farid abdelnour | 14 Apr 21:02 2014
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Música-protesto: Solidariedade Feminina

Salve pessoal

Juntamos a “pilha” com a vontade de fazer. Para fortalecer a luta pelo respeito à mulher e contra a opressão machista, Thabata lança hoje a música-protesto Solidariedade Feminina. A letra é uma composição autoral da cantora, com base e vídeo-clipe produzidos em processo colaborativo, com a comunidade do Mercado Sul de Taguatinga. Foi uma semana de envolvimento e produção. Nem precisa falar mais, a música fala por si.
Feito com kdenlive.

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Damián Keller | 12 Apr 17:00 2014
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V UbiMus: segunda chamada - 5 de maio

Chamada de propostas de demos, obras e artigos:

Abraços,
Damián
Iuri Guilherme | 12 Apr 03:21 2014
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(unknown)

Rádio Palmares - Passe Livre FM

Ocupação no Paço Municipal em frente à Prefeitura de Porto Alegre

Transmitindo ao vivo com darkice/icecast2 enquanto não baixarem a passagem
do ônibus

http://util.hi.ato.br/ocupapoa

Sois vós

Drica Veloso | 11 Apr 00:58 2014
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carta ao senado para aprovação do Marco Civil: vamos assinar?

https://docs.google.com/document/d/1Z3mBP7C8UUSo990kJ4JoUjxl5XQk5Kg3aK5U_fWh5UE/pub

em estúdios livres? que tal?

abraços

--
Adriana Veloso |  <at> dricaveloso
http://dricaveloso.wordpress.com/
Jornalista e Designer de Interação
fabianne balvedi | 10 Apr 20:03 2014

Fwd: Passo Fundo lança escola de hackers durante o Senid

=D




Rafael Bucco

10/04/2014 - A prefeitura de Passo Fundo, a Universidade de Passo Fundo (UPF), a Faculdade Meridional (Imed) e o Instituto Ferderal Sul-Rio-Grandense lançam em 30 de abril, um projeto para levar o ensino de programação a alunos do oitavo e nono anos das escolas municipais. A data marca o Scratch Day e o encerramento do Seminário Nacional de Inclusão Digital (Senid).

A ideia do Escola de Hackers, como foi batizada a iniciativa, é formar turmas de 15 alunos em cada uma das 36 escolas geridas pela prefeitura. Esses grupos vão se reunir semanalmente ao longo do ano e no contra turno escolar para desenvolver programas usando Scratch, linguagem de programação com finalidade educacional desenvolvida pelo Massachussets Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos.

"A gente está construindo uma apostila com as atividades de cada encontro. Vamos ter um site para escolas de outras cidades replicarem o material se quiserem. A ideia é que os estudantes possam se apropriar de forma criativa da tecnologia, desenvolver raciocínio lógico, capacidade de resolução de problemas, entre outras coisas", explica um dos responsáveis pelo projeto, o professor Adriano Canabarro, da UPF.

As escolas serão convidadas a participar. "Por experiência, sabemos que impor uma iniciativa assim não dá certo", conta. Os professores responsáveis pelos laboratórios de informática e os diretores receberão o convite. A escola que participar deverá cadastrar o professor responsável em um curso sobre o tema, que será ministrado também semanalmente na biblioteca da cidade. 

Os professores acompanharão as oficinas, que vão ser ministradas por estudantes dos cursos de tecnologia da informação das instituições de ensino superior parceiras do projeto. Esses estudantes receberão bolsa da prefeitura. A estimativa é que ao menos quatro bolsistas sejam contratados. 

Além das apostilas, a prefeitura está produzindo materiais que explicam o que significa ser hacker. "Há o conceito comum de que é ruim, cometem crimes digitais", diz Canabarro. Esses folders serão entregues aos pais de alunos para incentivá-los a concordar com a participação dos filhos. 

Olimpíadas de Programação

A ideia da Escola de Hackers nasceu das Olimpíadas de Programação de Computadores de Passo Fundo, realizada pela primeira vez em 2013. A deste ano já está rolando. O período de inscrições da segunda edição termina hoje, quinta-feira (10). Na disputa, jovens devem completar desafios semanais usando Scratch. No próximo sábado, 12 de abril, os inscritos receberão treinamento, no qual os organizadores explicarão as regras e darão as contas online do Scratch onde os programas criados deverão ser armazenados. A competição acontece em 14 de junho. Podem participar estudantes de Passo Fundo e região.


