Adriano Belisário | 1 Feb 19:53 2016
Picon

download de acervo - EL

valeu cris e fabs pelos links

fabs, mas nao consegui fazer download nao no EL, ta rolando ai?

(troquei a thread pra nao confundir e copiei a lista do EL tb)

[]s

Em 28 de janeiro de 2016 16:49, fabianne balvedi <fabs <at> estudiolivre.org> escreveu:
https://br.groups.yahoo.com/neo/groups/midiatatica/info

http://virgulaimagem.redezero.org/rizoma-net/

http://periodicos.unespar.edu.br/index.php/mosaico/article/viewFile/17/pdf

http://www.last.fm/pt/music/vitoriamario/+wiki

EL tá meio bugado, mas os ruídos não impedem o download:

http://antigo.estudiolivre.org/tiki-view_blog_post.php?postId=422

http://antigo.estudiolivre.org/tiki-browse_freetags.php?tag=submidialogia

http://antigo.estudiolivre.org/tiki-browse_freetags.php?where=pages&tag=digitofagia&search.x=0&search.y=0


.

2016-01-12 0:23 GMT-02:00 Adriano Belisário <adrianobf-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>:
> oi pessoal,
>
> retomando um acesso conectado à provocação de criar um verbete na Wikipedia
> que mandei recentemente pra lista do submidialogia e ampliando o diálogo...
>
> muy resumidamente, estou fazendo uma pesquisa sobre a emergência de noções
> como tecnomagia e tecnoxamanismo. busco contextualizar isto no Brasil
> retomando com uma tradição antropofágica que, no início dos anos 2000,
> identifico com processos relacionados ao Digitofagia, IP://, Midia Tática,
> CMI, Rizoma de Rádios Livres, MetaFora/Metareciclagem, Submidialogia e etc.
> num esforço um pouco arque(digit)ológico, venho buscando algumas referências
> em arquivos antigos
>
> infelizmente, muito material já não está mais online.. reuni abaixo alguns
> links que já não abrem ou estão desconfigurados.
>
> nos arquivos das listas Metarec e do Sub no RiseUp tem bastante material,
> público e acessível na web, mas a busca não é muito boa. os admins da lista
> poderiam compartilhar um backup do arquivo bruto, por favor?
>
> além disto quem tiver mais materiais ou referência sobre este contexto de
> midiativismo brazuca no final dos anos 1990 e início dos anos 2000 e quiser
> botar na roda, agradecemos! :)
>
> seguimos, calendários avante!
>
> **
>
> http://metareciclagem.org/metafora/temp/lista_ygroups/
> http://midiatatica.org/
> http://xango.metareciclagem.org/
> http://rio.metareciclagem.org/
>
>
> --
> •adrianobf-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org
>
>
> ------------------------------------------- [[[
> saia correndo dessa lista por esta porta ->
> http://lists.riseup.net/www/signoff/submidialogia



--


.fabs
 OOOOOo<
  '  '  '  '  '
.


.


------------------------------------------- [[[
saia correndo dessa lista por esta porta -> http://lists.riseup.net/www/signoff/submidialogia




--
Thiago Novaes | 19 Jan 23:20 2016
Picon

Tv Digital Interativa Ameaçada

No dia 20 de janeiro de 2016, o grupo de implantação da TV Digital no Brasil, o GIRED, poderá aprovar mudanças que irão matar a TV Digital interativa no país.

O DRM-Brasil vem através desta publicação reforçar que é contrário a aprovação de qualquer medida que descumpra as normas do Sistema Brasileiro de TV Digital (SBTVD) e permita a distribuição de conversores de TV Digital que não contenham suporte a interatividade, provida através do middleware Ginga.

Utilizando um argumento econômico, que sabemos ser falso, representantes de grandes empresas de radiodifusão e telecomunicações pressionam o governo para remover a interatividade que poderia estar presente na casa de metade da população brasileira.

O Ginga, plataforma para aplicações hipermídia desenvolvida no Brasil, e que provê integração com a Internet e novas mídias, é a grande chave para a inserção do rádio e da televisão digitais em um ambiente convergente de meios. O DRM-Brasil apoia a adoção do Ginga como middleware para interatividade também no Sistema Brasileiro de Rádio Digital.

A interatividade na TV e no rádio, que se tornou possível com a mudança do sistema analógico para digital, é, segundo Marshall[1], a principal característica dessa mudança de tecnologia. Sem ela, o governo e GIRED irão alijar grande parte da população do mais importante potencial da TV Digital.

Caro Ministro das Comunicações André Figueiredo, e presidente do GIRED, Rodrigo Zerbone, em respeito ao Professor Luiz Fernando Gomes Soares, falecido a poucos meses, autor principal do Ginga e grande colaborador do novo perfil C de receptores de TV Digital, que permite a interatividade plena, e à população brasileira, não acabem com a interatividade na TV Digital.

Mais informações podem ser encontradas no blog de André Barbosa[2]:
http://abfdigital.blogspot.com.br/2016/01/a-morte-so-ginga-c.html

Foto: André Figueiredo (Ministro das Comunicações) a esquerda e Guido Lemos (UFPB) a direita.

[1] MARSHALL, P. D. New Media Cultures. Bloomsbury Academic, 2004.
[2] André Barbosa, Superintendente Executivo de Relacionamento Institucional da Empresa Brasil de Comunicação - EBC.

Adriano Belisário | 8 Jan 22:38 2016
Picon

Fwd: [GISS.tv] : support us to reach our 10th anniversary

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: "Giss" <noreply-E/2YmgKeZKc@public.gmane.org>
Data: 08/01/2016 18:25
Assunto: [GISS.tv] : support us to reach our 10th anniversary
Para: <adrianobf-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>
Cc:


hello, happy GISS users,

Here comes a new year and a special one for giss.tv,
as we will reach our 10 years of activity,
that is being one of the few free media servers, non-commercial,
and helping different voices to be heard,
not the ones you see on television
on hear on commercial radios.

In these times of manipulation and disinformation,
and with all the control spread over "social networks",
that are so social that they try to sell
you their propaganda and products
and try to know all of your private life,
( including your sexual preferences ),
we will still defend the right to anonymity,
as long as the discourse aims at the emancipation
of the minds and ideas ( we regularly shut down
radios that would spread some sectarism, racism,
sexism, ... or whatever form of obsurantism ).

This is just a reminder of why we will continue
running this server as long as we can,
on a voluntary basis, for the administration part.

But, as you know, servers and bandwidth have a cost,
that is now, since one year, covered by the contributions
of our users, this is nothing mandatory though,
and some zero-budget organisations or communities
can still use it for "free" ( as in beer ).

This said, we do consider that the cost of our server
should be assumed by the radios here using it daily
( we have more than 800 radios daily :
http://giss.tv/gstats/genstats-perday.php?x=13&y=10&fday=2016-01-1+00%3A00%3A00&lday=2016-01-6+00%3A00%3A00 )
that can support us to sustain the server for another year.

The server now costs 21 $/month, so we need some donations of about 250 $,
we can only accept paypal money that can be used directly
to pay for the server, and we don't have any
bank account to receive any other forms of payment.

You can donate through paypal to : gissnetwork-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org
by using the link on our home page : http://giss.tv .

Let's be this year be creative for us and also destructive
of all prejudices and pre-packed media (dis)information.

Happy new year!

sevy <at> GISS team

farid abdelnour | 15 Dec 21:38 2015
Picon
Gravatar

reunião irc kdenlive

salve galera

vai rolar a primeira reunião de usuários e devs de kdenlive no irc:

https://kdenlive.org/node/9450

participem ;)

--
1111.1010.r.i.1101|n.o.i.s.1110|i.m.1010.g.1110|مقاومة
fsf member #5439
usuario GNU/Linux #471966
|_|0|_|
|_|_|0|
|0|0|0|
<a href="http://www.gunga.com.br">gunga</a>
<a href="http://www.tempoecoarte.com.br">tempoecoarte</a>
<a href="http://www.atelier-labs.org">atelier-labs</a>
<a href="http://www.mocambos.net">rede mocambos</a>
fabianne balvedi | 1 Dec 17:32 2015
Gravatar

Re: [DebateFML] [MobilizaCultura] O que foi o FSM 2005 - na série histórica do Sul 21 FSM 15 Anos

tem muita coisa registrada aqui:


aliás, ontem foi aniversário do indymedia,
parabéns atrasado ae, mas vai daqui um
super parabéns pela longevidade!!!

N30 1999: The day the political landscape changed forever:
“O dia em que a paisagem política mudou para sempre”


.

On Tue, Dec 1, 2015 at 1:51 PM, Thiago Novaes <tnovaes-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> wrote:
[Debate-FML]
E foi nesse FSM que o pessoal do acampamento deu uma dura no Gil sobre a repressão às Rádios Comunitárias (erraram no alvo, mas a questão é a mesma, dez anos depois!!). Pena que não é notícia...

2015-11-30 15:33 GMT-02:00 Rita Freire <ritafreir-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>:
[Debate-FML]
Foi mesmo, Marcelo. Não da pra contar tudo em uma matéria, mas esse histórico e essa mesa merecem registro, sem dúvida.
Bjs
Rita


2015-11-30 14:36 GMT-02:00 Marcelo Branco <marcelo <at> softwarelivre.org>:
Rita,

nos dois primeiros Fórum Social Mudial em Porto Alegre, 2001 e 2002, já tivemos debates e ações relativas ao software livre e cultura livre.
As ações aconteceram no acampamento da juventude, com a presença do criador do movimento Richard Stallman e todos os equipamentos do hacklab (centro de comunicação do acampamento) já rodavam com SL. No segundo ano Stallman participou também num dos debates na PUC e no espaço Intergalaktico.

