique Tavares | 6 May 2007 21:52
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Re: RES: Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD)

Professor Marcelo,

vou lhe pedir que leve para a universidade sim. Isso é fabuloso realmente pois a necessidade de criptografia poderia ser descartada, quem sabe...

A idéia de uso do lrad como arma militar me deixou espantado também. O documentário do discovery channel falava também sobre usos mais amigáveis da tecnologia, tais como aquelas chamadas passadas pelo sistema de som de um supermercado solicitando o comparecimento de um determinado funcionário à gerência. Os clientes não seriam obrigados a ouvir tais mensagens pois o lrad "canalizaria" o som, direcionando essas mensagens sonoras somente para os funcionarios posicionados nos caixas, por exemplo....

Foi dado também o exemplo de um bar com música ambiente. Os clientes que preferissem se sentar no balcão escutariam uma música que nao seria ouvida por outros clientes que viessem a se acomodar nas mesas, por exemplo....

"Prof. Marcelo Silva, M. Sc." <msc.marcelosilva <at> gmail.com> escreveu:

Professor Henrique,
 
 
Falando sobre tecnologia,
 
  o>
Eu tenho um artigo que saiu na Scientific American do ano passado... (se quiser, levo para você)... transmissão de dados por LUZ... (polarizada... vertical=1, horizontal=0)... os caras fizeram um link de 80 km com dados passando a velocidade da luz... UAU! Os testes continuam... outro detalhe... a segurança seria quase infinita... (utilização de filtros de luz).
 
Abraços
 
 
 
De: infoestaciocf <at> yahoogrupos.com.br [mailto:infoestaciocf <at> yahoogrupos.com.br] Em nome de Henrique Tavares
Enviada em: sábado, 5 de maio de 2007 19:47
Para: infoestaciocf <at> yahoogrupos.com.br
Assunto: [infoestaciocf] Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD)
 
Pessoal ,

isso eu vi no discovery channel....espantoso.....nao tinha ouvido
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Claudia Pessanha | 7 May 2007 17:19
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Leiam e reflitam...

Recebi esse texto em um dos meus grupos, achei muito interessante e estou repassando. É sobre Gestão de Pessoas:

Max Gehringer [palestrante e colunista de EXAME]

Administradores...

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente.

Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.

Figuras como o Raul.

Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim. Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase.

Deu no que deu.

O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de "paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino". E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos.

E quem era o chefe do Pena? O Raul.

E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição?

Ninguém na empresa sabia explicar direito.

O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito.

Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa.

Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais burrinho já tinha sido astronauta.

E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta. O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer.

Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:... ele entendia de gente.

Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.

E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima:

"Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo".

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.

--
<at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at> <at>             

           - = Claudia Pessanha = -

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flávio Nogueira da Costa | 12 May 2007 00:26
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MERCADO OU MESTRADO ???

FÊNIXXX... RSRS...so pra descontrair.

Mercado ou Mestrado? Quarta-feira, 18 Abril, 2007
Posted by Jose Luis Braga in Carreira, Educação. trackback

Uma dúvida que inferniza a cabeça dos formandos em algumas áreas é: e agora,
vou para o mercado de trabalho, ou vou tentar um mestrado? Como toda
decisão, essa também envolve riscos, e é natural que todos queiram ter algum
controle sobre os riscos, minimizando seus efeitos. Na área de computação,
associada com a rápida evolução tecnológica, essa dúvida também é muito
comum.

MERCADO. O mercado de trabalho na área de computação experimenta mudanças
tecnológicas em intervalos de tempo relativamente curtos, o que por si só já
é um desafio a ser vencido. Não só mudanças no hardware, que ocorrem com
maior frequência, mas também mudanças no software, técnicas de construção de
sistemas, novas linguagens, novas ferramentas, adoção de processos, e
exigências legais relacionadas com a facilidade de auditoria em sistemas
(SARBOX), governança em TI (ITIL, Cobit), responsabilidade social (SA8000),
etc. Para quem vai encarar o mercado, isso significa ter que se submeter a
certificações profissionais nas exigências que estejam em alta no mercado de
trabalho. Certificações devem ser revalidadas periodicamente, elas têm prazo
de validade. E elas custam caro, tanto a preparação quanto a certificação
propriamente dita. Portanto, você vai estar submetido tanto à pressão de ter
que evoluir nas certificações mantendo-se atualizado, quanto à pressão e
estresse do estilo de vida dos profissionais da área.