=D

.

fabianne balvedi | 9 Apr 22:49 2014

Re: [DebateFML] [gtCD] Re: A tecnoutopia do software livre: uma história do projeto técnico e político do GNU

Oi Daniel, concordo com todos os pontos que você levantou, mas porque você diz que a galera do SL escolheu a meritocracia? De onde você tirou este dado, sendo que eu mesma, como disse anteriormente, conheço grupos que praticam desde ditadura até autogestão dentro deste meio?

.



On Wed, Apr 9, 2014 at 3:01 PM, Daniel Tygel <dtygel-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> wrote:
[Debate-FML]
[Pré-S: Minhas mensagens só chegam à lista debatefml-OoAwAUrixVE1c9uU8PRjNaxOck334EZe@public.gmane.org, pois não estou nas demais]

Oi gente,

   Sobre o debate que acabei gerando, queria simplificar minha posição. Não é certeza, é opinião + sentimento:

1. SL é melhor do que Software Proprietário, tecnicamente, pois vai na linha do conhecimento distribuído, aberto.

2. SL é mais adaptado do que o Software Proprietário a nossas lutas por uma sociedade em que o conhecimento seja livre, não cerceada pela especulação das patentes e do uso corporativo e governamental (espionagem) que os padrões fechados permitem.

3. Por outro lado, o Software Livre, apesar de tecnicamente ser mais adaptado a linhas políticas progressistas de conceito de sociedade (não vou entrar em debate sobre o que é "velha esquerda" ou "nova esquerda"), por si só não é suficiente ou não implica "automaticamente" em transformação social, superação do capitalismo. Por isso, na minha opinião, SL deve estar articulado (fortemente!) a outros movimentos sociais e lutas, sejam elas propositivas (economia solidária, agroecologia, etc), sejam elas de contestação estrutural (feminismo, reforma agrária, reforma urbana, educação popular, indígenas, democratização da comunicação, etc).

    O que me preocupa é quando pessoas do campo do SL acham que a bandeira do SL é suficiente. Esta preocupação foi a que me motivou a escrever a mensagem, e citei um exemplo simples, que acabou não se destacando, portanto retomo: na minha opinião, a escolha da meritocracia como fundamento de tomadas de decisão é incompatível e pior ao de democracia e autogestão. A meritocracia tende a gerar "elites" e a reduzir a diversidade do contraditório a partir de atores diferentes, que tenham perspectivas diferentes. A meritocracia é "linear", enquanto a democracia é multi-polar (e por isso muito mais difícil, já que os próprios valores do que seja "melhor" e "pior" são relativos quando enfrentamos debates democráticos).

    Sinto falta de um olhar crítico ao SL (vindo lá de dentro mesmo), em especial ao seu casamento com o capitalismo e na sua forma meritocrática de funcionamento.

     No FISL deste ano, nossa cooperativa (EITA) vai oferecer uma oficina sobre Tecnologias Livres da Informação e Movimentos Sociais. É possível que este debate apareça lá.

      Já sobre o outro debate (rádio digital), me parece super importante a defesa do padrão aberto (e acho que é consensual aqui, não?). Se aparecer uma declaração neste sentido, ou necessidade de apoio a alguma ação nesta linha, apoiarei na medida do possível. Só acho que seria legal não tentar impor uma prioridade. Gente, é tanta coisa que precisa ser mudada! Por exemplo, alterar os indicadores de desenvolvimento para valorizar conhecimento livre, e não somente "patentes". Isso é um câncer que gera uma corrida por patentes nos países, para ganharem pontos em órgãos internacionais sobre seu desenvolvimento nacional.