Mas foi realmente em 2005 que realizamos uma mesa histórica com a presença de Manuel Castells, Gilberto Gil, Peter Barlow da EEF, Laurence Lessig, Christian Ahlert da BBC,  eu e o Cláudio Prado. Abaixo alguns registros...


http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc3001200516.htm

http://www.insanus.org/vertigo/arquivos/fsm_2005/cc_e_a_revoluca.html

http://www.gilbertogil.com.br/sec_texto.php?noticia&id=54&page=194

http://reporterbrasil.org.br/2005/02/b-artigo-b-a-era-da-informacao-realmente-demanda-um-conhecimento-livre/

http://www.correiocidadania.com.br/antigo/ed432/pol2.htm

http://diversao.terra.com.br/arteecultura/noticias/0,,OI449720-EI3615,00-Gilberto+Gil+participara+de+debates+no+FSM.html

http://www.rebelion.org/noticia.php?id=10741

http://portal.educ.ar/debates/sociedad/sociedad-conocimiento/foro-social-mundial-2005-revolucion-digital.php

https://www.cairn.info/revue-hermes-la-revue-2005-2-page-198.htm


abraços

Marcelo



Em Seg, 2015-11-30 às 13:03 -0200, Rita Freire escreveu:
Matéria sobre o FSM 2005, com minha participação, relata um pouco da conexão com a  cultura livre no fórum,  aspectos da política de então na AL  e um debate sobre a questão literário-filosófica da utopia. Tudo muito presente nas questões de hoje, porém sem Chavez, Saramago e Galeano, com retrocessos na AL e no Brasil,   e   tudo mais difícil de transformar.  E para as mulheres, ainda mais.  O site Sul21 está fazendo um apanhado da história do FSM, uma edição por semana, e para esta matéria tive o prazer de contribuir.

Abs
http://www.sul21.com.br/jornal/especial-fsm-2005-o-ano-em-que-chavez-foi-ovacionado/


Angel Luis G Rodriguez | 30 Oct 04:07 2015
Picon

transmissão da IV Jornada de Agroecologia da Bahia

Salves, Mocambolas Invencionistas das Culturas Brasileiras dos MultiVersos Livres

gingando com as dificuldades de conexão na revolução,

irradiando as boas vibrações da IV Jornda de Agroecologia da Bahia,
que acontece no Assentamento Terra Vista, em Arataca, ao sul de Itabuna.

Juntos, pataxó, pataxó-hahahãe, tupinambá e vários movimentos de luta pela terra, trocam
informações e estrategias para
a conquista da nossa autonomia, resgate e envolvimento tecnológico pelo ambiente inteiro: humanos em
nossa natureza plena: zelar a terra.

orelha.radiolivre.org:8000/agroecologiadabahia.ogg

Transmitido em programas livres e em formato livre, funciona naturalmente em navegadores e tocadores
livres, como o Firefox ou o VLC.

Ao vivo, até domingo.
Abertura dos trabalhos: 5 da manhã!!

Comente, replique e aplique, por favor!

www.jornadadeagroecologiadabahia.blogspot.com.br

Equipe de Comunicação Colaborativa
Brigada Audiovisual dos Povos da Cabruca e Mata Atlântica

Thiago Novaes | 23 Oct 00:43 2015
Picon

O Fracasso do Edital Redes I

Dos 37 classificados no prêmio nacional, 26 estão em capitais e 21 no Sudeste + PE (RJ: 6; SP: 6; MG: 4 e PE: 5);

9 Estados não aparecem, e a região norte tem 1 (hum) projeto, entre os 47 listados, em Belém do PA.

O prêmio regional não possui nenhum projeto classificado na região Norte do Brasil, tendo um único, de Oriximiná (PA), desclassificado.

E antes que alguém queira argumentar que a razão de tamanho fracasso desta política nacional se deve ao fato de que no Norte a conexão à Internet é mais difícil, e que, portanto, lá a comunicação privilegiada do MinC com a sociedade via facebook não é tão eficaz... lembro:

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

  III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

Estando igualmente presente no CAP dedicado à Cultura, Art 215:

IV democratização do acesso aos bens de cultura;
V valorização da diversidade étnica e regional.

Na prática, significa não apenas que vários estados brasileiros estão fora do escopo do investimento federal, mas que tampouco as redes e projetos culturais que EXISTEM nesses estados poderão se denominar Pontos de Cultura (prêmio de consolação para os classificados que não ganharão dinheiro do estado), aumentando a concentração dos recursos de políticas culturais nacionais.

É uma pena que o MinC tenha que colher dados como esses para se dar conta do que estamos alertando há tempos: com políticas apartadas da sociedade, enfocando uma participação social "virtual", e sem construir qualquer base (ou inteligência) que legitime e democratize seus processos (tomando a presença interna da rede de produtores culturais do Fora do Eixo como legitimidade de suas políticas a priori) o resultado não poderia ser outro.

E agora, seu Juca?








chico | 9 Oct 16:20 2015
Picon

Arduino e plantas

Salvex!

Passo aqui pra compartilhar um post que fiz sobre trampos que tenho 
feito com Arduino e hortas, plantas e ecologia...

Fuça lá! Tem código, fotos...

http://www.compostino.com/compostino-em-colatina/

Qq coisa tamo aqui!

[s]

chico

Ayo Shani Santos Silva | 6 Oct 11:14 2015
Picon

xf(0):

































.......................................
When I was yo'unger, I co'uld remember anything, whether it had happened o'r no't.
Agripina Buechel
Thiago Novaes | 5 Oct 15:41 2015
Picon

Re: [DebateFML] [submidialogia] Fwd: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?

Oi Jerry,

Fico contente em saber que você está estudando sobre rádio digital e buscando se informar sobre as possibilidades de democratização que se abrem com essa nova tecnologia. O Brasil precisa muito desse novo meio para democratizar de fato as comunicações e quem tem compromisso com essa luta deve mesmo se posicionar neste momento histórico de definição.

2015-10-04 16:24 GMT-03:00 Jerry Oliveira <jerry.deoliveira-PkbjNfxxIARBDgjK7y7TUQ@public.gmane.org>:
[Debate-FML]
Thiago eu entendo que a digitalização do radio é super mega impotante para o pais e para a democratização da comunicação, mas particularmente entendo que o debate não se pode restringir entre código aberto ou código fechado é preciso ir mais além do que isso.

Faz 5 anos que estamos indo muito além do código aberto no rádio digital, pois sobre isso não resta dúvida: trata-se de uma tecnologia mais evoluída que as fechadas. Seguem algumas respostas aos teus comentários e dúvidas:

Destaco que estou aprofundando e estudando muito sobre isso e por diversas vezes tenho colocado posicionamentos políticos das contradições colocadas pelos dois sistemas até agora apresentado que deveríamos aprofundar no DRM, que ainda não estão sendo debatidas, que são;
A) Largura da banda do espéctro

O sistema iboc ocupa o dobro do espaço do dial (400mhz). O sistema DRM ocupa com a proposta de simulcastig 300 MHz. Como poderemos debater a democratização da comunicação se até o momento (pelo menos neste momento do simulcasting) os dois padrões até agora apresentado ocupa um maior espaço do espéctro?

Acabamos de publicar um texto sobre o AM, sobre Ondas Curtas transmitidas pelo DRM: se quiser ler e comentar, pode ser bem produtivo!

http://www.drm-brasil.org/content/migra%C3%A7%C3%A3o-para-do-am-para-o-fm-quem-interessa

Imagine você que toda essa faixa abandonada por conta da qualidade de áudio inferior ao FM possa ser agora utilizada com qualidade de CD!! Sensancional, não? Imagine que as RadCom possam transmitir em Ondas Curtas, economizando 80% de energia, enviando fotos além de áudios... Quantos canais se abrem com o rádio digital? Centenas!!

No FM a democratização é igualmente evidente: com multiprogramação são 4 os programas transmitidos na mesma faixa de frequência: para as RadCom seria um modelo interessante de migração, onde poderiam compartilhar um mesmo equipamento e deixar o ouvinte escolher sua RadCom preferida. Isso sem falar em interatividade, com o midleware Ginga no rádio digital, que o Rafael Diniz desenvolveu com bolsa de pesquisa no laboratório Telemídia da PUC-RJ: novos serviços para emissoras públicas e comunitárias!! Como você sabe, nós não fazemos lobby, meu caro, nós fazemos rádio e produzimos conhecimento sobre rádio.
 

B) a questão ideológica
Como podemos aceitar a forma e o método lobista do DRM no convencimento deste padrão pois com os movimentos sociais adota o discurso do código aberto e para as emissoras comerciais o debate não corre por este viés... corre pelo viés mercadológico e o volume de negócios através das grandes corporaçôes capitalistas como Bosch e outras?
Se o DRM é o padrão ideal para a democratização da comunicação porque este debate não é travado também no interior da rádio comercial? O que percebo que a política do DRM na defesa de seu padrão junto aos empresários se dá apenas nas questões meramente técnicas e não políticas, inclusive com o stand do DRM nos congressos da ABERT?

Não existe uma política do DRM na defesa de seu padrão, para nossa infelicidade... Como o governo brasileiro não colocou um centavo em pesquisa, e sequer custeia os equipamentos para testes, o DRM internacional não tem estado disposto a custear novos testes (que foram bastante conclusivos, basta ler os relatórios, não as manchetes da mídia comercial). A boa política começa com uma boa escolha técnica, e sabemos que não se resolverão as questões históricas da democratização com um padrão técnico. Mas com o HDRadio, não haverá nem mesmo possibilidade de discussão...

O stand do DRM e a aproximação com radiodifusores comerciais é essencial pois o DRM é bom para todos, para todas as faixas de frequência. Multiplicando canais a proposta é que o ouvinte se beneficie e escolha sua emissora, em igualdade de condições técnicas, inclusive e especialmente das emissoras comunitárias, que poderão inovar e ampliar sua audiência!
 