MESTRADO. O mestrado significa encarar mais um tempo de estudos, raramente
menos de 24 meses, aprofundando o conhecimento em fundamentos da área,
aprendendo a desenvolver pesquisas e projetos, assumindo o papel de rato de
biblioteca física ou virtual, publicando artigos científicos, participando
de congressos, simpósios e workshops. Aprende-se muito na questão da
convivência com colegas de equipe e orientador, que nem sempre é pacífica e
sem conflitos. Aprende-se a ter intimidade com o jargão da área: Qualis,
Capes, CNPq, Fapxxxx (Fapemig, Fapesp…), a encarar a crônica falta de
recursos, a participar de congressos e simpósios no estilo escoteiro e
vários outros desafios. Ganha-se em liberdade na escolha das leituras, no
avanço do conhecimento, refinamento intelectual, capacidade de observação e
visão de mundo, o que pode significar mais segurança pessoal para encarar
novos desafios.

Claro que os dois perfis traçados acima podem ser melhorados, quero apenas
dar uma idéia geral dos desafios. Agora, vamos à análise: mercado ou
mestrado? Se sua intenção é largar de uma vez por todas os bancos de escola
e ir para a rua, então sua opção clara é pelo mercado, e seu caminho está
traçado. A dúvida que fica é: até que ponto vale a pena se submeter a um
mestrado, para melhorar as chances no mercado de trabalho? Antes de mais
nada, não se iluda, o mestrado dificilmente vai significar melhoria em
termos salariais, até pelo contrário. O mercado paga pelo que você faz, e
não pelo que você é. Esse é um aspecto que deve ficar bem claro no seu
modelo de mundo. Existem ótimas oportunidades no mercado, e as exigências de
conhecimento específico e experiência aumentam na medida em que aumenta o
nível de responsabilidade dos cargos.

O mestrado vai ter muito mais impacto em termos pessoais, de segurança em
termos de conhecimento de fundamentos, segurança para se aventurar em outras
áreas com mais facilidade, de entender melhor os avanços tecnológicos e seus
impactos no trabalho e na carreira. O mestrado abre ainda uma possibilidade
de você atuar como professor, há uma grande procura por profissionais
titulados para fazerem parte do corpo docente de faculdades e universidades.

O mercado que exigiria mais do ponto de vista de formação e fundamentos, é o
da pesquisa tecnológica ou científica em empresas. Esse é um mercado mais
sofisticado, que chega a exigir formação em nivel de doutorado dos novos
ingressantes. Esse mercado ainda é muito estreito no Brasil, onde o
desenvolvimento de pesquisas ocorre em universidades e centros de pesquisa
públicos, na esmagadora maioria dos casos. Ao contrário do que acontece nos
paises industrializados e desenvolvidos, onde o desenvolvimento tecnológico
acontece muito mais nas empresas, que mantêm grupos de pesquisa qualificados
para garantir sua posição no mercado e a liderança em inovação. Vale a pena
ler um pouco sobre os casos da IBM, SAMSUNG, 3M e outras grandes detentoras
de registros de patentes no mundo (veja aqui os dados relativos a 2006).

Bom, mas e dai, qual decisão tomar? A decisão final é pessoal, o máximo que
a gente consegue fazer é ajudar a enxergar melhor as opções e tendências. Um
conselho que posso dar é: não vá pelo caminho do mestrado se essa escolha
significar apenas uma acomodação sua, uma inércia para encarar mudanças e
sair da sua zona de conforto. Possíveis consequências disto podem ser um
mestrado mal feito e a construção de uma imagem negativa exatamente com quem
mais poderia ajudar em alguma outra fase de sua vida, os seus professores e
orientador.

Na maioria dos casos, encarar o mercado logo depois de formado para depois
tentar um mestrado é um caminho mais dificil, pois certamente vai envolver
abrir mão de bom salário e conforto, para se sujeitar a viver de bolsa de
estudo, voltar para o ambiente acadêmico, etc. Antes de tomarem a decisão, o
passo mais acertado é conhecer melhor as variáveis, conversar com
professores e colegas, fazer uma busca exaustiva por informações.

Uma última lembrança: para entrar em um mestrado, é exigido antes de mais
nada um ótimo histórico escolar, iniciação cientifica e até publicação de
algum artigo, pois a concorrência é muito forte. Portanto, o melhor é se
preparar desde o primeiro dia no curso superior. Depois de formado, se o seu
histórico estiver baleado, não tem como recuperar o tempo perdido, não há
carta de apresentação que resolva.