          Abraços,

                daniel

Em 09-04-2014 14:40, fabianne balvedi escreveu:
[Debate-FML]

acho que o debate já passou faz tempo do modo SL x SP,
mesmo porque tanto eu quanto o novaes faz tempo que
não temos este tipo de discurso meramente opositor:
 
 
porém existe uma decisão a ser tomada em relação à rádio digital
que está entre a escolha de um padrão fechado e um padrão aberto.
Isso não é um discurso, é um fato. E minha preocupação atual não é
a de simplesmente defender um padrão, mas entender porque essa
decisão não parece importante para pessoas que dizem querer
mídias mais democráticas.
 
 
.


2014-04-09 13:21 GMT-03:00 bruno tarin <brunotarin-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>:
Olá, não se trata de despolitizar é o oposto, trata-se de assumir que existem diferentes atores que estão em disputa e que cada um deles assume diferentes posições em diferentes momentos. Dessa forma a questão sai do técnico - somente - e pode ser ampliada para a tal das relações políticas - incluindo a inovação e o desenvolvimento. A questão é olhar/intervir no processo de desenvolvimento e suas consequências políticas e isso não se restringe a somente escolher se é sw livre ou proprietário, ou seja, não se restringe somente a assumir/defender um modelo (regulador universal) de desenvolvimento. Afinal, a tecnologia não é boa nem é má e tb não é neutra. E isso não é pq vivemos no capitalismo, ou sobre a hegemonia do sw proprietário. O que está em jogo sempre é o avanço democrático (o horizonte da autonomia e da liberdade e isso nunca cessa) e não uma solução que será eternamente mais certa e acertada (teleológica).  
;)

Dessa forma, acho que é importante não cairmos aqui em falsas oposições, sw livre x sw proprietário, conscientizados x pobres de espírito etc etc. Eu particularmente compartilho a visão que sw livre é uma escolha mas interessante, contudo, certamente, não é por questões meramente técnicas ou transcendentes (essenciais) que me interessa o sw livre mas pq entendo que existe hoje uma rede e espaços de debate/intervenção bem mais interessantes (no horizonte democrático) do que no SW proprietário. Por isso, não acredito, de fato, que o sw livre seja em si melhor ou pior do que qualquer outro. Dessa forma, consigo entender quem não vê no sw livre há GRANDE solução, e acredito que em muitos casos não se trata de ignorância ou ganância dessas pessoas/grupos, mas de outros pontos de vista, outros interesses, que privilegiam outras questões. Por isso meu pitaco é que olhássemos - como me parece sugerir o Tygel - para as disputas que se dão no campo das subjetividades (dos processos de desenvolvimento) mais do que para uma defesa apologética do técnico livre - sabendo que as questões técnicas, obviamente, são produtoras e importantes inclusive para se disputar/produzir novas subjetividades. 

Abs!

    


Em 9 de abril de 2014 10:46, fabianne balvedi <fabs-XyTFnypW2Y/u6sUMWwiw2w@public.gmane.org> escreveu:

O link para um artigo que li há uns 10 anos saltou na minha tela agora à pouco numa busca que estava fazendo. Muito em boa hora, pois ajuda muito na reflexão sobre essa bendita questão "técnica"...

http://www.necso.ufrj.br/Trads/Artefatos%20tem%20Politica.htm

"[...] Culpar as coisas parece ainda mais despropositado do que culpar as vítimas quando se julga as condições da vida pública.

Daí, o austero conselho comumente dado àqueles que se deixam seduzir pela noção de que os artefatos técnicos têm propriedades políticas: O que importa não é a tecnologia em si, mas o sistema social ou econômico no qual ela está inserida. Esta máxima, a qual em si ou segundo variações é a premissa central de uma teoria que pode ser chamada de determinação social da tecnologia, tem uma sabedoria óbvia. Ela serve como um corretivo necessário para aqueles que estudam, sem o devido olhar crítico, coisas como “o computador e seus impactos sociais”, mas se esquecem de olhar, por trás dos dispositivos técnicos, as circunstâncias sociais de seu desenvolvimento, emprego e uso. Esta visão fornece um antídoto para o determinismo tecnológico leigo - a idéia que a tecnologia se desenvolve como resultado apenas de sua dinâmica interna, e então, não mediada por nenhuma outra influência, molda a sociedade segundo seus padrões. Os que não reconhecem os modos pelos quais as tecnologias são moldadas pelas forças sociais e econômicas não vão muito longe.