C) dos testes dos padrões
Reconheço dentro do DRM vários parceiros. Entretanto o próprio DRM sucumbiu aos ditames do Ministério das Comunicações em realizar testes com 4 watts para as rádios comunitarias, muito longe da própria lei 9612 (que ja é uma merda) que atribui 25 watts para as rádios comunitárias. Porque o DRM não se somou aos nossos posicionamentos, preferindo realizar os testes restritivos do ministério das comunicações, afinal parceiro... parceria é igual casamento. É na saúde e na doença.. na riqueza e na pobreza.

Os testes feitos na Líder FM foram com 4w justamente porque a lei de radcom prevê o alcance de 1km. Veja você, com 4w o alcance foi de 1,5km!! O journaline, que é um serviço de notícias do DRM também funcionou super bem, abrindo a perspectiva de desenvolvermos nossos próprios serviços (já que o software é livre!) (Esses testes eu acompanhei pessoalmente, traduzindo voluntariamente a Friederike que veio de Hannover: o excelente resultado foi publicado inclusive no exterior).

http://www.drm-brasil.org/content/testes-com-drm-em-r%C3%A1dio-comunit%C3%A1ria-do-distrito-federal

 
Quanto ao relatórios dos testes, observei que o DRM não se desenvolveu para um cenário social (apesar do código aberto) para alcance restrito (até) 200 watts cujo sistema causa Grandes problemas de interferência espúrios. Tanto que os testes para DRM e IBOC devem ser refeitos pois os equipamentos se mostraram vulneráveis a interferência. Isso para mim provoca um qustionamento: o sistema foi pensado para a democratização da comunicação (média potência) com a restrição de grandes potências e abertura de novas emissoras que garantiram novas vozes e a otimização do espéctro, não seria uma contradição para a democratização da comunicação?

Os testes não precisam ser refeitos, isso é balela. O DRM funciona bem com 4w, alcançando 1,5km, que mais de alcance restrito você espera?? E aumentando a potência, não há qualquer preocupação com essa geração de espúrios (da onde vocẽ tirou isso?), ou você acha que a Índia está comprando transmissores que não vão funcionar em seu território continental?? E, novamente, você se esquece que, além da otimização do espectro (claro, durante o simulcast, assim como na tv, precisa-se manter o sinal analógico), que no digital o DRM ocupa 100khz, existe a possibilidade de multiprogramação!! Multiplicando canais, revitalizando o AM, ampliando o uso das Ondas Curtas, recebendo o sinal nos mais diversos dispositivos móveis, nos computadores, e até na tv digital brasuca, o cenário é ou não democratizante??!

Bem camarada estes são os primeiros posicionamentos que ainda possuo sobre os padrões de rádio digital até o momento. De uma coisa temos acordo... IBOC nem pensar... mas precisamos aprofundar o debate político. Para nós não pode ser apenas o debate de código aberto ou fechado... o debate é extremamente político. Me preocupo que a definição precipitada, pois se não d ebatermos a questão política, econômica e ideológica poderemos colocar uma grande pá de cal nas demandas históricas da luta pela democratização da comunicação no Brasil e na América Latina.


Espero ter contribuído, mais uma vez, apresentando as tantas possibilidades de democratização dos meios de comunicação que o padrão aberto do Rádio Digital Mundial oferece. O motivo pelo qual esse padrão não foi ainda escolhido se deve à tentativa dos grandes meios de comunicação de bloquearem a democratização, fazendo lobby pelo sistema HDRadio. Não se trata de apressar uma escolha, mas de começar de fato uma política de democratização que, ao que tudo indica, não interessa nem mesmo ao Intervozes e FNDC, que não sabem, não querem ou não podem se posicionar sobre o rádio digital.

Encaminhei a mensagem ainda para outrxs pesquisadxs que, oportuna e voluntariamente, devem responder também, para o bem do Brasil e das lutas que nos unem em todo o mundo.

há braços livres,


Abraços,



Thiago,

Você não respondeu às perguntas que fiz, tampouco explicou de onde partem suas acusações, com base em que "informações". Também está em tempo de fazer isso. Do contrário, desculpe, mas nós não trabalhamos juntos com quem tem este tipo de prática política.

Abs
Bia

Bia Barbosa
Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
www.intervozes.org.br
(61) 9951-4846

2015-10-04 10:44 GMT-03:00 Thiago Novaes <tnovaes-Re5JQEeQqe8@public.gmane.orgm>:
[Debate-FML]
Oi Bia, tudo jóia?

Passados 5 anos da portaria que instituiu o Sistema Brasileiro de Rádio Digital, constando 2 padrões técnicos em disputa para definir o futuro do rádio no Brasi (e América Latina), pergunto:

1) Qual o padrão de rádio digital o Intervozes apoia para adoção no Brasil?

2) O rádio digital pode contribuir na democratização dos meios de comunicação no Brasil?

3) A que se deve a omissão do Intervozes no processo histórico de digitalização do rádio no Brasil?

O consórcio do Rádio Digital Mundial é aberto, como sua tecnologia é aberta. O convite é para continuarmos esse trabalho juntos, pois a ameaça do HD Radio é nefasta e sabemos e documentamos qual é o melhor sistema para o país. Agora com novo ministro (+1!!), estamos com renovado fôlego e contamos com pessoas de todos os grupos em uma frente ampla, em defesa do que é melhor para todos nós. Ainda está em tempo de se posicionarem.

abraços,

Thiago

2015-10-01 23:38 GMT-03:00 Bia Barbosa - Intervozes <bia <at> intervozes.org.br>:
[Debate-FML]
Thiago,

Não entendemos a referência ao Intervozes nesta sua mensagem. Concretamente, ela se baseia no que? Da nossa não manifestação pública em defesa do DRM você conclui individualmente e sai afirmando que o Intervozes apoia do HD Radio?

Bia Barbosa
Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social
www.intervozes.org.br
(61) 9951-4846

2015-09-30 11:24 GMT-03:00 Thiago Novaes <tnovaes-Re5JQEeQqe8@public.gmane.orgm>:
[Debate-FML]
Olás,


Escrevemos esse documento que segue abaixo porque na última reunião do Intercom foi lançado um manifesto em defesa da migração do AM para o FM, enfatizando as emissoras públicas, e assinado por "pesquisadores em rádio".

Ora, a maoiria dos países já tem agendada migração dos sistemas analógicos e o fim do FM, a ser substituído por uma tecnologia que otimiza o espectro e proporciona muitos outros usos, com novos serviços, interatividade e multiprogramação: trata-se de uma revitalização de um meio que vem sofrendo fortemente a concorrência da internet.

O temor é que se adote na surdina o HD Radio, que já cedeu equipamentos para emissoras e tem junto a representantes do Intervozes e FNDC aliados que se opõem ao Rádio Digital Mundial, por razões desconhecidas (nunca se manifestaram claramente sobre o rádio digital nesses cinco anos de vigência da portaria ministerial 290, que instituiu o Sistema de Rádio Digital Brasileiro, SDR).

Nos próximos dias 6 e 7 de out acontece em Brasília o 27 Congresso da Abert (http://www.congressoabert.com.br/), e correram rumores de que a presidenta pudesse se pronunciar a favor do HD Radio para satisfazer aos fabricantes e emissoras comerciais (assim como fez ao assinar o inoportuno decreto de migração do FM para o AM). Por isso o alerta geral!!

Enviamos email para saber quem são esses "pesquisadores de rádio" vinculados ao Intercom, para deputados, e esperamos coletar assinaturas entre todos os setores da democratização dos meios de fato empenhados em garantir o direito à comunicação da população. Contamos com a mais ampla circulação dos textos, encaminhe!

sds,

Thiago Novaes




Em 30 de setembro de 2015 08:52, fabianne balvedi <fabs <at> estudiolivre.org> escreveu:
galere, assunto urgente em pauta!


.


---------- Forwarded message ----------
From: Rafael Diniz <rafael-sGOZH3hwPm2sTnJN9+BGXg@public.gmane.org>
Date: 2015-09-29 20:52 GMT-03:00
Subject: Re: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?
To: espectrolivre-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org


Pessoal,

O texto longo está publicado (dado a urgência da questão):
http://www.drm-brasil.org/content/migra%C3%A7%C3%A3o-para-do-am-para-o-fm-quem-interessa

O texto curto está aqui:
http://piratepad.net/GIBIvdfxqq

Precisamos recolher assinaturas. Estamos colocando as assinaturas no PAD:
http://piratepad.net/LZB0mcyjZ8

Gindre, você pode ser a ponte com o Intervozes?