(extraído de um debate que promovo com os formandos do Bacharelado em
Ciência da Computação do DPI-UFV, na minha disciplina Sistemas de
Informação).

Bem galera! é isso aí... pensem! reflitam! e sorte para todos...

Flávio Nogueira da Costa
< Analista de Sistemas >

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e agora com rede social http://spaces.live.com/

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flávio Nogueira da Costa | 12 May 2007 00:55
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SERVIÇO PÚBLICO OU INICIATIVA PRIVADA ???

Bem... achei alguns artigos do Pós_Doutorado Jose Luis Braga, que tem uma
bagagem de +- 30 anos de vida profissional e academica da UFV. Ele reflete
com seus alunos sobre tendencias e resolvi postar aqui alguns deles... ACHO
Q AJUDA MUITOS FORMANDOS E FORMADOS!

Serviço público ou iniciativa privada? Sexta-Feira, 27 Abril, 2007
Posted by Jose Luis Braga in Carreira. trackback

Uma outra decisão que ocupa a mente e a vida dos recém-formados, e também
dos que já estão no mercado de trabalho, é sobre partir ou não para uma
carreira na área pública. Os editais para contratação têm aparecido com
muita frequência, oferecendo bons salários iniciais e enchendo os sonhos dos
candidatos. E as prefeituras municipais também têm contratado, destaque para
o Programa de Saúde da Família que se transformou em um passo intermediário
para muitos médicos e outros profissionais recém-formados da área de saúde.
Essa é outra decisão complicada, cheia de armadilhas e riscos, muito mais do
que a dúvida Mercado ou Mestrado?, que comentei na última postagem. Minha
análise aqui é baseada na minha própria visão de 30 anos como funcionário
público federal, professor do terceiro grau.

Antes de mais nada, não encham demais os olhos com os altos salários
iniciais oferecidos nos editais na área pública, embora eles sejam
tentadores (um valor de que me lembro, de edital recente acho que para
Auditor, era de R$7.500,00). O que fatalmente vai acontecer é que o seu
salário vai ser sempre esse ou pior, ao longo do tempo. E você vai chegar ao
final da carreira, na hora de se aposentar, com um salário corroido e que
não garante a manutenção do seu poder aquisitivo, corrigido aqui e ali por
alguma promoção ou aumento salarial gentilmente concedido pelo governo
depois de algumas greves ou paralizações.

Quando fui contratado na UFV em agosto de 1976 como Auxiliar de Ensino,
recém-formado e sem Mestrado, meu salário correspondia a mais ou menos
US$3.000,00 brutos. O poder de compra de US$1,00 nos EUA nessa época (1976)
correspondia a US$3,61 nos dias de hoje (2007), projetado pela inflação
deles (neste site, entrar em Inflation Calculator). Esta é apenas uma
referência para termos uma base de comparação, muitos outros fatores teriam
que ser levados em consideração para fazermos o transporte correto de
valores e principalmente de contexto. Meu salário bruto hoje, convertido em
dólar, fica abaixo daquele valor que eu ganhava quando fui contratado, e
nunca nem vai passar perto dos US$10.000,00 que seria aquele mesmo valor
corrigido pela inflação do dólar. Isso depois de muito sofrimento, tensão,
desânimo, mestrado, doutorado, pós-doutorado, uma greve a cada dois anos que
acabaram com as nossas férias, e de ter percorrido todos os níveis da
carreira de professor do terceiro grau e de já estar agarrado no último
nível da carreira desde 1998. E o salário inicial da carreira hoje, para
professor Auxiliar, anda por volta dos US$1.000,00 brutos!

A questão salarial ainda não é o pior ponto, no meu entendimento. Uma
questão muito mais complicada se refere à empregabilidade, que é a sua
competência ou capacidade de se manter empregável ao longo do tempo. Que
significa estar atualizado com relação ao mercado de trabalho privado, com
as certificações em dia, acompanhando a evolução da área e pronto para
encarar uma eventual saida do emprego público, indo para a área privada e
concorrendo em condições de igualdade com quem já está lá. Treinamento não é
um ponto forte no setor público, e se você não for pessoalmente muito
agressivo e não desanimar depois de algum tempo, vai se transformar num
dinossauro tecnológico, completamente fora do mercado de qualquer canto do
mundo. O treinamento de funcionários na área pública é muito fraco ou
inexistente, sempre na dependência de governantes, chefias, falta de
recursos, é um ciclo vicioso que vai piorando a sua situação ao longo do
tempo. E você fica no meio da tormenta, cada vez mais desanimado e cada vez
mais preso a valores do tipo estabilidade no emprego, aposentadoria e
carteira assinada, incompativeis com o mercado de trabalho atual e com o
mundo plano e sem fronteiras.