No entanto, o corretivo tem seus problemas. Tomado literalmente, ele sugere que as coisas técnicas não importam em nada. Uma vez feito o trabalho detetivesco necessário para revelar as origens sociais – os detentores do poder por trás de um caso particular de mudança tecnológica – ter-se-á explicado tudo o que há de importante. Esta conclusão é confortável para os cientistas sociais.

[...]

Há, no entanto, boas razões para se acreditar que a tecnologia é politicamente significante por si própria, boas razões pelas quais os modelos padrões da ciência social não vão muito longe na explicação do que é mais interessante e problemático sobre o assunto.[...]

[...] A teoria de política tecnológica chama atenção ao momentum dos sistemas sociotécnicos de grande escala, à resposta da sociedade moderna a certos imperativos tecnológicos, e às formas pelas quais as finalidades humanas são poderosamente transformadas na medida em que se adaptam aos meios técnicos. Esta perspectiva oferece um novo arcabouço de interpretação e explicação para alguns dos padrões mais intrigantes que tem se formado dentro e em torno do crescimento da moderna cultura material. Seu ponto de partida é uma decisão de se tomar os artefatos tecnológicos seriamente. Em vez de insistir que nós reduzamos tudo imediatamente ao jogo das forças sociais, a teoria da política tecnológica sugere que nós prestemos atenção às características dos objetos técnicos a aos significados dessas características. Um complemento necessário e não uma substituição das teorias da determinação social da tecnologia, esta abordagem identifica certas tecnologias como fenômenos políticos em si próprias. Ela nos aponta de volta, tomando emprestada a injunção filosófica de Edmund Husserl, às coisas em si.

[...]"

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bruno tarin | 7 Apr 06:37 2014
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Re: [DebateFML] A tecnoutopia do software livre: uma história do projeto técnico e político do GNU

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: "bruno tarin" <brunotarin-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>
Data: 07/04/2014 01:32
Assunto: Re: [DebateFML] A tecnoutopia do software livre: uma história do projeto técnico e político do GNU
Para: "debatefml" <debatefml-OoAwAUrixVE1c9uU8PRjNaxOck334EZe@public.gmane.org>
Cc:

Pessoal se me permitem um pitaco a questão não é se há ou não ex nihilo ou o gênio (ditador ou não) mas sacar q tecnologia antes de ser técnica é relação social e q relações sociais tem consequências políticas, ou em outras palavras criam verdades e mundos mais fechados ou mais abertos a depender dos conflitos colocados. Quero dizer q vale olhar antes pras lutas e subjetividades em jogo do q nos objetos técnicos ou nas instituições (reduzidas ao constituído). E gostaria mt de ver/conversar sobre essa relação proposta sobre economia, tecnologia e cultura no espaço/ tempo q partilhamos. Abs e feliz de ver esse debate!

Em 06/04/2014 23:18, "Daniel Tygel" <dtygel-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:
[Debate-FML]
viva a "genialidade do ditador", ou "o bom ditador".

     Abraços,

           daniel
PS: a agressividade residiu no fato de que se falou em não se manifestar quem não leu o artigo, e só o resumo.
 


Em 06-04-2014 15:21, fabianne balvedi escreveu:
[Debate-FML]

não sei porque minha resposta foi classificada como agressiva. Quem foi que eu ataquei?

sobre a proposta ser emancipatória "em si", sim, é essa a idéia. Porém uma emancipação sozinha não faz um mundo melhor, mas é um caminho necessário para tal.

sobre prazer em centralidade e egos, sejamos sinceros, isso não é um problema de desenvolvedores, mas do ser humano. Não vejo nenhuma profissão em que isto não aconteça. 

sobre meritocracia ser oposta a democracia, não sei se seria bem o caso. Até mesmo porque no desenvolvimento do SL tem todo tipo de sistema social acontecendo, desde a anarquia (tiki-wiki) até a ditadura (cinelerra). É uma democracia de sistemas sociais, hehe. A beleza do código ser livre pra mim reside no fato de que se, por exemplo, não se aceita a ditadura, faz-se o fork, como a galera do lumiera, que fez outra versão do cinelerra independente do desenvolvedor principal. E o problema reside no fato de que nem todos tem a genialidade do ditador para escrever e interpretar códigos, e assim muitos projetos acabam morrendo.

os programadores são os escribas dos tempos modernos, disse um professor meu. Agora imaginem se a linguagem utilizada pelos escribas no passado tivesse tido seu código fechado.

abs.