Abraços,
Rafael Diniz

On 09/29/2015 07:08 PM, Rafael Diniz wrote:
> Vamos assinar esse texto e fazer ele rodar?
> Precisamos fazer uma versão resumida para a imprensa.
>
> http://piratepad.net/GIBIvdfxqq
>
> Eu posso assinar individualmente e como DRM-Brasil.
>
> Abraços,
> Rafael Diniz
>
> On 09/29/2015 04:32 PM, abitporu wrote:
>>
>> Massa, Juba!  Algumas observaçÕes:
>>
>> - acho que vale citar/criticar explicitamente o texto do intercom
>>
>> - deixaria mais claro o traço socioeconomico da populacao que ouve AM,
>> importancia do AM no Norte
>>
>> - enfatizar mais o argumento que o FM não é uma evolução do AM - que
>> está bem detalhado tecnicamente, mas vale repetir pra ver se fixa
>>
>> - vale tb inserir uns subtítulos para pontuar os diferentes trechos do
>> texto, pois ele está grande e tem certas divisões claras de conteúdo
>>
>> tão escrevendo onde? num pad?
>>
>> []s!
>>
>> On 29-09-2015 16:12, Instituto Bem Estar Brasil wrote:
>>> Faz um link disso rafa que ajudamos a compartilhar na rede e dai
>>> marcamos uma galera do governo, nas postagens...
>>
>>> -----Mensagem original----- De:
>>> espectrolivre-request-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org
>>> [mailto:espectrolivre-request-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org] Em nome de Rafael
>>> Diniz Enviada em: terça-feira, 29 de setembro de 2015 12:16 Para:
>>> espectrolivre-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org Assunto: [espectrolivre] Migração
>>> para do AM para o FM, a quem interessa?
>>
>>> Estamos desenvolvendo esse texto.
>>
>>> Vejam oque acham!
>>
>>> Migração para do AM para o FM, a quem interessa?
>>
>>> No dia 7 de novembro de 2013 foi assinado pela presidenta Dilma o
>>> Decreto 8.139, que trata sobre a extinção do serviço de
>>> radiodifusão sonora em ondas médias de caráter local. Este decreto
>>> permite que as emissoras AM (ondas médias) possam migrar para o FM
>>> (VHF) mediante pagamento de um valor de adaptação de outorga, tido
>>> como exorbitante especificamente para emissoras AM locais. Caso as
>>> mesmas, optem por não migrar para o  FM, deverão requisitar o
>>> reenquadramento da outorga para caráter regional, com maior
>>> potência, caso contrário a outorga não será renovada. Emissoras de
>>> maior potência (regionais ou nacionais) também podem solicitar a
>>> migração para FM.
>>
>>> A faixa de AM está compreendida entre 540 kHz e 1610 kHz, na faixa
>>> de Ondas Medias, e possui características de propagação muito
>>> interessantes, permitindo que uma emissora consiga transmitir seu
>>> sinal através de regiões com topografia acidentada, pois a emissão
>>> tende a acompanhar o perfil do terreno. No período noturno um sinal
>>> em OM é refletido pela ionosfera, permitindo que uma emissora possa
>>> ter alcance de centenas de quilômetros de raio.
>>
>>> A  faixa de FM está compreendida entre 88 MHz e 108 MHz, na faixa
>>> de VHF. Sua principal característica é a direcionalidade, que pode
>>> ser bom, ou pode mesmo prejudicar, pois essa faixa de frequência se
>>> propaga de forma análoga à luz, sempre em linha reta, sendo
>>> bloqueada ou refletida por obstáculos naturais e artificiais, como
>>> montanhas, edifícios, grandes construções, etc. Seu comportamento
>>> não varia significantemente de dia ou de noite.
>>
>>> Com o uso do padrão de rádio digital, Digital Radio Mondiale (DRM)
>>> é possível a digitalização de todas as bandas do rádio, tornando
>>> totalmente desnecessária essa migração.
>>
>>> No contexto do Decreto 8.139, uma emissora OM que opte por não
>>> migrar para o FM, pode passar a transmitir em digital utilizando o
>>> padrão DRM, transmitindo no modo simulcast (simultâneo) AM/DRM, que
>>> mantém o AM analógico inalterado, preservando o parque de antenas e
>>> a maioria dos equipamentos. O sinal DRM no modo simulcast é
>>> posicionado em um único canal adjacente ao sinal AM.
>>
>>> Muitas emissoras em AM que usam transmissores como Nautel ou BT,
>>> por         exemplo, já estão prontas para o DRM. Na Índia as
>>> emissoras em Ondas Médias já estão transmitindo em simulcast
>>> AM/DRM, e receptores compatíveis com DRM já estão sendo feitos
>>> nacionalmente. Atualmente são mais de oitocentos milhões de
>>> habitantes na India cobertos com sinal de emissoras transmitindo na
>>> faixa de AM (Ondas médias) em DRM.
>>
>>> Uma estação de rádio em Ondas Médias (AM) transmitindo em DRM tem
>>> seu áudio com qualidade superior ao de uma emissora FM analógica.
>>> Além disso, o rádio digital permite a multiprogramação, áudio 5.1,
>>> recursos como envio de textos e imagens, conteúdos multimídia,
>>> alerta de emergência (EWF) e outros serviços, como aplicações
>>> interativas para o Ginga, que é a plataforma de interatividade da
>>> TV Digital, já definida para ser utilizada com o DRM.
>>
>>> Enquanto alguns países já estão desligando o FM analógico, o Brasil
>>> está indo na contramão da evolução tecnológica, propondo a migração
>>> de um sistema analógico em Ondas Médias para um sistema igualmente
>>> analógico em VHF (FM) e com mais um agravante: o espectro em VHF
>>> nos grandes centros está lotado. Por que não evoluir o sistema de
>>> AM, do analógico para digital, a um custo muito menor, preservando
>>> uma grande parte dos equipamentos hoje existentes e transmitindo um
>>> áudio de excelente qualidade, e ainda com um consumo de energia
>>> muito menor?
>>
>>> Por que não repetir o sucesso do Sistema de TV Digital Brasileira,
>>> que já está sendo adotado por vários países?
>>
>>> Outro ponto muito importante que não podemos omitir é que muitas
>>> emissoras em Ondas Médias tem um caráter local, atendendo muitas
>>> comunidades compostas por grupos minoritários. Sua migração para
>>> VHF (FM) ou um eventual aumento de potência, para se tornarem
>>> regionais será economicamente e tecnicamente inviável para locais
>>> de topografia complexa. Portanto, aplicado o decreto vigente em seu
>>> formato atual, muitas comunidades ficarão “no escuro”. Assim,
>>> propõe-se que as rádios locais em Ondas Médias que desejarem manter
>>> sua abrangência, deverão fazê-lo no modelo simulcast AM/DRM.
>>
>>> No entanto, teria sido muito mais interessante do ponto de vista
>>> tecnológico, para as emissoras que realmente desejem migrar para a
>>> faixa de FM, (VHF), que migrassem já em DRM. Aí sim teríamos uma
>>> evolução tecnológica no sistema de rádio brasileiro.
>>
>>> É urgente a decisão de qual será o modelo de referência do Sistema
>>> Brasileiro de Radio Digital para que a agonizante indústria de
>>> transmissores e receptores nacionais possa colocar equipamentos
>>> digitais no mercado e volte a vender.
>>
>>> A melhor opção para o sistema brasileiro de rádio digital é o DRM,
>>> pois em termos técnicos é o único sistema que atende todas as
>>> faixas de frequência, (OM, OT, OC, e VHF) e em termos de modelo de
>>> negócio, é o único com código aberto, sem necessidades de licenças
>>> para desenvolvimento de transmissores e receptores pela indústria
>>> nacional. Também é possível sua implantação pelas rádios
>>> comunitárias, pois o DRM funciona em baixa, média e alta potência.
>>> A economia de energia elétrica é relevante, sendo possível cobrir a
>>> mesma área com menos da metade de consumo de energia.
>>
>>> O DRM foi desenvolvido por um consórcio de várias organizações
>>> públicas de radiodifusão, empresas privadas ligadas ao setor de
>>> transmissão e recepção, universidades, centros de pesquisas, dentre
>>> outros órgãos e instituições. O DRM é um padrão totalmente aberto,
>>> sendo que todas as normas estão disponíveis na Internet, assim como
>>> o ISDB-Tb (utilizado na TV Digital Brasileira).
>>
>>> Além disso, o codificador de áudio do DRM, é o mesmo da TV Digital,
>>> o MPEG4 AAC. O middleware Ginga, plataforma para interatividade que
>>> foi a contribuição brasileira ao Sistema Brasileiro de TV Digital,
>>> já possui suporte feito pela PUC-Rio para ser utilizado sobre o
>>> DRM.
>>
>>> O outro sistema que está sendo considerado para adoção pelo país é
>>> o HD Radio (HD significa Hybrid Digital), desenvolvido e de
>>> propriedade da empresa norte-americana Ibiquity. Por ser um sistema
>>> proprietário e fechado, todos os seus códigos de funcionamento são
>>> segredos industriais conhecidos apenas pelo seus proprietários.
>>> Entre suas características conhecidas estão as seguintes:
>>
>>> Ocupa o dobro da largura de banda do DRM, sem prover uma taxa de
>>> transmissão superior. O HD Radio, sendo um padrão híbrido (HD
>>> significa Hybrid Digital), concebido para permanecer junto ao sinal
>>> analógico, não permitirá um futuro apagão do analógico de forma a
>>> permitir a otimização do espectro.
>>
>>
>>> Apesar de funcionar em OM e VHF, as poucas emissoras o utilizam o
>>> HD Radio em OM nos Estados Unidos estão desligando o sinal digital,
>>> por ter uma performance muito ruim. Atualmente, são mais as
>>> emissoras abandonando o HD do que aquelas que estão o adotando como
>>> padrão.
>>
>>
>>> Grande parte do HD Radio é segredo industrial, incluindo o
>>> codificador de áudio, conhecido como HDC assim como os protocolos
>>> para transmissão de conteúdo multimídia e outros serviços
>>> digitais.
>>
>>
>>> O HD Radio, diferentemente de qualquer outro padrão da ITU para
>>> radiodifusão, cobra licença de uso do sistema. No momento que a
>>> emissora entra no ar uma taxa de milhares de dólares é paga, e
>>> anualmente as emissoras devem pagam para a Ibiquity uma taxa de
>>> uso.
>>
>>
>>> O HD Radio possui poucos modos de configuração, sendo um sistema
>>> engessado, no qual somente uma empresa controla seu
>>> desenvolvimento. Essa empresa é a norte-americana Ibiquity
>>> Digital.
>>
>>
>>> As diretrizes do rádio digital no Brasil são dadas pela Portaria nº
>>> 290/2010 do Ministério das Comunicações, que indica claramente que
>>> o único padrão passível de adoção no Brasil é o Digital Radio
>>> Mondiale, visto que o HD Radio contraria vários parágrafos da
>>> portaria, como por exemplo:
>>
>>> Art. 3º da Portaria 290/2010 de 30 de março de 2010, que norteia a
>>> digitalização do rádio no Brasil, diz:
>>
>>
>>> I- promover a inclusão social, a diversidade cultural do País e a
>>> língua pátria por meio do acesso à tecnologia digital, visando à
>>> democratização da informação;
>>
>>> DRM: Funciona em Ondas Curtas, essencial para as regiões distantes
>>> dos grandes centros, como forma de integração nacional. Fácil
>>> instalação e sem a necessidade de infraestruturas complexas. Apenas
>>> um pedaço de fio e já é possível ouvir uma  estação de rádio.
>>> Também as rádios comunitárias se beneficiariam com a adoção do DRM,
>>> pois esse sistema tem um ótimo desempenho em baixa potência, o que
>>> não ocorre com o HD radio. ATENDE
>>
>>> (Obs do Daniel: podemos aqui colocar a possibilidade de ter uns 3
>>> TX na mesma frequência em Long Interleaving 2s para cobrir uma área
>>> como o Brasil? Será que isso funcionaria? Isso seria algo
>>> fantástico de ser feito e com potência relativamente baixa em
>>> relação a área coberta.)
>>
>>
>>> HD Radio: Não promove a integração nacional pois não funciona em
>>> ondas curtas, ficando restrito aos grandes centros. Não serve para
>>> potências baixas. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>
>>> IV-  propiciar a transferência de tecnologia para a indústria
>>> brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a
>>> isenção de royalties;
>>
>>> DRM: Atende, pois por ser um sistema aberto, com todos os padrões e
>>> normas divulgadas publicamente (internet), pode ser utilizado por
>>> qualquer um, sem a necessidade de pagamento de licenças. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Sistema proprietário com tecnologia fechada. Não haverá
>>> acesso à tecnologia e se houver, será restrita e limitada. É uma
>>> “Caixa Preta”. Há necessidade de pagamento de licenças para
>>> transmissores e receptores, onerando a fabricação dos mesmos Para a
>>> emissora que adotá-lo, existe a necessidade de pagamento de taxas
>>> para o seu uso, taxas essas que aumentam de acordo com os recursos
>>> implementados. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> V- possibilitar a participação de instituições brasileiras de
>>> ensino e pesquisa no ajuste e melhoria do sistema de acordo com a
>>> necessidade do País;
>>
>>> DRM: Sistema aberto, padronizado por normas internacionais,
>>> possibilita seu aprimoramento por pesquisadores e desenvolvedores.
>>> Um exemplo é a contribuição brasileira, com a inclusão da
>>> interatividade através do GINGA. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Não há abertura de sua tecnologia e portanto não
>>> acessível aos pesquisadores. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> VI- incentivar a indústria regional e local na produção de
>>> instrumentos e serviços digitais;
>>
>>> DRM: Isenção de taxas de uso. Menor custo para toda a cadeia, desde
>>> transmissores até os receptores e emissoras. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Maior custo para pagamento das licenças de uso e
>>> manutenção das emissoras. Quanto mais recursos implementados, mais
>>> taxas deverão ser pagas. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> VIII- proporcionar a utilização eficiente do espectro de
>>> radiofrequência
>>
>>> DRM: Canal único digital, que ocupa o mesmo espaço de um sinal
>>> analógico. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Utiliza 2 portadoras digitais laterais, além da
>>> analógica, ocupando desta forma o espaço de 3 canais. Dificuldade
>>> em equilibrar interferências entre os sinais digital e analógico.
>>> Não funciona sem o sinal analógico, ou seja, nunca poderá ser Full
>>> Digital. Sempre dependerá da portadora analógica. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> XI- propiciar vários modos de configuração considerando as
>>> particularidades de propagação do sinal em cada região brasileira;
>>
>>> DRM: Por permitir diversos modos de transmissão, pode funcionar em
>>> Ondas Médias, Ondas Tropicais, Ondas Curtas, e VHF, podendo ser
>>> configurado, de forma a adequar a transmissão de acordo com a
>>> necessidades da área a ser atendida. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: É um sistema “engessado” não possibilitando mudanças nos
>>> seus modos de transmissão. Performance insuficiente em Ondas Médias
>>> e inexistente em OT, e OC. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> O Rádio no Brasil sofre com a queda contínua de investimentos, de
>>> audiência, de produção industrial e de políticas públicas
>>> coerentes. O decreto 8139, que trata da migração de AM para FM
>>> direciona o setor para o passado e para a falência.
>>
>>> Todo o setor de radiodifusão, necessita urgentemente, de que o
>>> modelo de referência do Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD)
>>> seja definido o mais breve possível pelo governo, principalmente no
>>> sentido de dar opções sólidas e tecnicamente viáveis, para as
>>> emissoras em Ondas Médias, Ondas Tropicais e Ondas Curtas, nesse
>>> momento difícil da economia. Essas ações permitirão que a indústria
>>> brasileira possa desenvolver e colocar no mercado produtos 100%
>>> nacionais e para que a sociedade possa desfrutar de um maior
>>> conforto e conveniência desse conhecido meio de comunicação que é o
>>> rádio, mantendo-se em sintonia com a convergência digital dos
>>> meios, mas sem abandonar a autonomia que radiodifusão pelo ar
>>> proporciona, já que não utiliza internet ou meios cabeados para a
>>> sua propagação, tornando-se um meio de baixo custo e de contato
>>> direto entre o gerador de conteúdo e o ouvinte, sem intermediários
>>> e sem infraestrutura complexa. Apenas com um rádio de pilhas.
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>