Uma terceira questão se refere à valorização do funcionário público perante
a sociedade, que se reflete diretamente na nossa auto-estima. Quem é o
funcionário público perante a sociedade? Grevista, relapso, não cumpre
horário, ganha altos salários, se aposenta como um marajá, causador de todos
os problemas com a Previdência Social, responsável pela inflação alta, e
precisa de mais? O próprio governo, que é o empregador, se encarrega de
construir e polir cuidadosamente essa imagem negativa. Governos entram e
saem, e isso não muda, continuamos a ser o cocô do cavalo do bandido, todo
mundo no mesmo saco independente de todo e qualquer esforço que a gente faça
para mudar essa imagem. Não é necessário procurar muito para constatar que
essa é a imagem do servidor público perante a sociedade, basta acompanhar os
principais noticiários de jornais e telejornais. Se quiserem outra opinião
mais forte, realista e desanimadora, leiam aqui.

Tenho assunto para escrever muito mais sobre a área pública, mas vou parar
aqui e falar um pouco da carreira na área privada. O ponto principal na área
privada é: você é dono da sua carreira, da sua empregabilidade, das suas
férias, do seu plano de saúde, das suas certificações, da sua ascensão
profissional e do seu futuro. Tudo depende da sua competência, espirito
empreendedor, arrojo e capacidade de inovar. Seu salário vai ser determinado
pelo seu valor de mercado, pela sua experiência e pelo valor que você vai
retornar ao seu empregador. E você ainda terá a liberdade para ter sua
própria empresa, as oportunidades na área de TI são imensas e em franca
expansão, o limite é o mundo. Se seu trabalho não lhe satisfaz, e se você é
competente, empreendedor e manteve sua empregabilidade, a mudança para outro
trabalho melhor é questão simples, o mercado é imenso mas cada vez mais
exigente. Nunca se esqueça da empregabilidade, esse continua sendo um fator
crucial em qualquer situação. Esse mercado tem também seus pontos negativos:
estresse constante pelo excesso de trabalho e de compromissos, muita
competição, cronogramas por cumprir, estouro de orçamento, time-to-market,
falta de tempo para alguma atividade física, refeições irregulares em termos
de tempo, sossego e qualidade. Sua saúde pode ficar muito comprometida por
tudo isso, mas… depende de você querer mudar seu ritmo e partir para outra
se o nivel de estresse estiver acima do que você conseguir suportar.

Felizmente, parece que uma mudança está em curso na área pública. Cargos
estratégicos, tradicionalmente ocupados por apadrinhados de politicos, estão
sendo lentamente ocupados por funcionários técnicos, de carreira, com
pós-graduação em administração ou área correlata, com forte espírito
empreendedor. Alguns governos estaduais estão adotando essa linha mais
técnica (destaque para os governos dos estados de Minas Gerais e do Rio de
Janeiro), e no meu entendimento essa mudança tende a valorizar as carreiras
na área pública, ainda que lentamente. Não é possivel nem estabelecer um
horizonte para que essa revolução se propague, mas ainda que ela esteja
ocorrendo lentamente, é uma luz no fim do túnel. E, se sua vocação é ser
professor e pesquisador, então você não vai ter escolha, seu caminho é
tentar entrar em alguma universidade pública, pois raras escolas privadas
investem em pesquisa. Esse caminho, apesar dos percalços que já citei do
serviço público, tem suas compensações, a principal delas é sua liberdade de
criar, estudar, ler, crescer intelectualmente e de ser responsável por parte
da formação intelectual de milhares de jovens graduandos, mestres e doutores
que vão entrar no mercado de trabalho com uma consciência melhor. Lembre-se:
raramente se contrata algum profissional em universidade pública que não
tenha doutorado, são pouquissimas as exceções.

Mais uma vez, minha intenção foi mostrar alguns pontos para vocês pensarem,
e jogar a decisão de volta para vocês próprios. Procurei não ser negativo
demais ao pintar a carreira na área pública, não me deixando levar pelos
meus próprios ranços e tendências que ganhei ao longo desses trinta anos.
Espero ter ajudado mas… cada um é cada qual (Adilson Maguila).

Abracos

Flavio Nogueira da Costa
< Analista de Sistemas >

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