.


On Fri, Apr 4, 2014 at 5:58 PM, Daniel Tygel <dtygel-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> wrote:
[Debate-FML]
Um pouco agressiva a resposta. Eu estava apenas aproveitando uma deixa para fazer uma reflexão de algo que sinto que acontece aqui no Brasil também no universo do software livre, apesar dela ter dito, na dissertação, que aqui a coisa era super ligada a uma ideologia de emancipação do capitalismo. Tenho sentido muita centralidade no prazer e ego individual do desenvolvedor, e bastante "tesão" pela meritocracia ao invés da democracia (aliás, não me parecem que estes dois métodos convivem facilmente juntos, principalmente na gestão de softwares livres).

PS: depois de ter lido o resumo, li boa parte da dissertação, e realmente o final vai nesta linha, mas por outro lado fica esta ideia de que a proposta é emancipatória "em si" (ou seja, sozinha), podendo ser apropriada por direita e esquerda.

PS2: Eu não estava criticando a dissertação, apenas aproveitei a bola levantada para propor uma reflexão. Aliás, a dissertação está excelente!

       Abraços, desarmado,

            daniel tygel (eita)

Em 04-04-2014 10:28, fabianne balvedi escreveu:
[Debate-FML]

sozinho não é mesmo, vide como ela conclui a dissertação. Por isso acho complicado debatermos seu conteúdo sem se ler pelo menos uma parte dele, e não somente o resumo.


.


On Thu, Apr 3, 2014 at 10:26 PM, Daniel Tygel <dtygel-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> wrote:
[Debate-FML]
Oi gente,

    Li apenas o resumo, e fiquei pensando: quando se fala que, por um lado, a utopia "gnútica" se propõe emancipadora para um mundo melhor (valor positivo, então), e, por outro lado, suas propostas possam ser bem assimiladas pela esquerda e pela direita, há talvez um juízo de valor por parte da autora de que seja possível, tanto pela direita como pela esquerda, aspirar juntos a um mundo melhor?

    Digo isso por ter o sentimento, em minhas experiências recentes, de que simplesmente defender software livre não necessariamente significa um processo de emancipação e superação do capitalismo, pois vejo muito de uma cultura meritocrática que em vários espaços "desgosta" de democracia, por considerá-la um "blablablá" de "comuna", e que não vai a lugar nenhum.

    Este discurso meritocrático me incomoda um monte, e me parece estar vinculado com uma ideia tecnocêntrica, de que os desenvolvedores teriam mais capacidade de tomar decisões sobre uma solução tecnológica do que usuários "leigos da programação", criando uma espécie de aristocracia...

    Eu só consigo "me apaixonar" por software livre quando se associa a outros conceitos, como justiça social, preservação ambiental, autogestão, democracia radical com respeito às diversidades. Sozinho, não me parece ser suficiente para propor um mundo melhor (google faz bastante software livre).

     Alguém de vocês tem alguma visão complementar sobre isso?

         Obrigado,

                daniel tygel (cooperativa EITA - educação, informação e tecnologia para autogestão - http://eita.org.br)



Em 03-04-2014 19:51, fabianne balvedi escreveu:
[Debate-FML]

Perdoem-me pelo cross-post, mas esta generosidade da Aracele Torres merece:

http://cibermundi.wordpress.com/2014/03/31/minha-dissertacao-sobre-o-projeto-gnu/

Resumo:

Ao longo dos períodos históricos a técnica tem desempenhado um papel importante na formulação de demandas sociais. Os indivíduos sempre depositaram nas tecnologias suas expectativas e desejos para a construção de uma realidade diferente. O mesmo tem acontecido hoje com as tecnologias digitais. Muitos grupos sociais atribuem a elas um papel de possibilitadoras de uma sociedade mais justa e mais democrática, onde o conhecimento seja algo irrestrito e pertença a todos. Neste trabalho pretendemos apresentar, a partir de uma perspectiva histórica, esse debate contemporâneo em torno das tecnologias digitais como tecnologias emancipadoras. Para tal, trabalharemos com o Projeto GNU, representante do movimento software livre, idealizado na década de 1980 por Richard Stallman, e que se insere nesse debate através da sua defesa, não só de uma informática livre, mas do conhecimento livre como um todo. Entendemos que esse projeto é um dos principais representantes da tendência atual de depositar nas tecnologias digitais a expectativa de uma sociedade melhor. Investigamos as características desse discurso do Projeto GNU e buscamos perceber de que forma ele foi se construindo ao longo do tempo, assim como também quais práticas sociais o acompanham e quais indivíduos são seus portadores. Identificamos neste discurso a presença de palavras-chave historicamente mobilizadoras e que permitem que ele seja incorporado tanto por grupos de esquerda quanto de direita. Além disso, ao se colocar como um projeto político e defender uma sociedade diferente da que temos hoje, o Projeto GNU, com sua causa do software livre, é representante de uma verdadeira utopia moderna.

Link para download da dissertação: A tecnoutopia do software livre: uma história do projeto técnico e político do GNU.



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Damián Keller | 5 Apr 11:31 2014
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V UbiMus: 6 de abril


Lembrete...

Amanhã é o último dia para envio de resumos ao V Workshop em Música Ubíqua. Confiram detalhes aqui: http://compmus.ime.usp.br/ubimus2014/


Abraços,
Damián


fabianne balvedi | 4 Apr 00:51 2014

A tecnoutopia do software livre: uma história do projeto técnico e político do GNU

Perdoem-me pelo cross-post, mas esta generosidade da Aracele Torres merece:

http://cibermundi.wordpress.com/2014/03/31/minha-dissertacao-sobre-o-projeto-gnu/

Resumo:

Ao longo dos períodos históricos a técnica tem desempenhado um papel importante na formulação de demandas sociais. Os indivíduos sempre depositaram nas tecnologias suas expectativas e desejos para a construção de uma realidade diferente. O mesmo tem acontecido hoje com as tecnologias digitais. Muitos grupos sociais atribuem a elas um papel de possibilitadoras de uma sociedade mais justa e mais democrática, onde o conhecimento seja algo irrestrito e pertença a todos. Neste trabalho pretendemos apresentar, a partir de uma perspectiva histórica, esse debate contemporâneo em torno das tecnologias digitais como tecnologias emancipadoras. Para tal, trabalharemos com o Projeto GNU, representante do movimento software livre, idealizado na década de 1980 por Richard Stallman, e que se insere nesse debate através da sua defesa, não só de uma informática livre, mas do conhecimento livre como um todo. Entendemos que esse projeto é um dos principais representantes da tendência atual de depositar nas tecnologias digitais a expectativa de uma sociedade melhor. Investigamos as características desse discurso do Projeto GNU e buscamos perceber de que forma ele foi se construindo ao longo do tempo, assim como também quais práticas sociais o acompanham e quais indivíduos são seus portadores. Identificamos neste discurso a presença de palavras-chave historicamente mobilizadoras e que permitem que ele seja incorporado tanto por grupos de esquerda quanto de direita. Além disso, ao se colocar como um projeto político e defender uma sociedade diferente da que temos hoje, o Projeto GNU, com sua causa do software livre, é representante de uma verdadeira utopia moderna.

Link para download da dissertação: A tecnoutopia do software livre: uma história do projeto técnico e político do GNU.

farid abdelnour | 2 Apr 18:57 2014
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CD Novidades Ancestrais

Salve

Esta no ar o CD da Thabata:

"O primeiro álbum autoral da cantora Thabata chega amplificando elementos da cultura popular, como tambores, batuques e ladainhas de capoeira, unidos e harmonizados às rimas do Rap. Um som híbrido, crítico e dançante, disponível em versão virtual gratuita, com licença creative comons."


http://www.thabata.art.br/ouca-e-baixe-o-cd-novidades-ancestrais/


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1111.1010.r.i.1101|n.o.i.s.1110|i.m.1010.g.1110|مقاومة
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fabianne balvedi | 1 Apr 21:38 2014