--


.fabs
 OOOOOo<
  '  '  '  '  '  
.


.


------------------------------------------- [[[
saia correndo dessa lista por esta porta -> http://lists.riseup.net/www/signoff/submidialogia


_______________________________________________
Debatefml mailing list
Debatefml <at> listas.hipatia.net
http://listas.hipatia.net/cgi-bin/mailman/listinfo/debatefml



_______________________________________________
Debatefml mailing list
Debatefml <at> listas.hipatia.net
http://listas.hipatia.net/cgi-bin/mailman/listinfo/debatefml



_______________________________________________
Debatefml mailing list
Debatefml <at> listas.hipatia.net
http://listas.hipatia.net/cgi-bin/mailman/listinfo/debatefml



_______________________________________________
Debatefml mailing list
Debatefml-OoAwAUrixVE1c9uU8PRjNbNAH6kLmebB@public.gmane.orgt
http://listas.hipatia.net/cgi-bin/mailman/listinfo/debatefml


Thiago Novaes | 2 Oct 03:30 2015
Picon

Re: [sociosdaintercom] [submidialogia] Fwd: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?

Caros Professores,

Gostaria de esclarecer, primeiramente, que ao tratar dos "pesquisadores em rádio" entre aspas não tive a intenção de desqualificá-los: não consta no manifesto que estão circulando nenhuma assinatura, e não recebemos qualquer resposta quando indagamos pelo email pesquisadoresradio-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org.

Sobre os posicionamentos até agora registrados pelo prof. Marco e Prof. Luiz, não posso evitar, como pesquisador e acadêmico, maior estranheza.

Prof. Marco diz não se interessar por padrões técnicos de rádio, como se a decisão de um sistema técnico de transmissão de rádio fosse a mera adesão a este ou aquele conglomerado econômico. Ignora as diferenças fundamentais entre os dois sistemas em pauta, quando um atende plenamente à portaria 290 e o outro quer tornar o Brasi refém de uma única empresa para fazer negócios, a Ibiquity norte-americana.

http://www.drm-brasil.org/content/migra%C3%A7%C3%A3o-para-do-am-para-o-fm-quem-interessa

Reitero que a manifestação coletiva do Intercom em defesa da migração das emissoras AM para o FM é um desastre, pois endossa uma estratégia de emissoras comerciais (o HD Radio não funciona no AM!!) em evidente prejuízo das emissoras públicas: ao aventar uma migração para o FM prevê-se, na verdade, um duplo custo, já que a iminente migração para o digital imporá a compra de novos equipamentos digitais, em qualquer novo padrão. O argumento da recepção de FM em celulares é precário diante da recepção digital possível de todas as faixas de frequência para todos os dispositivos móveis, como já registrado. Em suma, o manifesto não se sustenta.

Gostaria ainda de questionar se existe algum estudo entre os pesquisadores de rádio do Intercom que possa iluminar as questões da migração para o rádio digital. Prof Luiz fala em relatórios produzidos, sobre requisitos básicos: que relatórios são esses, estão disponíveis na Internet em qual endereço??

Abaixo seguem links com toda documentação das 3 Conferências Internacionais "Espectro Sociedade e Comunicação", onde a profa. Nélia Del Bianco participou como palestrante:

http://espectrolivre.org/?cat=3

Esclareço ainda que o drm-brasil é mantido voluntariamente por pesquisadores sem nenhum vínculo com o consórcio internacional do Digital Radio Mondiale. Apenas concluímos o mesmo que a Índia, a Rússia e vários países europeus: que um padrão aberto de rádio que funciona em todas as faixas de frequência é o melhor para o Brasil. Toda documentação produzida ao longo de mais de 4 anos de pesquisa está igualmente disponível na coluna da esquerda e nos posts em:

http://drm-brasil.org/

Certo de que os professores têm muito a contribuir para o futuro do rádio, além do que já fizeram no passado, convido-os a mantermos um debate bem informado e honesto, onde todos ganhamos.

Att,

Thiago Novaes


Em 1 de outubro de 2015 11:35, Luiz Artur Ferraretto <luiz.ferraretto <at> uol.com.br> escreveu:

Em relação ao colocado pelo professor Marcelo Kischinhevsky, apoio cada uma de suas palavras.

Quanto ao tom desrespeitoso e arrogante utilizado pelo senhor Thiago Novaes, limito-me a lamentar o rebaixamento do debate.

Como pesquisador – com ou sem aspas –, observo, no entanto, que nenhum dos sistemas de rádio digital apresentados até o momento responde aos requisitos básicos já elencados anteriormente em documentos baseados em pesquisas sérias e gerados pelo mesmo grupo de professores signatário do presente manifesto e desqualificado pelo reclamante.

Faço estas observações baseado no esforço de pessoas abnegadas e não nos relatórios gerados pelos interessados em produzir e vender este ou aquele equipamento.

Na próxima vez, desculpem-me a ironia, talvez tenhamos de incluir cópias dos nossos currículos da Plataforma Lattes junto aos documentos gerados por nós. Reitero que a nossa a intenção segue sendo garantir um rádio democrático e popular.

Parabéns, por seu texto, ao Marcelo e, por nos liderar neste processo, à colega Valci Zuculoto.

Saudações cordiais,

Luiz Artur Ferraretto

Professor do curso de Jornalismo

Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil

http://lattes.cnpq.br/2605541404579875

 

 

De: Marcelo Kischinhevsky [mailto:marcelokisch-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org]
Enviada em: quinta-feira, 1 de outubro de 2015 10:54
Para: Thiago Novaes <tnovaes-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org>
Cc: Adilson Cabral <acabral-Apz6LVHCYuBrzelXMhMT8V/I71DsQ//L@public.gmane.org>; Nair Prata <nairprata <at> uol.com.br>; valzuculoto-PkbjNfxxIARBDgjK7y7TUQ@public.gmane.org; deboralopezfreire-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org; luiz.ferraretto-/1Rj0zDCqbBfyO9Q7EP/yw@public.gmane.org; Nélia <nbianco-/1Rj0zDCqbBfyO9Q7EP/yw@public.gmane.org>
Assunto: Re: [sociosdaintercom] [submidialogia] Fwd: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?

 

Prezado Thiago,

Copio na mensagem o prof. Luiz Artur Ferraretto (UFRGS) e a profa. Nélia Del Bianco (UnB), co-autores do manifesto.

Estou pessoalmente surpreso com o tom de sua interpelação, buscando de saída desqualificar (inclusive falando em "pesquisadores" entre aspas) a manifestação do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora, da Intercom. O GP existe há 24 anos e reúne professores doutores, doutorandos, mestres e mestrandos de todo o país. O manifesto é assinado por 64 pesquisadores, de instituições como UFRGS, UERJ, UFSC, UnB, UFOP, PUCRS, UFF, ESPM, UFC, UFPA, UFMA, entre muitas outras.

Como pesquisadores da indústria da radiodifusão sonora, não tomamos qualquer partido em relação a padrões de rádio digital, disputa bilionária que movimenta a indústria em nível internacional e opõe interesses diversos. Uma vez que a decisão do governo de incentivar a migração data de 2013, apenas manifestamos surpresa com o fato de a EBC não ter assegurado presença em FM, num momento em que há um generalizado desinvestimento dos empresários de comunicação do Brasil na faixa AM. Nossa preocupação foi com a sobrevivência e a sustentabilidade da radiodifusão pública num cenário de reconfiguração de mercado em que os principais grupos empresariais já concentram atuação em FM, arrendando ou comprando radiofrequências para espelhar suas programações, com risco à diversidade de vozes no dial.

Como a experiência internacional tem demonstrado, a digitalização do rádio depende de uma série de fatores, que extrapolam em muito uma simples canetada presidencial. É preciso articulação entre atores diversos, públicos e privados, incluindo a academia. Caso contrário, cai-se no vazio do desinteresse dos radiodifusores.

Atenciosamente,

Marcelo Kischinhevsky (UERJ)

P.S. Respondo em meu nome e no nome da coordenadora do GP Rádio e Mídia Sonora, da Intercom, profa. Valci Zuculoto (UFSC), que está num evento. Os demais colegas, por gentileza, fiquem à vontade para contribuir com o debate.

 


Em 1 de outubro de 2015 10:17, Thiago Novaes <tnovaes-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org> escreveu:

Caros Professores,

É com imensa perplexidade que recebemos o manifesto redigido pelos senhores, apoiando o decreto assinado pela presidenta Dilma, que prevê a extinção da faixa AM para emissões locais.

No mundo todo os serviços analógicos de comunicação estão passando para sistemas digitais, aportando muitas novas funções e tornando o meio rádio uma plataforma vigorosa de transmissão de dados. Essa migração inclui a faixa AM que, particularmente no Brasil, detém uma enorme importância para alcançar grandes territórios, valendo-se da propagação inonosférica, capaz de levar o sinal da amazônia para todo o país, para a áfrica, índia, ou para recebermos, como já acontece, rádios da nova zelândia com uma qualidade semelhante a de um cd (estou relatando o funcionamento do Radio Digital Mundial, que defendemos como padrão técnico para o Sistema Brasileiro de Rádio Digital no Brasil).

A flexibilidade da recepção digital de rádio inclui não apenas celulares, mas toda sorte de dispositivos onde se possa acoplar um dongo, de baixíssimo custo, tornando computadores pessoais potenciais receptores de rádio. No caso brasileiro, mesmo a tv digital poderia receber o Rádio Digital Mundial, pois o codec de áudio AAC de nossa tv é o mesmo do RDM, permitindo uma interoperabilidade entre plataformas digitais inexistente no mundo.

O decreto assinado pela presidenta além de inoportuno é irresponsável, pois condena uma faixa primordial de comunicação à extinção, ignorando a realidade de um país continental e as possibilidades que o digital aporta para o meio rádio: o DRM 30 é um sistema de comunicação digital em Ondas Curtas que consome até 80% menos energia e pode transmitir dados, como fotos, para longas distâncias.

https://www.youtube.com/watch?v=vp1g02XESPM

As pesquisas de interesse para emissoras públicas envolvem sobretudo novos serviços, multiprogramação e interatividade, já que essas possibilidade não são praticadas entre as emissoras comerciais pois se configuram em perda de audiência passiva e exigem um novo modelo de negócio.

A portaria que instituiu o Sistema Brasileiro de Rádio Digital é de 2010, e há uma enorme expectativa para o que se decida qual padrão tecnológico o país adotará para o rádio do séc XXI. Entendendo o interesse que professores da comunicação possam ter sobre o tema da radiodifusão, ficamos inteiramente à disposição para troca de ideias e esclarecimentos, e ficaríamos contentes com a oportuna manifestação de acadêmicos sobre qual sistema de rádio se vislumbra para o Brasil, pois se trata de um tema contaminado de interesses econômicos e políticos que só vêm retardando a escolha de uma nova plataforma digital de comunicação de interesse da população.

Para mais vídeos e informações sobre o Rádio Digital Mundial, que funciona em software livre e em todas as faixas de frequência, ver:

https://www.youtube.com/user/drmdigitalradio/videos

http://drm-brasil.org/

Cordialmente,

Thiago Novaes

 

 

Em 30 de setembro de 2015 11:58, Adilson Cabral <acabral-Apz6LVHCYuBrzelXMhMT8V/I71DsQ//L@public.gmane.org> escreveu:

Prezado Thiago,

Levei a msg pra lista dos Sócios da Intercom e obtive pronta resposta.

Coloco-os em contato.

Abraços,

Adilson



Início da mensagem encaminhada:

 

Assunto: Re: [sociosdaintercom] Fwd: [submidialogia] Fwd: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?

Data: 30 de setembro de 2015 11:53:03 BRT

 

Prezado,

 

Os "pesquisadores em rádio" a que se refere a mensagem é o Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom, coordenado pela Profa. Dra. Valci Zuculoto (valzuculoto-PkbjNfxxIARBDgjK7y7TUQ@public.gmane.org), tendo como coordenadores adjuntos a Profa. Dra. Débora Lopez (deboralopezfreire-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org) e o Prof. Dr. Marcelo Kischinhevsky (marcelokisch-Re5JQEeQqe8AvxtiuMwx3w@public.gmane.org).

 

Abs, 

 

 

-------------------

Nair Prata 

Profª da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)

Diretora Regional Sudeste da Intercom

Vice-presidente da As. Bras. de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar)

 


De: acabral-Apz6LVHCYuBrzelXMhMT8V/I71DsQ//L@public.gmane.org
Enviada: Quarta-feira, 30 de Setembro de 2015 11:41
Para: sociosdaintercom-/JYPxA39Uh4Ykp1iOSErHA@public.gmane.orgm
Assunto: [sociosdaintercom] Fwd: [submidialogia] Fwd: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?

A quem puder responder:

 

 

Início da mensagem encaminhada:

 

Assunto: Re: [submidialogia] Fwd: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?

Data: 30 de setembro de 2015 11:24:32 BRT

 

Olás,

 

Escrevemos esse documento que segue abaixo porque na última reunião do Intercom foi lançado um manifesto em defesa da migração do AM para o FM, enfatizando as emissoras públicas, e assinado por "pesquisadores em rádio".

Ora, a maoiria dos países já tem agendada migração dos sistemas analógicos e o fim do FM, a ser substituído por uma tecnologia que otimiza o espectro e proporciona muitos outros usos, com novos serviços, interatividade e multiprogramação: trata-se de uma revitalização de um meio que vem sofrendo fortemente a concorrência da internet.

O temor é que se adote na surdina o HD Radio, que já cedeu equipamentos para emissoras e tem junto a representantes do Intervozes e FNDC aliados que se opõem ao Rádio Digital Mundial, por razões desconhecidas (nunca se manifestaram claramente sobre o rádio digital nesses cinco anos de vigência da portaria ministerial 290, que instituiu o Sistema de Rádio Digital Brasileiro, SDR).