Re: [submidialogia] site dos submidialogias

gente, na real nesta altura do campeonato o domínio é o de menos. Posso redirecionar um submidialogias.estudiolivre.org pra onde for e pronto, já temos um endereço. O que tá pegando é o conteúdo, onde foi parar este conteúdo? Estava hospedado onde? No servidor de quem? Drica mandou uma real, estudiolivre.org tambem tá capenga, mas ainda tá no ar. Se o Marcelo se cansar, é de se esperar que avise pra alguém ou assumir a bronca ou fazer a eutanásia a olhos vistos, com todo mundo testemunhando que não tinha ninguém mais afins de assumir a bronca e então desliga-se os aparelhos. O que acho triste é galera vazar sem avisar, sem se preocupar em passar o bastão pra alguém, isso é muito triste de ser ver mesmo...

.


2014-03-31 21:42 GMT-03:00 fabi borges <catadores-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>:
a exclusiva é pra quem doa 5 mil reais, rsrsrsrs


Em 31 de março de 2014 21:37, Drica Veloso <drica-XyTFnypW2Y/u6sUMWwiw2w@public.gmane.org> escreveu:

bah...
acervos livres...
mesmo capengando o estudiolivre ainda está no ar
na pior bota o acervo na gringa no archive.org...

bjs
PS: fabi já doei, quero minha recompensa exclusiva :P


Em 31 de março de 2014 21:23, fabi borges <catadores-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

bah galera, agora com esse festival de tecnoxamanismo, onde é tão importante dar referencia sobre encontros
e festivais, do que se discute, das propostas... a gente pôe lençóis da bahia no link e aparece isso http://submidialogia.descentro.org/ é uma lástima... é uma nova geração inteira que fica sem referencia da outra geração.... 

eu entendo o anonimato, e até acho que entendo porque o descentro tá fora do ar (nunca entendi de verdade)  mas o mundo precisa de referencias diversas, é um presente poder ter acesso a literatura anarquista, as loucuras dos mov. undergrounds, as experiências de software livre, dos submidialogias. Algo que foi tão importante na minha vida, na vida de monte de gente...  

Enquanto uns documentam a força de ferro e força, cortando e atravancando os caminhos, outros não deixam nem o site em pé...  chega ser engraçado.

acho que a gente tá marcando,,,,  Thiago, vc não disse que ia cuidar disso? o que falta? o que a gente tem que fazer?


f


Em 21 de fevereiro de 2014 15:18, George Sander <san7geo-/E1597aS9LRfJ/NunPodnw@public.gmane.org> escreveu:

bora fazer....Thiago Novaes, ta assumindo de pagar e repassar-nos a dívida. Bora!!! e o Boleto ¿?
alguém.... alguém....
Geo.
 


Em Terça-feira, 18 de Fevereiro de 2014 17:40, orlando <orlandosilva-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:
rolou?
E a dúvida da f4bs (que agora também é minha) alguém respondeu?




Em 13 de fevereiro de 2014 10:19, fabi borges <catadores-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:
e aí galera, vamos levantar essa parada???!!!!  Sites do Submidialogia.......  bora???!!!!


Em 8 de janeiro de 2014 15:00, Thiago Novaes <tnovaes-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

opa,

ff, e o boleto? rolou?


Em 28 de dezembro de 2013 10:39, fabianne balvedi <fabs-XyTFnypW2Y/u6sUMWwiw2w@public.gmane.org> escreveu:

Eu ajudo tb, mas galera, estamos pagando pelo que exatamente? Mantenho vários domínios .org e nenhum deles tem este custo de anuidade, a média é de 10 doletas.
.
Em 21/12/2013 22:28, "Thiago Novaes" <tnovaes <at> gmail.com> escreveu:

opa,

eu assumo o boleto, no problem. Daí envio pra cá a conta dividida, ok?


Em 21 de dezembro de 2013 16:05, orlando <orlandosilva <at> gmail.com> escreveu:
Opa, + um pra contribuir.