Nos próximos dias 6 e 7 de out acontece em Brasília o 27 Congresso da Abert (http://www.congressoabert.com.br/), e correram rumores de que a presidenta pudesse se pronunciar a favor do HD Radio para satisfazer aos fabricantes e emissoras comerciais (assim como fez ao assinar o inoportuno decreto de migração do FM para o AM). Por isso o alerta geral!!

Enviamos email para saber quem são esses "pesquisadores de rádio" vinculados ao Intercom, para deputados, e esperamos coletar assinaturas entre todos os setores da democratização dos meios de fato empenhados em garantir o direito à comunicação da população. Contamos com a mais ampla circulação dos textos, encaminhe!

sds,

Thiago Novaes

 

 

Em 30 de setembro de 2015 08:52, fabianne balvedi <fabs <at> estudiolivre.org> escreveu:

galere, assunto urgente em pauta!

 

 

.

 

 

---------- Forwarded message ----------
From: Rafael Diniz <rafael <at> riseup.net>
Date: 2015-09-29 20:52 GMT-03:00
Subject: Re: [espectrolivre] Migração para do AM para o FM, a quem interessa?
To: espectrolivre-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org


Pessoal,

O texto longo está publicado (dado a urgência da questão):
http://www.drm-brasil.org/content/migra%C3%A7%C3%A3o-para-do-am-para-o-fm-quem-interessa

O texto curto está aqui:
http://piratepad.net/GIBIvdfxqq

Precisamos recolher assinaturas. Estamos colocando as assinaturas no PAD:
http://piratepad.net/LZB0mcyjZ8

Gindre, você pode ser a ponte com o Intervozes?

Abraços,
Rafael Diniz


On 09/29/2015 07:08 PM, Rafael Diniz wrote:
> Vamos assinar esse texto e fazer ele rodar?
> Precisamos fazer uma versão resumida para a imprensa.
>
> http://piratepad.net/GIBIvdfxqq
>
> Eu posso assinar individualmente e como DRM-Brasil.
>
> Abraços,
> Rafael Diniz
>
> On 09/29/2015 04:32 PM, abitporu wrote:
>>
>> Massa, Juba!  Algumas observaçÕes:
>>
>> - acho que vale citar/criticar explicitamente o texto do intercom
>>
>> - deixaria mais claro o traço socioeconomico da populacao que ouve AM,
>> importancia do AM no Norte
>>
>> - enfatizar mais o argumento que o FM não é uma evolução do AM - que
>> está bem detalhado tecnicamente, mas vale repetir pra ver se fixa
>>
>> - vale tb inserir uns subtítulos para pontuar os diferentes trechos do
>> texto, pois ele está grande e tem certas divisões claras de conteúdo
>>
>> tão escrevendo onde? num pad?
>>
>> []s!
>>
>> On 29-09-2015 16:12, Instituto Bem Estar Brasil wrote:
>>> Faz um link disso rafa que ajudamos a compartilhar na rede e dai
>>> marcamos uma galera do governo, nas postagens...
>>
>>> -----Mensagem original----- De:
>>> espectrolivre-request-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org
>>> [mailto:espectrolivre-request-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org] Em nome de Rafael
>>> Diniz Enviada em: terça-feira, 29 de setembro de 2015 12:16 Para:
>>> espectrolivre-3hfIC0tI0F+k/GrYEfjPQg@public.gmane.org Assunto: [espectrolivre] Migração
>>> para do AM para o FM, a quem interessa?
>>
>>> Estamos desenvolvendo esse texto.
>>
>>> Vejam oque acham!
>>
>>> Migração para do AM para o FM, a quem interessa?
>>
>>> No dia 7 de novembro de 2013 foi assinado pela presidenta Dilma o
>>> Decreto 8.139, que trata sobre a extinção do serviço de
>>> radiodifusão sonora em ondas médias de caráter local. Este decreto
>>> permite que as emissoras AM (ondas médias) possam migrar para o FM
>>> (VHF) mediante pagamento de um valor de adaptação de outorga, tido
>>> como exorbitante especificamente para emissoras AM locais. Caso as
>>> mesmas, optem por não migrar para o  FM, deverão requisitar o
>>> reenquadramento da outorga para caráter regional, com maior
>>> potência, caso contrário a outorga não será renovada. Emissoras de
>>> maior potência (regionais ou nacionais) também podem solicitar a
>>> migração para FM.
>>
>>> A faixa de AM está compreendida entre 540 kHz e 1610 kHz, na faixa
>>> de Ondas Medias, e possui características de propagação muito
>>> interessantes, permitindo que uma emissora consiga transmitir seu
>>> sinal através de regiões com topografia acidentada, pois a emissão
>>> tende a acompanhar o perfil do terreno. No período noturno um sinal
>>> em OM é refletido pela ionosfera, permitindo que uma emissora possa
>>> ter alcance de centenas de quilômetros de raio.
>>
>>> A  faixa de FM está compreendida entre 88 MHz e 108 MHz, na faixa
>>> de VHF. Sua principal característica é a direcionalidade, que pode
>>> ser bom, ou pode mesmo prejudicar, pois essa faixa de frequência se
>>> propaga de forma análoga à luz, sempre em linha reta, sendo
>>> bloqueada ou refletida por obstáculos naturais e artificiais, como
>>> montanhas, edifícios, grandes construções, etc. Seu comportamento
>>> não varia significantemente de dia ou de noite.
>>
>>> Com o uso do padrão de rádio digital, Digital Radio Mondiale (DRM)
>>> é possível a digitalização de todas as bandas do rádio, tornando
>>> totalmente desnecessária essa migração.
>>
>>> No contexto do Decreto 8.139, uma emissora OM que opte por não
>>> migrar para o FM, pode passar a transmitir em digital utilizando o
>>> padrão DRM, transmitindo no modo simulcast (simultâneo) AM/DRM, que
>>> mantém o AM analógico inalterado, preservando o parque de antenas e
>>> a maioria dos equipamentos. O sinal DRM no modo simulcast é
>>> posicionado em um único canal adjacente ao sinal AM.
>>
>>> Muitas emissoras em AM que usam transmissores como Nautel ou BT,
>>> por         exemplo, já estão prontas para o DRM. Na Índia as
>>> emissoras em Ondas Médias já estão transmitindo em simulcast
>>> AM/DRM, e receptores compatíveis com DRM já estão sendo feitos
>>> nacionalmente. Atualmente são mais de oitocentos milhões de
>>> habitantes na India cobertos com sinal de emissoras transmitindo na
>>> faixa de AM (Ondas médias) em DRM.
>>
>>> Uma estação de rádio em Ondas Médias (AM) transmitindo em DRM tem
>>> seu áudio com qualidade superior ao de uma emissora FM analógica.
>>> Além disso, o rádio digital permite a multiprogramação, áudio 5.1,
>>> recursos como envio de textos e imagens, conteúdos multimídia,
>>> alerta de emergência (EWF) e outros serviços, como aplicações
>>> interativas para o Ginga, que é a plataforma de interatividade da
>>> TV Digital, já definida para ser utilizada com o DRM.
>>
>>> Enquanto alguns países já estão desligando o FM analógico, o Brasil
>>> está indo na contramão da evolução tecnológica, propondo a migração
>>> de um sistema analógico em Ondas Médias para um sistema igualmente
>>> analógico em VHF (FM) e com mais um agravante: o espectro em VHF
>>> nos grandes centros está lotado. Por que não evoluir o sistema de
>>> AM, do analógico para digital, a um custo muito menor, preservando
>>> uma grande parte dos equipamentos hoje existentes e transmitindo um
>>> áudio de excelente qualidade, e ainda com um consumo de energia
>>> muito menor?
>>
>>> Por que não repetir o sucesso do Sistema de TV Digital Brasileira,
>>> que já está sendo adotado por vários países?
>>
>>> Outro ponto muito importante que não podemos omitir é que muitas
>>> emissoras em Ondas Médias tem um caráter local, atendendo muitas
>>> comunidades compostas por grupos minoritários. Sua migração para
>>> VHF (FM) ou um eventual aumento de potência, para se tornarem
>>> regionais será economicamente e tecnicamente inviável para locais
>>> de topografia complexa. Portanto, aplicado o decreto vigente em seu
>>> formato atual, muitas comunidades ficarão “no escuro”. Assim,
>>> propõe-se que as rádios locais em Ondas Médias que desejarem manter
>>> sua abrangência, deverão fazê-lo no modelo simulcast AM/DRM.
>>
>>> No entanto, teria sido muito mais interessante do ponto de vista
>>> tecnológico, para as emissoras que realmente desejem migrar para a
>>> faixa de FM, (VHF), que migrassem já em DRM. Aí sim teríamos uma
>>> evolução tecnológica no sistema de rádio brasileiro.
>>
>>> É urgente a decisão de qual será o modelo de referência do Sistema
>>> Brasileiro de Radio Digital para que a agonizante indústria de
>>> transmissores e receptores nacionais possa colocar equipamentos
>>> digitais no mercado e volte a vender.
>>
>>> A melhor opção para o sistema brasileiro de rádio digital é o DRM,
>>> pois em termos técnicos é o único sistema que atende todas as
>>> faixas de frequência, (OM, OT, OC, e VHF) e em termos de modelo de
>>> negócio, é o único com código aberto, sem necessidades de licenças
>>> para desenvolvimento de transmissores e receptores pela indústria
>>> nacional. Também é possível sua implantação pelas rádios
>>> comunitárias, pois o DRM funciona em baixa, média e alta potência.
>>> A economia de energia elétrica é relevante, sendo possível cobrir a
>>> mesma área com menos da metade de consumo de energia.
>>
>>> O DRM foi desenvolvido por um consórcio de várias organizações
>>> públicas de radiodifusão, empresas privadas ligadas ao setor de
>>> transmissão e recepção, universidades, centros de pesquisas, dentre
>>> outros órgãos e instituições. O DRM é um padrão totalmente aberto,
>>> sendo que todas as normas estão disponíveis na Internet, assim como
>>> o ISDB-Tb (utilizado na TV Digital Brasileira).
>>
>>> Além disso, o codificador de áudio do DRM, é o mesmo da TV Digital,
>>> o MPEG4 AAC. O middleware Ginga, plataforma para interatividade que
>>> foi a contribuição brasileira ao Sistema Brasileiro de TV Digital,
>>> já possui suporte feito pela PUC-Rio para ser utilizado sobre o
>>> DRM.
>>
>>> O outro sistema que está sendo considerado para adoção pelo país é
>>> o HD Radio (HD significa Hybrid Digital), desenvolvido e de
>>> propriedade da empresa norte-americana Ibiquity. Por ser um sistema
>>> proprietário e fechado, todos os seus códigos de funcionamento são
>>> segredos industriais conhecidos apenas pelo seus proprietários.
>>> Entre suas características conhecidas estão as seguintes:
>>
>>> Ocupa o dobro da largura de banda do DRM, sem prover uma taxa de
>>> transmissão superior. O HD Radio, sendo um padrão híbrido (HD
>>> significa Hybrid Digital), concebido para permanecer junto ao sinal
>>> analógico, não permitirá um futuro apagão do analógico de forma a
>>> permitir a otimização do espectro.
>>
>>
>>> Apesar de funcionar em OM e VHF, as poucas emissoras o utilizam o
>>> HD Radio em OM nos Estados Unidos estão desligando o sinal digital,
>>> por ter uma performance muito ruim. Atualmente, são mais as
>>> emissoras abandonando o HD do que aquelas que estão o adotando como
>>> padrão.
>>
>>
>>> Grande parte do HD Radio é segredo industrial, incluindo o
>>> codificador de áudio, conhecido como HDC assim como os protocolos
>>> para transmissão de conteúdo multimídia e outros serviços
>>> digitais.
>>
>>
>>> O HD Radio, diferentemente de qualquer outro padrão da ITU para
>>> radiodifusão, cobra licença de uso do sistema. No momento que a
>>> emissora entra no ar uma taxa de milhares de dólares é paga, e
>>> anualmente as emissoras devem pagam para a Ibiquity uma taxa de
>>> uso.
>>
>>
>>> O HD Radio possui poucos modos de configuração, sendo um sistema
>>> engessado, no qual somente uma empresa controla seu
>>> desenvolvimento. Essa empresa é a norte-americana Ibiquity
>>> Digital.
>>
>>
>>> As diretrizes do rádio digital no Brasil são dadas pela Portaria nº
>>> 290/2010 do Ministério das Comunicações, que indica claramente que
>>> o único padrão passível de adoção no Brasil é o Digital Radio
>>> Mondiale, visto que o HD Radio contraria vários parágrafos da
>>> portaria, como por exemplo:
>>
>>> Art. 3º da Portaria 290/2010 de 30 de março de 2010, que norteia a
>>> digitalização do rádio no Brasil, diz:
>>
>>
>>> I- promover a inclusão social, a diversidade cultural do País e a
>>> língua pátria por meio do acesso à tecnologia digital, visando à
>>> democratização da informação;
>>
>>> DRM: Funciona em Ondas Curtas, essencial para as regiões distantes
>>> dos grandes centros, como forma de integração nacional. Fácil
>>> instalação e sem a necessidade de infraestruturas complexas. Apenas
>>> um pedaço de fio e já é possível ouvir uma  estação de rádio.
>>> Também as rádios comunitárias se beneficiariam com a adoção do DRM,
>>> pois esse sistema tem um ótimo desempenho em baixa potência, o que
>>> não ocorre com o HD radio. ATENDE
>>
>>> (Obs do Daniel: podemos aqui colocar a possibilidade de ter uns 3
>>> TX na mesma frequência em Long Interleaving 2s para cobrir uma área
>>> como o Brasil? Será que isso funcionaria? Isso seria algo
>>> fantástico de ser feito e com potência relativamente baixa em
>>> relação a área coberta.)
>>
>>
>>> HD Radio: Não promove a integração nacional pois não funciona em
>>> ondas curtas, ficando restrito aos grandes centros. Não serve para
>>> potências baixas. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>
>>> IV-  propiciar a transferência de tecnologia para a indústria
>>> brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a
>>> isenção de royalties;
>>
>>> DRM: Atende, pois por ser um sistema aberto, com todos os padrões e
>>> normas divulgadas publicamente (internet), pode ser utilizado por
>>> qualquer um, sem a necessidade de pagamento de licenças. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Sistema proprietário com tecnologia fechada. Não haverá
>>> acesso à tecnologia e se houver, será restrita e limitada. É uma
>>> “Caixa Preta”. Há necessidade de pagamento de licenças para
>>> transmissores e receptores, onerando a fabricação dos mesmos Para a
>>> emissora que adotá-lo, existe a necessidade de pagamento de taxas
>>> para o seu uso, taxas essas que aumentam de acordo com os recursos
>>> implementados. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> V- possibilitar a participação de instituições brasileiras de
>>> ensino e pesquisa no ajuste e melhoria do sistema de acordo com a
>>> necessidade do País;
>>
>>> DRM: Sistema aberto, padronizado por normas internacionais,
>>> possibilita seu aprimoramento por pesquisadores e desenvolvedores.
>>> Um exemplo é a contribuição brasileira, com a inclusão da
>>> interatividade através do GINGA. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Não há abertura de sua tecnologia e portanto não
>>> acessível aos pesquisadores. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> VI- incentivar a indústria regional e local na produção de
>>> instrumentos e serviços digitais;
>>
>>> DRM: Isenção de taxas de uso. Menor custo para toda a cadeia, desde
>>> transmissores até os receptores e emissoras. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Maior custo para pagamento das licenças de uso e
>>> manutenção das emissoras. Quanto mais recursos implementados, mais
>>> taxas deverão ser pagas. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> VIII- proporcionar a utilização eficiente do espectro de
>>> radiofrequência
>>
>>> DRM: Canal único digital, que ocupa o mesmo espaço de um sinal
>>> analógico. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: Utiliza 2 portadoras digitais laterais, além da
>>> analógica, ocupando desta forma o espaço de 3 canais. Dificuldade
>>> em equilibrar interferências entre os sinais digital e analógico.
>>> Não funciona sem o sinal analógico, ou seja, nunca poderá ser Full
>>> Digital. Sempre dependerá da portadora analógica. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> XI- propiciar vários modos de configuração considerando as
>>> particularidades de propagação do sinal em cada região brasileira;
>>
>>> DRM: Por permitir diversos modos de transmissão, pode funcionar em
>>> Ondas Médias, Ondas Tropicais, Ondas Curtas, e VHF, podendo ser
>>> configurado, de forma a adequar a transmissão de acordo com a
>>> necessidades da área a ser atendida. ATENDE.
>>
>>
>>> HD Radio: É um sistema “engessado” não possibilitando mudanças nos
>>> seus modos de transmissão. Performance insuficiente em Ondas Médias
>>> e inexistente em OT, e OC. NÃO ATENDE.
>>
>>
>>
>>> O Rádio no Brasil sofre com a queda contínua de investimentos, de
>>> audiência, de produção industrial e de políticas públicas
>>> coerentes. O decreto 8139, que trata da migração de AM para FM
>>> direciona o setor para o passado e para a falência.
>>
>>> Todo o setor de radiodifusão, necessita urgentemente, de que o
>>> modelo de referência do Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD)
>>> seja definido o mais breve possível pelo governo, principalmente no
>>> sentido de dar opções sólidas e tecnicamente viáveis, para as
>>> emissoras em Ondas Médias, Ondas Tropicais e Ondas Curtas, nesse
>>> momento difícil da economia. Essas ações permitirão que a indústria
>>> brasileira possa desenvolver e colocar no mercado produtos 100%
>>> nacionais e para que a sociedade possa desfrutar de um maior
>>> conforto e conveniência desse conhecido meio de comunicação que é o
>>> rádio, mantendo-se em sintonia com a convergência digital dos
>>> meios, mas sem abandonar a autonomia que radiodifusão pelo ar
>>> proporciona, já que não utiliza internet ou meios cabeados para a
>>> sua propagação, tornando-se um meio de baixo custo e de contato
>>> direto entre o gerador de conteúdo e o ouvinte, sem intermediários
>>> e sem infraestrutura complexa. Apenas com um rádio de pilhas.
>>
>>
>>
>>
>>
>>
>

 

 

--



.fabs
 OOOOOo<
  '  '  '  '  '  
.


.



------------------------------------------- [[[
saia correndo dessa lista por esta porta -> http://lists.riseup.net/www/signoff/submidialogia

 

 

--
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Sócios da Intercom" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para sociosdaintercom+unsubscribe-/JYPxA39Uh5TLH3MbocFFw@public.gmane.org.
Para postar nesse grupo, envie um e-mail para sociosdaintercom-/JYPxA39Uh5TLH3MbocFFw@public.gmane.org.
Para ver essa discussão na Web, acesse https://groups.google.com/d/msgid/sociosdaintercom/55FF3461-253C-48C4-A613-7A9E6985CF96%40comunicacao.pro.br.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.

 

--
Você recebeu essa mensagem porque está inscrito no grupo "Sócios da Intercom" dos Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para sociosdaintercom+unsubscribe-/JYPxA39Uh5TLH3MbocFFw@public.gmane.org.
Para postar nesse grupo, envie um e-mail para sociosdaintercom-/JYPxA39Uh5TLH3MbocFFw@public.gmane.org.
Para ver essa discussão na Web, acesse https://groups.google.com/d/msgid/sociosdaintercom/560bf74f8c310_bcf15889ddd53e88384b%40a4-weasel18.mail.
Para mais opções, acesse https://groups.google.com/d/optout.

 

 

 



Gmane