Em 20 de dezembro de 2013 23:12, Felipe Fonseca <felipefonseca-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

rola renovar pelo clicregistro. quem assume o boleto?

efe



2013/12/20 Cristina Ribas <crislaranjaribas-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>
pois é pensando aqui em todos os links que temos sem outros sites, o que aconteceria com essa mudança de domínio? iria mesmo assim...?

como vamos fazer o caixinha? depositar em uma conta bancária comum? de quem?




Em 20 de dezembro de 2013 14:27, Adriano Belisário <adrianobf-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

opa, entrando no clicregistro não dá para gerar novo boleto?
acho que o ideal seria manter o mesmo domínio


Em 19 de dezembro de 2013 23:37, Thiago Novaes <tnovaes <at> gmail.com> escreveu:

Ois,

enton, a situação do domínio é a seguinte:

ff (copiado nesta msg) recebeu o aviso que ia expirar e não viu. daí que passados 30m dias do prazo, o boleto não funciona mais...

ananias me pediu que avisasse da disponibilidade da máquina "jane", pendurada na RNP-UFRJ.

tem a oferta da Ariane também.

contei rápido e temos umas 12 pessoas dispostas a dividir os custos do domínio (pra comprar tá custando 69 dólares). Não chega a 15 reais por pessoa.

abaixo o email com os links inoperantes.

ff, diga lá.

---------- Forwarded message ----------
From: ClicRegistro.Com <atendimento-gSGRWlNFZNVRM7yitBOmKg@public.gmane.org>
Date: 2013/12/1
Subject: URGENTE! Domínio descentro.org Expirado!
To: "descentro.org" <felipefonseca-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>


Prezado Cliente,

Informamos que o domínio DESCENTRO.ORG expirou no dia 11/11/2013.

Para garantir o funcionamento do domínio, pedimos que efetue a renovação do mesmo o quanto antes evitando a retenção (saiba mais no final desta mensagem) e a perda de propriedade do domínio.

Domínio: DESCENTRO.ORG
Data de expiração: 11/11/2013
Link para geração do boleto: http://www.clicregistro.com/boleto.asp?id=219484 (Compensação em 24 horas)

Caso deseje renovar o seu domínio por mais de 1 ano acesse o painel de controle atráves do endereço http://www.clicregistro.com/panel

Você também poderá efetuar o pagamento atráves de depósito bancário, transferência ou DOC.

Efetue o depósito no Banco de sua preferência:

Banco Bradesco
Agência: 1939-9
Conta Corrente: 20878-7

Banco Itaú
Agência: 1135
Conta Corrente: 22770-8

Banco do Brasil
Agência: 3299-9
Conta Corrente: 15452-0

Favorecido: Metaweb Internet Ltda
CNPJ: 05.275.018/0001-10

Valor: R$ 175,00

:: Não saia de casa, pague pelo seu Internet Banking!

Pagamentos realizados atráves desta modalidade precisam ser confirmados por nossa central de atendimento.

Após feito o depósito, favor CONFIRME O MESMO no seguinte endereço:

http://www.clicregistro.com/confirma.asp?id=219484

Caso tenha dificuldades ou qualquer dúvida referente a renovação, entre em contato com o nosso suporte técnico.


:: Algumas informações importantes:

- As normas de expiração são regulamentadas por um orgão internacional.

- A ClicRegistro ou qualquer outra empresa nao possui autoridade para prorrogar ou suspender a data de expiração de um domínio sem que seja feito sua devida renovação.
Caso a data de expiração caia em sábados, domingos ou feriados, a mesma não será prorrogada para o próximo dia útil.

- Caso o domínio expire, o atual propriétário terá até 30 dias após a data de expiração para efetuar a renovação do mesmo, caso contrário o domínio entrará em período de retenção, onde não poderá mais ser renovado ou transferido, ficando retido por tempo indeterminado até ser novamente disponibilizado OU NÃO para novo registro.
Este processo poderá levar vários meses e por isso, é de suma importância efetuar o quanto antes a renovação, garantindo assim a propriedade sobre o domínio.


[]s
Atenciosamente,
ClicRegistro.Com
http://www.clicregistro.com



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adrianobf-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org



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Desarquivo.org



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    FelipeFonseca
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Adriana Veloso |  <at> dricaveloso
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Jornalista e Designer de Interação



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